Rachel Serodio Advocacia

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Rachel Serodio Advocacia Escritório de advocacia especializado em Direito da Família e Direito da Mulher. Você nos encontr

Somos um escritório de advocacia especializado em Direito da Família e Direito da Mulher. Também atuamos em outras áreas, prestando consultoria ou atendendo demandas judiciais diretamente. Temos como objetivo identificar necessidades e desenvolver soluções que promovam a resolução de conflitos.

24/09/2026

Quando decidi construir essa formação, não queria criar um curso em que profissionais recebessem peças prontas sem compreender por que aquelas peças foram construídas daquela maneira.

Por isso, vamos trabalhar a partir da prática: casos reais, documentos, provas, decisões e estratégias.

O objetivo é percorrer o caminho entre receber um caso complexo e construir uma resposta processual capaz de revelar ao sistema de justiça aquilo que uma leitura superficial pode apagar.

A formação inclui peças processuais, caso completo, prova técnica e um módulo sobre paternidade performativa.

12/11 — aula gravada
19/11 — Laboratório de Estratégia Processual ao vivo

Não é sobre reproduzir a minha atuação.

É sobre compreender o raciocínio jurídico que existe por trás dela.

Inscrições abertas. Link na bio.

24/09/2026

Quando mulheres reivindicam autonomia, não estão apenas tomando decisões individuais. Estão rompendo com uma estrutura jurídica e social que, durante séculos, as colocou sob autoridade masculina.

A distância histórica entre a mulher tutelada e a mulher reconhecida como sujeita de direitos é muito menor do que costumamos imaginar.

Por isso, o aumento da autonomia das mulheres também produz tensionamentos dentro das relações, das famílias e do próprio sistema de justiça.

Direitos conquistados não apagam, automaticamente, as estruturas que existiam antes deles.

✅Trecho da minha participação na Jornada de Combate à Violência contra a Mulher, promovida pela UNISUAM.

22/09/2026

Hoje, 22 de setembro, começa a primavera. 🌻

Tempo de renovar esperanças e também de reafirmar aquilo que queremos ver florescer no Brasil: democracia, soberania, direitos e dignidade.

Hoje, diante do mundo, o Brasil reafirmou que a democracia brasileira pertence ao povo brasileiro.

E nós, advogadas feministas de diferentes lugares do país, também queremos dizer de que lado estamos.

Nossa atuação profissional nos coloca, todos os dias, diante das consequências concretas das escolhas políticas: mulheres vítimas de violência; mulheres que sustentam suas famílias; mulheres que trabalham, cuidam e lutam por renda, proteção social, autonomia e pelo direito de viver com dignidade.

Por isso, para nós, democracia não é uma palavra abstrata.

Democracia também se mede pela vida das mulheres.

Sabemos que ainda há muito a avançar. Defender os direitos das mulheres exige orçamento, políticas públicas, serviços funcionando, trabalho digno, renda, proteção social e um Estado efetivamente comprometido com a igualdade.

E sabemos também que nenhum direito está definitivamente conquistado.

Neste momento decisivo para o Brasil, nos unimos não apenas pelo que somos contra, mas pelo país que queremos construir: soberano, democrático, menos desigual e no qual nenhuma mulher precise convencer o Estado de que sua vida importa.

Somos advogadas.
Somos feministas.
Defendemos a democracia.
Defendemos os direitos das mulheres. De todas as mulheres!

Nesta primavera, escolhemos continuar fazendo florescer direitos, democracia e esperança.

E fazemos nossa escolha:

Nosso voto é em Lula. 🌻

* Joana Rodrigues
* Samantha Carvalho
* ⁠Veronica Q. Irazabal Amaral
* ⁠Larissa Rodrigues
* ⁠Jéssica Berenguer
* ⁠Maria Alice Santos
* ⁠Mayara Brasil
* ⁠Mariana Tripode | Advogada Para Mulheres
* ⁠Tarita Cajázeira
* ⁠Jamille Santana | Advogada
* ⁠Mariana Lôbo Espiñeira
* ⁠Isadora Cunha
* ⁠Mariana Nóvoa/Advogada
* ⁠eidycabeza
* ⁠monicaadeoliveira
* ⁠Sarah Coly
- Nathálya Ananias | Advocacia Feminista
- ⁠ingridmartins
- ⁠Beatriz Nóvoa/Advogada
- ⁠veruska.adv
- ⁠Thayná Silveira | Advogada e Psicóloga
- ⁠Rachel Serodio Advocacia
- ⁠Juliette Robichez
- Karen Machado - Advogada
- Kathia Norberto Matos
-
-

22/09/2026

Existe uma diferença importante entre uma violência praticada contra uma mulher e uma violência praticada contra uma mulher em razão do gênero.

E essa diferença não pode desaparecer da discussão.

A decisão recente do STF ampliou o alcance das medidas protetivas, mas não criou uma regra automática para todo e qualquer conflito envolvendo homens e mulheres.

Cada situação continua precisando ser analisada a partir do que aconteceu, das circunstâncias daquela violência e da existência ou não de uma motivação relacionada ao gênero.

Entender isso é importante inclusive para compreender a dimensão da decisão: o STF não tornou irrelevante o contexto. Pelo contrário. O contexto continua sendo fundamental.

O que não pode mais acontecer é presumir que não existe violência de gênero simplesmente porque vítima e agressor nunca tiveram uma relação afetiva ou familiar.

Salve este vídeo para consultar quando surgir novamente essa dúvida.

22/09/2026

Existe uma diferença importante entre saber peticionar e saber construir um caso.

Nos litígios atravessados por acusações de “alienação parental”, essa diferença pode estar justamente no que acontece antes da peça: na qualidade do atendimento, na reconstrução dos fatos, na leitura dos documentos, na identificação das dinâmicas de violência e nas escolhas sobre prova e estratégia.

Foi por isso que organizei esta formação a partir do percurso do caso — e não apenas do resultado final que aparece na petição.

Formação: Litígios em casos de “Alienação Parental” — Do atendimento inicial ao peticionamento em casos concretos.

✅12/11 — aula gravada
✅19/11 — Laboratório de Estratégia Processual ao vivo

Casos reais. Peças processuais. Estratégia. Prova. Perspectiva de gênero.

👉Inscrições abertas pelo link da bio.

19/09/2026

Essa formação nasceu da prática.

Dos casos em que não basta conhecer a Lei de “Alienação Parental”, citar o Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero ou ter uma boa fundamentação jurídica.

É preciso saber como construir o caso.

✅Como conduzir o primeiro atendimento.
✅O que identificar na cronologia. ✅Quais documentos importam. ✅Como demonstrar uma dinâmica de violência.
✅Como formular quesitos.
✅Como enfrentar um estudo psicológico.
✅Como construir recursos e transformar uma leitura crítica em estratégia processual.

Na Formação: Litígios em casos de “Alienação Parental” — Do atendimento inicial ao peticionamento em casos concretos, eu vou abrir casos reais e peças processuais da minha atuação para mostrar o raciocínio que existe antes da escrita.

✅12/11 — aula principal gravada, das 18h às 22h
✅19/11 — Laboratório de Estratégia Processual ao vivo

Inscrições abertas. Link na bio.

Existe uma distância entre aquilo que defendemos intelectualmente e aquilo que conseguimos construir nos autos.E eu acho...
18/09/2026

Existe uma distância entre aquilo que defendemos intelectualmente e aquilo que conseguimos construir nos autos.

E eu acho que essa distância precisa nos inquietar.

Porque perspectiva de gênero não pode existir apenas nos livros que lemos, nos congressos de que participamos ou nas decisões que compartilhamos.

Ela precisa modificar o atendimento que fazemos, as perguntas que formulamos, a prova que produzimos, a narrativa que construímos e os efeitos que somos capazes de questionar.

É essa advocacia que me interessa.

Uma advocacia em que posicionamento, conhecimento e técnica processual não caminhem separados.

E talvez seja justamente por isso que tantas de nós nos encontramos por aqui.

Agora eu quero levar esse encontro para a prática.

Na formação Litígios em casos de “Alienação Parental”, vamos trabalhar essa passagem entre perspectiva de gênero, estratégia e atuação processual.

12/11 — aula gravada
19/11 — Laboratório de Estratégia Processual ao vivo

Se essa é a advocacia que você quer construir, vem comigo. O link está na minha bio.

Uma das estratégias mais eficazes do patriarcado não é a agressão explícita, mas a negação constante.Quando mulheres den...
17/09/2026

Uma das estratégias mais eficazes do patriarcado não é a agressão explícita, mas a negação constante.
Quando mulheres denunciam, dizem que exageram.
Quando protegem, acusam de histeria.
Quando nomeiam a violência, insinuam imaginação.

O efeito não é casual. É o esvaziamento progressivo da confiança feminina na própria percepção.

Essa dúvida não nasce dentro das mulheres.
Ela é produzida socialmente, reforçada por discursos jurídicos, institucionais e culturais que tratam a experiência das mulheres como suspeita permanente. Assim, a violência se perpetua sem precisar se repetir — basta desacreditar quem a viveu.

Mulheres sempre souberam quando o limite foi cruzado.
Sempre reconheceram quando o cuidado virou controle, quando o afeto virou medo, quando a relação deixou de ser segura. O que faltou nunca foi percepção — foi reconhecimento.

Recuperar a confiança na própria leitura da realidade não é fragilidade emocional.
É ruptura política.

Porque acreditar em si mesma é o primeiro passo para desmontar a estrutura que depende do seu silêncio.

17/09/2026

Há uma lógica especialmente cruel quando o acesso à saúde é tratado como uma relação que pode simplesmente terminar quando uma pessoa deixa de ser conveniente para determinado contrato.

E eu conheci essa lógica não apenas como advogada. Conheci como mulher, mãe e beneficiária de um plano de saúde.

O luto já exige de quem permanece uma reorganização inteira da vida: documentos, patrimônio, responsabilidades, cuidado. E, às vezes, ainda é preciso lutar para não perder o próprio acesso à saúde.

Sob o discurso de que “o contrato terminou”, existe uma pergunta que não pode desaparecer: o que acontece com as pessoas que estavam protegidas por ele?

No meu caso, foi necessário judicializar. Conseguimos uma tutela de urgência determinando a manutenção do plano.

E existe fundamento jurídico para isso.

O art. 30, §3º, da Lei nº 9.656/98 assegura aos dependentes o direito de permanência no plano em caso de falecimento do titular. A jurisprudência do STJ também reconhece que o término do período de remissão não significa, por si só, o fim desse vínculo: é possível assegurar aos dependentes a manutenção nas mesmas condições, mediante o pagamento integral das mensalidades.

Foi exatamente o que buscamos: não permanecer gratuitamente, mas continuar pagando pelo plano ao qual já estávamos vinculadas. No meu caso, a decisão garantiu essa continuidade.

Talvez por isso eu também tenha escolhido atuar profissionalmente nesse tipo de demanda.

Porque sei juridicamente o que está em discussão. Mas sei, sobretudo, o que significa receber uma comunicação dizendo que, depois de tudo o que uma família atravessou, agora ela também precisa se preocupar em não perder o acesso à saúde.

Nem todo cancelamento comunicado por uma operadora encerra a discussão jurídica. Às vezes, é justamente ali que ela começa.

Eu não queria criar uma formação sobre “alienação parental” baseada em modelos de petições.Porque, nos casos complexos q...
16/09/2026

Eu não queria criar uma formação sobre “alienação parental” baseada em modelos de petições.

Porque, nos casos complexos que chegam aos nossos escritórios, o maior desafio raramente é escrever a peça.

O desafio começa antes.

Está naquilo que perguntamos durante o atendimento, na forma como reconstruímos a cronologia, no que conseguimos identificar como dinâmica de violência, nas provas que decidimos produzir e na estratégia que construímos antes de formular qualquer pedido.

Foi a partir disso que estruturei esta formação.

Vamos abrir casos reais e peças processuais, discutir decisões, recursos, prova técnica, quesitação, violência, cuidado, perspectiva de gênero e construção da narrativa processual.

Não para reproduzir a minha atuação.

Mas para compreender o raciocínio jurídico que sustenta uma atuação estratégica.

Formação: Litígios em casos de “Alienação Parental” — Do atendimento inicial ao peticionamento em casos concretos.

12/11, das 18h às 22h + Laboratório de Estratégia Processual ao vivo em 19/11.

Inscrições abertas pelo link da bio.

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