03/08/2026
O STF vai definir os limites da contratação de prestadores de serviço como pessoa jurídica. Enquanto a decisão não sai, processos sobre o tema seguem suspensos em todo o país. E essa pausa vem produzindo um efeito silencioso: muitas empresas confundiram suspensão com segurança.
A questão central não está no modelo PJ, que é legítimo quando bem aplicado. Está na forma como cada contratação foi construída. Se existe autonomia real na prestação do serviço, se o contrato foi desenhado para aquela relação específ**a, se a rotina confirma o que o documento afirma. São esses elementos que serão lidos à luz da decisão que ainda vai sair.
Empresas que estruturaram suas contratações com critério técnico estarão preparadas para qualquer resultado do julgamento. As demais descobrirão o tamanho do risco apenas quando ele se tornar visível.