18/08/2026
Imóvel arrematado no Paraná, com processo tramitando em SP. Penhoras, indisponibilidades, hipotecas na matrícula e uma só necessidade: uma decisão judicial que determine ao RGI o cancelamento dos gravames.
Parece simples, né? Mas são visitas SEMANAIS ao gabinete do juiz, reclamações ao CNJ e um sorriso BEM falso toda vez que eu ou alguém do time entra na vara. Não tem saída, a não ser implorar. Só quem vive esse dia a dia sabe que se não tiver jogo de cintura o processo nunca mais andará. 🥹
E não para por aí. Antes dos gravames, o problema era a posse. Sabe aquele magistrado que NÃO ADIANTA pedir mais de uma coisa na mesma petição? Ele mal analisa uma, quiçá as demais. Mesmo implorando.
Então os pedidos saem picotados. Petição juntada, decisão que ignora, peticiona de novo, volta ao fórum. De novo. E de novo. Idas e vindas incontáveis…todas infrutíferas.
Do outro lado, o cliente: imóvel já “vendido”, promessa de compra e venda assinada com um prazo bem conservador pra entrega da documentação… o meu desespero pra destravar o processo só aumenta.
Por isso eu digo: arrematar o imóvel é fácil. Difícil é saber o que fazer — e como fazer — diante de um judiciário que não só não ajuda, como faz questão de complicar.
Me segue pra mais sobre o dia a dia REAL dos leilões de imóveis. E me conta nos comentários: como você costuma abordar o juiz quando está desesperada por um andamento? Vamos nos ajudar! 👇🏼