Carmen Fontenelle

Carmen Fontenelle Com 30 anos de profissão, Carmen Fontenelle é uma das mais respeitadas advogadas de família do RJ.

Nas comemorações do Jubileu de Ouro (50 anos) da fundação da Subseção da OAB - São Gonçalo, tive a honra de representar ...
12/09/2016

Nas comemorações do Jubileu de Ouro (50 anos) da fundação da Subseção da OAB - São Gonçalo, tive a honra de representar a família Fontenelle e receber a Medalha Patronímica Presidente CELSO FONTENELLE.

Fico feliz em saber que meu pai continua sendo uma das principais referências para a advocacia fluminense.

Agradeço o carinho.

Num momento tão angustiante para os advogados fluminenses, que vem enfrentando além das tradicionais dificuldades da pro...
30/06/2016

Num momento tão angustiante para os advogados fluminenses, que vem enfrentando além das tradicionais dificuldades da profissão, queda do movimento, perda do poder aquisitivo dos clientes, sem falar em ter que se adaptar as novas regras processuais civis em vigor, o jornal o Globo dá a notícia, que o presidente da Ordem dos Advogados do Rio de Janeiro, mudou de partido político, saindo do PT indo para o PMDB!

Ou seja, não há mais nenhum pudor na atual gestão da Instituição de nosso Estado em deixar evidente que a preocupação dos dirigentes está voltada especialmente para suas carreiras políticas, como já fez o antecessor e mentor do Dr. Felipe Santa Cruz, atual Deputado Wadih Damous! Mais assustador ainda, é a constatação de que interessa ao citado gestor estar também “de bem“ com o poder, trocando de lado, para suas finalidades pessoais, o que é seu direito, mas obviamente mantém a OAB do Rio de Janeiro, refém da política partidária, como vinha sendo feito em razão do PT.

Enquanto isso, nós advogados fluminenses, temos que contar com nosso próprio esforço e luta diária. Mas tudo bem, contem comigo, pois conto com vocês, colegas.

13/06/2016

As notícias dos jornais têm revelado, cada vez mais, que a família brasileira está gravemente doente. E, quando falo família, me refiro a todas.

Família é o grupo de pessoas que estão unidas por laços de afeto e de projetos comuns. Nada mais é que uma micro sociedade baseada em conceitos de amor e parceria, onde as obrigações de cada um, estão intimamente ligadas ao respeito e dignidade em razão dos outros. Fidelidade e assistência mútua são inclusive imposições legais quando se fala de casamento e união estável. Enfim, das relações humanas de cunho pessoal espera-se um mínimo de civilidade.

Aí vem a pergunta, o que está acontecendo conosco? Estamos no século vinte e um! Porque os homens ainda matam suas companheiras ou pior, estupram meninas sem o menor pudor?!

A estrutura familiar está em colapso. O efeito dominó já vem de muito tempo. Num País onde a corrupção corrói todo o sistema, nossa moralidade é frágil e as forças dos valores sociais se esmorecem cada vez mais. Não será apenas uma melhora política econômica que vai resolver os problemas brasileiros, pois estes estão arraigados em nosso núcleo familiar. Não há futuro para uma nação em que as crianças e os jovens presenciam ou sofrem violência dentro de sua própria casa, pois certamente irão agir da mesma forma que estão aprendendo.

27/05/2016

Estamos todos chocados com a notícia de um estupro coletivo ocorrido no Rio de Janeiro com uma menina de 16 anos. Mas por trás do fato em si, se revalam outros tão estarrecedores quanto.

A adolesente em questão já tem um filho de 3 anos, costuma usar dr**as e frequentar locais que são nocivos até para adultos. Onde estão os responsáveis por ela ? Família, Estado, afinal ela é apenas uma garota de 16 anos!

Os culpados somos todos nós, fazendo parte de uma sociedade que violenta os direitos básicos das crianças e adolescentes largadas a própria sorte ou no caso a falta de sorte.

Nós todos entregamos essa vítima aos criminosos, homens que nem mesmo podem ser considerados animais, pois até estes respeitam suas fêmeas.

10/05/2016

Quando foi preciso, nos momentos de obscuridade do País a Ordem dos Advogados do Brasil veio em defesa da sociedade, sendo participante primordial na construção de nossa tão jovem Democracia.

Quando o progresso se revelou possível e a paz social se instalou, a Instituição deu maior atenção aos advogados e seus anseios, principalmente no que toca suas prerrogativas e dificuldades na profissão.

Infelizmente nos últimos anos, a Instituição não apenas silenciou-se quanto à defesa da liberdade e cidadania, mas esqueceu-se também da classe. Nossa Ordem se curvou a interesses totalmente divorciados de sua história de luta independente e apartidária, se transformando num trampolim para objetivos particulares, bem como redutos políticos que a tornaram refém de governos nem sempre ilibados. Até ex presidentes da Instituição não se acanham em esbravejar na mídia de forma até grotesca em favor de partidos e políticos na maioria alvo de investigações e acusações graves, esquecendo de sua passagem pela casa da imparcialidade e moralidade.

A crise de identidade da Ordem dos Advogados é evidente e, enquanto isso as questões da advocacia brasileira ficou de lado, o que deve ser avaliado com cuidado nesse momento tão delicado do Brasil. Como diz o clichê “SEM ADVOGADO NÃO HÁ JUSTIÇA E SEM JUSTIÇA NÃO HÁ DEMOCRACIA“.

Num País onde as estatísticas da violência contra mulher são alarmantes, ontem tivemos uma demonstração de força e corag...
29/04/2016

Num País onde as estatísticas da violência contra mulher são alarmantes, ontem tivemos uma demonstração de força e coragem, ao vivo e a cores na televisão, de uma advogada chamada Janaína Paschoal, que enfrentou de cabeça erguida, o Senado Federal, para defender suas ideias e convicções no processo de impedimento da Presidente da República.

Ali, de peito aberto, sem qualquer maquiagem, deu um show de talento e firmeza, mesmo perante aos ataques desferidos por seus espectadores. Bem preparada para tal embate, saiu dele como representante de tudo aquilo que as mulheres brasileiras podem ser e ter, respeito e admiração. Inspiradas nela, devemos lutar pelos nossos direitos e, jamais permitir a desigualdade, ou pior, agressões em qualquer uma de suas formas.

Parabéns Dra. Janaína !

18/04/2016

A melhor imagem de ontem foi a da normalidade.

Apesar da radicalização dos discursos, das manifestações e até dos votos, a paz reinou neste dia histórico. É verdade que houve exageros e até bizarrices, não esquecendo que a língua portuguesa também foi assustadoramente atacada, mas tudo com uma certa tranquilidade.

Me parece, um grande triunfo de nossa democracia ainda jovem e, porque não, a maturidade de um povo que ainda está na busca de sua personalidade política, optando por formas pacíficas. Cada um pode exprimir seu desejo, sua opinião, faltando talvez um pouco de elegância, ou mesmo sensatez, mas a emoção nos faz relevar... não podemos agora perder o foco, o futuro de nosso País. Que não depende apenas de votações no Congresso, depende de cada um de nós exigir sem tréguas, que seja lá quem tiver no poder, cumpra seu dever de governar o Brasil de forma limpa e digna, com a competência que lhe é imposta. Mostrar que a partir de agora a população não é mais alienada, ao contrário, exigente com seus mandatários, que devem no mínimo honrar o compromisso das urnas.

16/04/2016

Domingo dia 17 de abril de 2016, será histórico, independente do resultado do julgamento em trâmite na Câmara dos Deputados Federais, do impedimento da Presidente da República.

No futuro será matéria nos cursos escolares, como é o dia 21 de abril, que cai poucos dias após, data em que se homenageia Tiradentes, brasileiro em que todos nós deveríamos nos inspirar.

Sua postura corajosa e cívica em relação à nação é o que nos falta. E não falo somente dos políticos, mas todos nós, inertes e acovardados, perante a degradação patente e generalizada em nosso País. Domingo deveríamos tomar as ruas para clamar por nos libertar da escravidão de governos corruptos e incompetentes, sem medo daqueles que usam da intimidação, absolutamente intolerável em sociedades democráticas verdadeiras. Devemos protestar contra dirigentes decadentes, para conquistar o futuro que podemos ter, mas para isso, teremos cada um de nós, ser um Tiradentes. Assim, a história será escrita pelo povo brasileiro, em seu mais profundo desejo.

Talvez inspirado na debandada do PMDB, resolveu o atual Presidente da OAB/RJ tentar se desvencilhar de seu mentor, ou me...
05/04/2016

Talvez inspirado na debandada do PMDB, resolveu o atual Presidente da OAB/RJ tentar se desvencilhar de seu mentor, ou melhor dizendo, criador, Wadih Damous.

Sim, porque até entrar na CAARJ a convite do seu grande amigo, Felipe Santa Cruz se interessava apenas em ser vereador pelo PT, campanha frustada. Agora, aproveitando-se do comportamento bizarro de seu parceiro político, ensaia um divórcio, com direito a agressões verbais, na mesma linha do próprio Wadih.

O que não poderia deixar de ser, pois são da mesma escola, sendo seus interesses sempre duvidosos, pois como seu padrinho, pretende o Presidente de nossa Instituição no Rio de Janeiro, ser deputado federal. Enfim, com certeza, esta "briguinha" entre os dois, tem vários objetivos, mas como sempre, nenhum se refere à advocacia fluminense, hoje largada à própria sorte.

Ontem, estarrecida, assisti o ex presidente da OAB/RJ Wadih Damous, no exercício de um duvidoso mandado de Deputado Fede...
31/03/2016

Ontem, estarrecida, assisti o ex presidente da OAB/RJ Wadih Damous, no exercício de um duvidoso mandado de Deputado Federal, se manifestar como “líder“ do PT, em razão da exposição dos Impetrantes do Impeachment em trâmite no Congresso Nacional.

Independente da tese que defende, como advogado e ex dirigente de nossa Instituição na seção fluminense, deveria ter um comportamento sério e respeitoso. Pelo contrário, aos berros, atacou com agressividade desmedida os nobres advogados expositores, sem qualquer argumento minimamente coerente, a não ser leviandades usuais de políticos que não honram nem mesmo o seu cargo.

O desconhecimento técnico da matéria ficou evidente, motivo de deboche de parlamentares de outros partidos. Mas pior, a falta de decoro em seu comportamento, provavelmente por conta do vazio de seus discursos, me provocam vergonha, pois indignação é muito pouco!

24/03/2016

No último dia 18 de março, passou a vigorar o Novo Código de Processo Civil Brasileiro.

Aplausos à modernidade que ele nos traz, em especial no que tange o requisito moderação, tanto no fortalecimento das atividades conciliatórias, quanto no objetivo de dar brevidade aos trâmites processuais.

Existe em nossa classe uma natural ansiedade e até apreensão com a chegada de novas regras. Está claro que devemos procurar nos atualizar, estudar mesmo. Mas é de ressaltar que a advocacia continua a mesma em sua essência, apenas os instrumentos foram modernizados. Não podemos deixar de lado a garantia dos direitos de nossos clientes, seja por acordo ou por litígio. Utilizar com ética todas as providências possíveis para alcançar o anseio justo de quem nos outorgou uma procuração. Não se pode deixar de lado o fato de que nós, advogados, também somos responsáveis pelo sucesso na prática, da legislação que acabou de nascer, participando ativamente dos novos rumos do Direito Brasileiro.

22/03/2016

O comando da OAB do Rio de Janeiro em mais uma demonstração de submissão ao PT, resolveu entrar com uma medida judicial no CNJ contra o Juiz Sergio Moro, como se tivesse uma procuração da advocacia fluminense para tal providência.

Mas não tem!

A luta pela democracia de que deve participar ativamente a nossa Instituição, não passa pela tentativa de proteger interesses exclusivamente partidários, como é evidente neste caso. Tal atitude mostra claramente a vinculação da seção da OAB/RJ ao seu ex presidente, Wadih Damous, que, hoje como deputado, é um dos grandes defensores do atuais governantes, usando das mesmas estratégias palacianas, na casa do advogado, o que no mínimo é estarrecedor, principalmente porque tudo isso atropela a postura da OAB NACIONAL, o que não revela uma independência, mas traição aos reclames do advogado brasileiro.

Erra a OAB/RJ em se envolver no que não foi chamada, até porque cabe a AGU e aos advogados dos envolvidos tratarem desta questão. Seria mais profícuo, dar atenção aos anseios da classe em nosso Estado, abandonada pela Instituição Fluminense que está focada apenas em não perder o poder.

Endereço

Rua Do Carmo, 9 S 907 Centro
Rio De Janeiro, RJ
20.011-020

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