Helem Franceschini e Advogados Associados

Helem Franceschini e Advogados Associados Advocacia Cível - Contencioso Estratégico

Existe uma decisão na vida de quem empreende que é, do ponto de vista racional, indefensável. Você sai de uma estrutura ...
21/05/2026

Existe uma decisão na vida de quem empreende que é, do ponto de vista racional, indefensável. Você sai de uma estrutura que funciona, com renda previsível e segurança, para construir uma do zero.

Quando contei para as pessoas próximas que ia fazer isso, todo mundo achou que eu tinha enlouquecido. Era uma boa estrutura. Eu estava bem ali.

Mas eu enxergava o teto.

Não o teto financeiro. O teto que eu enxergava era outro: era o tamanho da decisão que eu podia tomar dentro daquela estrutura. E para quem tem ambição estruturada, esse teto machuca mais.

Eu fiquei muito tempo ganhando pouco depois de sair. A retirada não podia ser maior porque o negócio precisava ser sustentado. Mas todo dia que passou nesse período eu estava construindo algo que tinha a minha cara.

Quem nunca enxergou o próprio teto não precisou sair de lugar nenhum. Para quem enxergou, f**ar é a forma mais sutil de desistir.

Em 2026, integrei a delegação brasileira no Deposit Ceremony in the Arctic World Archive, em Longyearbyen, na Noruega.A ...
21/05/2026

Em 2026, integrei a delegação brasileira no Deposit Ceremony in the Arctic World Archive, em Longyearbyen, na Noruega.

A foto desse momento aparece. A trajetória que levou até ela, não.

Eu venho do interior do Rio. Saí de Volta Redonda para a capital depois de me formar em Direito na UniFOA. Construí carreira sem rede pré-existente, sem padrinhos, sem geografia favorável. E há mais de uma década invisto — silenciosamente — no que chamo de capital institucional.

Capital institucional se acumula como capital financeiro: lentamente, com juros compostos. Cada cargo aceito constrói o próximo. Cada palestra qualif**a para a próxima. Cada publicação abre porta para a seguinte. É um mecanismo que não aparece em rede social — porque acontece dentro de comissões, congressos, escolas, conselhos.

Hoje presido a Comissão da Advocacia do Futuro da OAB-RJ. Coordeno o curso de Inteligência Artificial e Advocacia na ESA. Sou Vice-Diretora de Valorização da Advocacia, Conselheira da OAB-RJ, Presidente da 1ª turma do TED. Já participei de congressos no Brasil e na Espanha. Recebi medalhas, publiquei na Revista da ANDES.

Cada uma dessas linhas, isoladamente, parece pequena. Juntas, elas formam o caminho que me levou — entre outras coisas — para integrar a delegação brasileira na Noruega.

A geografia de origem não determinou o destino. Determinou só o ponto de partida.

O caso das advogadas do Pará me chamou atenção não pela novidade — mas pela semelhança.Há 23 anos, um episódio quase idê...
20/05/2026

O caso das advogadas do Pará me chamou atenção não pela novidade — mas pela semelhança.

Há 23 anos, um episódio quase idêntico dividiu a comunidade jurídica brasileira. E a controvérsia que ele inaugurou é exatamente o que precisamos entender para analisar o que aconteceu agora com seriedade — não só com indignação.

Escrevi um artigo sobre isso. Não é um resumo do caso. É uma análise da fronteira ética entre a defesa legítima e a fraude processual — onde ela começa, onde ela termina, e por que essa linha não mudou com a tecnologia.

O carrossel traz os pontos principais.
O artigo vai mais fundo.

Link na bio. 🔗

Advocacia InovaçãoNoDireito AdvocaciaDeFuturo LGPD

Em pouco tempo, troquei de sala duas vezes.Da primeira vez, todo mundo perguntou se eu não estava maluca. A sala nova er...
19/05/2026

Em pouco tempo, troquei de sala duas vezes.

Da primeira vez, todo mundo perguntou se eu não estava maluca. A sala nova era menor que a anterior. Da segunda vez, ninguém perguntou mais nada — porque ficou claro que cada mudança era parte de uma direção.

A primeira sala funcionava. Mas tinha sido construída por outra pessoa, com outra visão, para outro destino. Eu podia trabalhar lá. Não podia construir a partir dali.

Existe um conceito em psicologia ambiental, sustentado por décadas de pesquisa em arquitetura aplicada a negócios, que diz: o espaço onde uma decisão é tomada influencia o tipo de decisão que é tomada. Não como tendência — como mecanismo cognitivo mensurável.

Aplicado ao escritório, isso signif**a que o ambiente onde o cliente é recebido faz parte da decisão que ele vai tomar sobre confiar — ou não. Não é estética. É infraestrutura de relação.

Por isso continuo investindo em ambiente. Não porque o atual seja insuficiente — é o melhor que já tive. Mas porque ambiente não é destino. É parte de uma trajetória que precisa continuar comunicando, com clareza, quem somos.

Existe uma frase que todo empresário que perdeu algo grande já disse: “se eu soubesse antes.”Ela aparece sempre depois. ...
18/05/2026

Existe uma frase que todo empresário que perdeu algo grande já disse: “se eu soubesse antes.”

Ela aparece sempre depois. Depois do processo. Depois do contrato. Depois da operação que tinha brechas que ninguém viu a tempo.

A maioria das estruturas jurídicas opera no modelo de resposta. O problema aparece, alguém é chamado, alguém resolve com o que tem disponível. É um modelo que funciona. Mas funciona depois.

Estratégia jurídica não é resposta. É antecipação.

A diferença é grande. Quem responde está sempre um passo atrás do problema. Quem antecipa está dois passos à frente, mapeando exposições antes de elas se transformarem em demandas. A psicologia do risco, estudada por Daniel Kahneman, mostra por que somos tão ruins em antecipar: o cérebro humano subestima sistematicamente riscos que não são imediatos.

Por isso antecipar precisa ser método. Não pode depender da intuição de quem está dentro da operação. Precisa ser estrutura.

A maturidade jurídica de uma empresa se mede pelo tempo entre o problema e o conhecimento dele. E margem é o que separa quem absorve impacto de quem é destruído por ele.

15/05/2026

Essa semana foi incrível 🤩

Falei no vídeo sobre como foi o . Vale a pena conferir esse panorama que eu trouxe no reels — entender de tecnologia é essencial para acompanhar as mudanças do mundo!

Segundo dia de StartSe Festival.Ontem eu saí daqui com clareza. Hoje saí com convicção.Tem algo que f**a evidente quando...
14/05/2026

Segundo dia de StartSe Festival.
Ontem eu saí daqui com clareza. Hoje saí com convicção.
Tem algo que f**a evidente quando você passa dois dias dentro de um ambiente assim: o mercado não está esperando ninguém se preparar. As decisões estão sendo tomadas agora, com as ferramentas que existem agora, por quem decidiu entender o que está acontecendo antes de precisar.
Ainda tem gente que confunde cautela com lentidão. São coisas diferentes. Cautela é estudar antes de agir. Lentidão é esperar o mercado te forçar.
Para quem está à frente de um negócio jurídico, cautela sem tecnologia não é prudência. É atraso. E o mercado não espera!

Primeiro dia de StartSe Festival!Vim com uma pergunta: o que o mercado já entendeu que o direito ainda precisa assimilar...
13/05/2026

Primeiro dia de StartSe Festival!
Vim com uma pergunta: o que o mercado já entendeu que o direito ainda precisa assimilar?
Estou saindo daqui com muitas respostas.
Não é sobre ferramenta. É sobre mentalidade. A tecnologia não veio para substituir o raciocínio jurídico — veio para expor quem não tem um. Quem pensa com clareza estratégica usa a tecnologia para ampliar o que já sabe fazer. Quem não pensa, usa para disfarçar o que não sabe.
Quem está à frente de um escritório hoje precisa entender de gestão, de tecnologia e de estratégia — não como diferenciais, mas como condição de operação.
Dirijo um escritório. Estudo Python. Construo sistemas internos. Não porque é moderno. Mas porque quem não controla a própria operação vai depender de quem controla.
Hoje aqui confirmei o que já sabia: aprofundar em tecnologia não é opcional para quem está à frente de um negócio jurídico. É o ponte de partida do jogo que está sendo jogado agora.
Amanhã tem mais!

  1: A Linguagem Invisível do Perigo: Crimes Virtuais Contra Crianças e Adolescentes no Cenário Digital Brasileiro. — Le...
12/05/2026

1: A Linguagem Invisível do Perigo: Crimes Virtuais Contra Crianças e Adolescentes no Cenário Digital Brasileiro. — Leia o artigo, link na bio.

Você sabe o que seu filho está vendo agora?

Sabe o que signif**a CP, Trade, Red Pill?

Sabe que um emoji de feijão, de dinamite ou de “100” pode ser código entre pedófilos e adolescentes em redes sociais?
Sabe que aquela foto inocente da festa de aniversário pode ser capturada, manipulada por deepfake e redistribuída em redes internacionais?

Sabe que o algoritmo da plataforma que ele usa pode, a partir de interações com determinados conteúdos, começar a recomendar imagens que expõem crianças?

O perigo não arromba mais a porta. Ele entra pela tela, disfarçado de emoji, de jargão, de perfil falso. E enquanto pais e responsáveis tentam acompanhar, redes criminosas já dominam essa linguagem há muito tempo.

A pergunta que f**a não é se você confia no seu filho. É se você reconhece o ambiente em que ele está.

No artigo, trago os termos que circulam nesses espaços, o que a Lei 14.811/2024 mudou e por que o letramento digital deixou de ser opcional para quem tem filho, sobrinho ou aluno.

Como ser digital se ainda somos tão analógicos? Nossos filhos já vivem nesse mundo. Cabe a nós entrar nele antes que seja tarde.

Link na bio.

paisefilhos

Ninguém te conta que construir algo seu vai custar mais do que dinheiro.Vai custar certeza. Vai custar pessoas. Vai cust...
11/05/2026

Ninguém te conta que construir algo seu vai custar mais do que dinheiro.

Vai custar certeza. Vai custar pessoas. Vai custar noites sem resposta e manhãs sem clareza. Vai custar a versão de você que precisava de aprovação para seguir em frente.

E esse é exatamente o ponto.

A psicologia do desenvolvimento humano fala sobre um conceito chamado “morte do eu anterior”. Toda vez que crescemos de verdade, uma parte de quem éramos precisa ir embora. Não porque era ruim — mas porque era pequena demais para o que estamos nos tornando.

O afastamento das pessoas não é abandono. É reorganização. Quem vibra no mesmo nível que você vibrava antes não consegue acompanhar a frequência em que você está agora. Isso dói. E também é necessário.

A dúvida que você sente não é fraqueza. É o seu sistema nervoso tentando proteger uma identidade que você já está superando. O medo de não ser grande o suficiente é sempre proporcional ao tamanho do que você está construindo.

Tem uma fase em que tudo parece solto. O espaço não tem a sua cara. A retirada não pode ser maior do que aquilo. Você toca tudo sozinha e não sabe se está indo bem ou apenas sobrevivendo.

É exatamente nessa fase que a maioria desiste.

Não porque não é capaz. Mas porque ninguém avisou que essa fase tem nome. Que ela é documentada. Que quase todo ser humano que construiu algo signif**ativo passou por ela — e que do outro lado existe uma versão de você que hoje mal consegue imaginar.

Quem constrói de verdade não constrói em linha reta. Constrói em ciclos. Avança, questiona, reconstrói, avança de novo.

E um dia olha para trás e entende que cada momento de dúvida foi um tijolo. Que cada pessoa que se afastou abriu espaço para quem de fato pertence à sua história. Que cada noite sem resposta foi silêncio necessário antes da clareza.

O processo é o preço. A chegada é sua.

Se você está no meio dessa construção — continue. A versão de você que está sendo forjada agora vale cada custo. 🤍
Envie para quem precisa desse incentivo!

Se você não paga por um produto, o produto é você.A facilidade fez a gente esquecer disso todo dia. Aceita, integra, aut...
08/05/2026

Se você não paga por um produto, o produto é você.

A facilidade fez a gente esquecer disso todo dia. Aceita, integra, autoriza, segue. E enquanto isso, localização em tempo real, lista de contatos, conversa privada, padrão de comportamento, tudo vira ativo de outro.

Em 2006, Clive Humby disse que dados seriam o novo petróleo. Vinte anos depois, as empresas mais valiosas do mundo deixaram de ser as que produzem energia. Passaram a ser as que processam comportamento.

A tecnologia não invadiu sua vida.

Você abriu a porta.

A pergunta que importa não é mais o que está sendo coletado. É o que você decide a partir de agora.

E é exatamente sobre isso o meu próximo livro.

Não é um manual de privacidade. Não é uma lista de cuidados. É um livro sobre infraestrutura de poder: o que está sendo construído por baixo da economia digital, quem decide o quê dentro dessa arquitetura, e como cada clique em “aceitar” reorganiza, em silêncio, a balança de quem manda e de quem é mandado.

Escrever esse livro tem me obrigado a olhar tecnologia com a mesma lente que eu uso no contencioso estratégico: sistemas não são neutros, decisões não são acidentes, e poder não desaparece, ele só muda de lugar.

Em breve compartilharei mais detalhes por aqui.

E queria registrar: estou amando escrever sobre tecnologia!

Endereço

Travessa Do Paço, 23/Gr. 907/Centro
Rio De Janeiro, RJ
20.010-170

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Helem Franceschini e Advogados Associados posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar