Bravin Sociedade de Advogados

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08/06/2026

CEO, sua saúde mental é o maior ativo da sua empresa.

Na Parte 1, falamos sobre como a nova NR1 agora exige o gerenciamento de riscos psicossociais. Mas hoje eu quero falar com você, mulher, que está à frente do negócio.

Muitas vezes achamos que buscar ajuda profissional ou suporte medicamentoso é sinal de fraqueza ou "coisa de maluco". A verdade é que as pressões do mercado e o empoderamento feminino trouxeram uma carga de decisões absurda para o nosso dia a dia. Cuidar da sua mente não é luxo, é estratégia de continuidade:
- Garante os empregos: Uma líder saudável mantém a empresa funcionando.
- Protege a família: O acolhimento em casa precisa de uma via de mão dupla.
- Permite o foco: Alinhar com a família e equipe os meses de maior intensidade é um risco calculado necessário.

Não há problema nenhum em precisar de suporte. O problema real é ignorar os sinais até que o seu corpo e o seu negócio parem por você. A nova era da economia exige autocuidado para sustentar o crescimento.

É melhor organizar do que ter condenação para pagar — e isso inclui organizar a sua saúde mental.

Você já se permitiu pedir ajuda ou suporte para dar conta de tudo? Me conte nos comentários!

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Bravin Advogados — orientação jurídica estratégica para empresas que valorizam segurança e conformidade legal.

07/06/2026

O espelho da CEO: quem cuida de quem cuida?

A alteração da NR1 já é realidade e trouxe uma mudança profunda: agora o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) não olha apenas para o físico, mas também para os riscos psicossociais.

Como gestoras, nossa primeira reação é blindar a equipe. Criamos cultura, monitoramos a carga de trabalho deles e investimos em bem-estar. Mas e quando olhamos para o espelho?O Burnout não escolhe cargo. Ele atinge quem executa e, muitas vezes com ainda mais força, quem lidera.

A exaustão da CEO compromete não só a saúde dela, mas a tomada de decisão e a própria sobrevivência do negócio. Se a lei agora exige que a empresa gerencie esses riscos mentais, isso precisa começar pelo topo.

Uma liderança doente não consegue sustentar uma empresa saudável.

É melhor organizar do que ter condenação para pagar — e essa organização começa cuidando da sua própria mente.

Fique ligada: na Parte 2, vou te mostrar sua saúde mental é o maior ativo da sua empresa. Não perca!

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As palavras da Ministra Cármen Lúcia ecoam uma realidade que enfrentamos diariamente no mercado de trabalho e na socieda...
06/06/2026

As palavras da Ministra Cármen Lúcia ecoam uma realidade que enfrentamos diariamente no mercado de trabalho e na sociedade.

O preconceito contra a mulher não é apenas uma barreira histórica mas uma prática que se renova de formas cruéis e perversas na ordem do dia. Para nós mulheres CEOs e gestoras esse cenário exige mais do que resiliência.
Exige uma rede de apoio sólida e o uso estratégico do Direito para garantir que nossos espaços sejam respeitados e protegidos.

A discriminação muitas vezes se manifesta de forma velada na gestão de pessoas e nas relações contratuais tentando minar a autoridade feminina. Reconhecer essa perversidade é o primeiro passo para combatê-la com organização e segurança jurídica. Não podemos permitir que o preconceito dite as regras dos nossos negócios.

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05/06/2026

Não se trata de ser contra ou a favor.

Como CEO você precisa olhar para os números e para os impactos que essa mudança trará para a estrutura da sua empresa. Reduzir a jornada sem reduzir o salário não é apenas uma questão de escala. Envolve um aumento direto no custo de cada braço da sua operação:

- Mais depósitos de FGTS.
- Impacto no cálculo de férias e 13º salário.
- Necessidade de novas contratações para manter a produtividade.

Empresas com menor potencial financeiro serão as mais atingidas. Por isso fazer um gerenciamento de riscos agora é vital para a sobrevivência do negócio. Quem se antecipa com revisões contratuais e acordos coletivos estruturados sairá muito à frente quando a lei for sancionada.

A pergunta é: você já calculou esse impacto no seu bolso ou vai esperar o prejuízo chegar?
Me conta aqui nos comentários qual é a sua maior dúvida sobre essa transição.

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04/06/2026

CEO, você já parou para calcular o prejuízo que a sua pena está causando ao seu negócio?

Muitas vezes a gestora hesita em demitir por pena da pessoa, mas esquece de ter pena da própria empresa e dos outros colaboradores que sofrem com um ambiente contaminado. Manter alguém tóxico, desidioso ou desonesto na equipe custa caro e o preço não é apenas financeiro. Quando você não corta o mal pela raiz, você:
- Compromete a cultura organizacional.
- Sobrecarrega os bons funcionários.
- Abre margem para prejuízos por desídia ou improbidade.
- Tira dinheiro do seu próprio bolso para manter quem não quer somar.

Segurança jurídica e firmeza na gestão são pilares do lucro. Ter pena de quem fere o seu negócio é punir quem trabalha direito e a si mesma. É melhor organizar do que ter condenação para pagar.

Comenta aqui embaixo: você já manteve alguém na equipe por pena e se arrepedeu depois?

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03/06/2026

Demitir um funcionário custa caro mas manter quem fere a cultura da sua empresa custa muito mais.

Como CEO você precisa dominar os motivos que autorizam a justa causa para proteger seu negócio e seu lucro. Existem 4 pilares fundamentais que você deve conhecer:

1. INSUBORDINAÇÃO: O descumprimento de ordens diretas e das normas da empresa.
2. DESÍDIA: Aquela negligência repetitiva e falta de dedicação que mata a produtividade do time.
3. IMPROBIDADE: Qualquer ato de desonestidade furto ou fraude contra o patrimônio do negócio.
4. ABANDONO: Quando o funcionário deixa de comparecer ao trabalho por mais de 30 dias sem justificativa.

Segurança jurídica é lucro. Ter uma equipe alinhada aos seus valores é o que garante a escala do seu restaurante ou empresa. Não deixe a pena ou o medo de processos impedirem a gestão correta do seu patrimônio. É melhor organizar do que ter condenação para pagar.

Comenta aqui embaixo: você já precisou aplicar uma justa causa ou já deixou de aplicar por pena do empregado?

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Atestado falso? O código que pode custar o emprego!CEO, você já ouviu falar do CID Z76.5? Ele é um alerta vermelho para ...
01/06/2026

Atestado falso? O código que pode custar o emprego!
CEO, você já ouviu falar do CID Z76.5? Ele é um alerta vermelho para a sua gestão.

Muitas vezes, na correria do dia a dia, recebemos atestados médicos e apenas os encaminhamos para o RH. Mas existe um código específico que todo empregador precisa conhecer: o CID Z76.5.

Ele é utilizado pelo médico quando ele percebe que o paciente está fingindo uma doença de forma consciente apenas para conseguir o afastamento. Ou seja: não há enfermidade, há simulação. Quando esse código aparece no atestado, o médico está entregando uma prova técnica de que houve má-fé.

E as consequências para o colaborador podem ser graves:
- Advertência ou Suspensão: Dependendo do histórico e da política da empresa.
- Demissão por Justa Causa: A simulação de doença para faltar ao trabalho configura ato de improbidade (desonestidade), o que quebra totalmente a confiança necessária para o contrato de trabalho.

A punição depende da sua estratégia de gestão e do relacionamento com a equipe, mas o direito de punir está garantido pela lei nesses casos.

É melhor organizar do que ter condenação para pagar. Fique atenta aos detalhes que protegem o seu negócio!
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25/05/2026

Sua empresa usa motoboys de aplicativo?

Foi sancionada uma lei que protege os entregadores que trabalham por aplicativo — e isso impacta diretamente a operação do seu negócio.
Os aplicativos são obrigados a contratar um seguro para cada motoboy, sem franquia. Isso significa que, em caso de acidente, o entregador estará coberto sem precisar arcar com nenhum valor inicial. E tem mais: se o motoboy presta serviço para mais de um aplicativo e sofre um acidente, o seguro acionado será o da plataforma que ele estava utilizando no momento do ocorrido.

Isso evita dúvidas e garante mais segurança jurídica para todos os envolvidos.Para a sua empresa que depende de entregas, o recado é claro:
1. Verifique se os aplicativos que você utiliza estão cumprindo a nova regra.
2. Exija comprovação da cobertura securitária.
3. Documente tudo — em caso de acidente, a responsabilidade pode recair indiretamente sobre o tomador do serviço.

É melhor organizar do que ter condenação para pagar. Fique atenta e proteja o seu negócio.
Sua empresa já verificou a regularidade dos aplicativos de entrega que utiliza?

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Canal de Denúncias não é caixa de sugestões. É ferramenta de compliance que exige cuidado e responsabilidade. Muitas CEO...
21/05/2026

Canal de Denúncias não é caixa de sugestões. É ferramenta de compliance que exige cuidado e responsabilidade.

Muitas CEOs querem implementar o Canal de Denúncias para fortalecer a governança da empresa, mas é preciso atenção: se mal estruturado, ele pode gerar mais riscos do que proteção. O Canal de Denúncias permite a comunicação de:
- Atividades ilegais;
- Assédio moral;
- Assédio sexual;
- Discriminação;
- Movimentações prejudiciais à gestão financeira.

O ponto crítico é a confidencialidade. Colaboradores, clientes, fornecedores e parceiros só vão utilizar o canal se confiarem que suas identidades e informações estão protegidas. Sem essa confiança, o canal vira letra morta — ou pior, vira fonte de conflitos internos.

Para implementar com segurança:
1. Garanta anonimato real (não basta prometer, é preciso estrutura técnica).
2. Defina claramente quem terá acesso às denúncias.
3. Estabeleça um fluxo de apuração sigiloso e imparcial.
4. Comunique de forma transparente como o canal funciona.

CEO, compliance bem feito protege o seu negócio. Compliance mal feito vira passivo trabalhista.
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Greve é direito, mas não é absoluto. Entenda os limites. Todo trabalhador tem direito à greve, desde que cumpridos os re...
20/05/2026

Greve é direito, mas não é absoluto. Entenda os limites.

Todo trabalhador tem direito à greve, desde que cumpridos os requisitos legais:
- Aviso prévio de 72h à empresa sobre a paralisação.
- Finalidade exclusiva de reivindicações trabalhistas.

Agora, o que muita gente não sabe: a greve pode se tornar abusiva — e nesse caso, a demissão por justa causa é uma possibilidade real. Quando a greve se torna abusiva? Quando os trabalhadores continuam paralisados mesmo depois de celebrado um acordo válido entre a empresa e o sindicato.

Insistir na greve após o acordo caracteriza abuso de direito e quebra da boa-fé contratual. Para a CEO, o recado é duplo:
- Respeite o direito de greve — ele é constitucional e deve ser exercido dentro da lei.
- Documente tudo — se a greve se tornar abusiva, as provas são sua blindagem para uma eventual justa causa.

O melhor caminho? Prevenir. Manter condições de trabalho dignas, diálogo aberto com a equipe e cumprir as convenções coletivas reduz drasticamente o risco de paralisações.

Sua empresa tem um canal de diálogo com os colaboradores? Conta aqui nos comentários.
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