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Dra. Eduarda Alves - Escritório de Advocacia Advogada atuante desde 2017 no Direito Cível, Consumidor, Direito Médico/Estético e Contratos.

Na teoria, tudo é lindo.Mas, na prática...
21/08/2026

Na teoria, tudo é lindo.
Mas, na prática...

Conferência OAB/RJ
19/08/2026

Conferência OAB/RJ

Hoje é dia de parar e lembrar por que escolhi essa profissão.A advocacia não é feita só de petição, prazo e audiência. É...
12/08/2026

Hoje é dia de parar e lembrar por que escolhi essa profissão.

A advocacia não é feita só de petição, prazo e audiência.

É feita de mulheres que chegam até mim carregando um peso que ninguém mais viu. É feita de escuta, de paciência, e também, sejamos honestas, de muita espera.

Porque a gente sabe: o Judiciário não é rápido. Processo às vezes anda devagar, audiência atrasa, decisão demora mais do que a gente gostaria. E eu entendo cada mensagem de "ainda não saiu nada?", cada ansiedade de quem só quer resolver logo pra seguir a vida.

Mas aqui vai o meu compromisso, nesse Dia do Advogado: por mais que o processo demore, eu não vou soltar sua mão no meio do caminho.

Enquanto durar, eu estou aqui — com técnica, com verdade, e com o mesmo cuidado do primeiro dia até o último.

Que eu continue sendo essa advogada. Pra você, e pra quem ainda vai chegar até mim.

Entrei na trend.... errei? 💅🏻✨️
07/08/2026

Entrei na trend.... errei? 💅🏻✨️

Filhos não podem f**ar para depois. As necessidades deles acontecem todos os dias, não apenas quando sobra dinheiro. Pri...
03/06/2026

Filhos não podem f**ar para depois.

As necessidades deles acontecem todos os dias, não apenas quando sobra dinheiro. Priorizar uma criança não é sobre ter muito, mas sobre entender o que realmente vem em primeiro lugar.

Porque, no fim das contas, a responsabilidade com os filhos deveria ser tão importante quanto qualquer compromisso que fazemos questão de manter.

Hoje foi um dia singular.Compartilhei conhecimento, mas, acima de tudo, fui profundamente impactada por tudo o que vivi....
14/04/2026

Hoje foi um dia singular.

Compartilhei conhecimento, mas, acima de tudo, fui profundamente impactada por tudo o que vivi.

Histórias reais, intensas, de superação.
Perdas e vitórias que carregam força e verdade.

Tive a honra de palestrar na Casa da Mulher Carioca Tia Doca, um espaço que vai muito além de acolhimento: promove políticas públicas voltadas às mulheres, incentivando autonomia, capacitação e o rompimento de ciclos de violência.

Para quem não conhece, Tia Doca foi uma mulher à frente do seu tempo. Tecelã, empregada doméstica e mãe de três filhos, encontrou no samba não apenas uma expressão cultural, mas um caminho de sustento e resistência.

Transformou o próprio quintal em um dos mais importantes espaços culturais do subúrbio carioca, deixando um legado que atravessa gerações.

Hoje, aprendi com mulheres que se reconstruíram. Mulheres que renasceram e encontraram no empreendedorismo uma forma de viver com dignidade, livres das marcas, físicas e emocionais, que um dia tentaram silenciá-las.

Hoje, eu vivi o verdadeiro empreendedorismo feminino: aquele que nasce da necessidade, mas floresce na coragem.

🌹

Sim, é essencial que os homens ocupem o espaço do cuidado e aprendam, de fato, tudo aquilo que historicamente foi ensina...
10/04/2026

Sim, é essencial que os homens ocupem o espaço do cuidado e aprendam, de fato, tudo aquilo que historicamente foi ensinado às mulheres desde muito cedo.

Mas também é preciso olhar com mais sensibilidade para a realidade das mães, que frequentemente se veem diante de um dilema cansativo: permitir que o pai aprenda com os próprios erros, sem interferir, enquanto permanecem em alerta constante para garantir que esses erros não afetem a segurança e o bem-estar dos filhos.

❗️Além disso, quando o pai está nesse processo de “aprendizado”, ele costuma ser exaltado: “está se esforçando”, “que bonito ver um pai presente”, “faz do jeito dele, mas faz”.

Já a mãe, que executa tudo com excelência diariamente, sem margem para falhas, muitas vezes não recebe reconhecimento — como se tudo aquilo fosse apenas o mínimo esperado.

E, no fim das contas, se algo dá errado, a pergunta inevitável surge: “onde estava a mãe?”.

É ela quem acaba sendo responsabilizada, carregando não só o julgamento, mas também a sobrecarga de corrigir o que não foi feito — mesmo quando a falha não foi dela.

Enquanto isso, quem realmente sofre as consequências é a criança: sem a roupa limpa, sem ser buscada na escola, sem uma alimentação adequada… porque alguém simplesmente esqueceu — ou nem percebeu que precisava agir.

Muito se fala que as mulheres precisam “abrir mão do controle” para que os homens aprendam a cuidar sozinhos. Em alguns casos, isso até pode funcionar. Mas, em muitos outros, o que acontece é o oposto: tarefas mal feitas ou adiadas até que a mulher, exausta, retome tudo para si.

E aí f**a a reflexão: quando dizem “deixa ele aprender a ser pai”… quem arca com o custo desse aprendizado?

Endereço

Rua Silva Cardoso, 152/Torre B, Bangu
Rio De Janeiro, RJ
21810032

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