Hana Guimarães

Hana Guimarães Advogada, com foco em atuação no Direito das Famílias, defendendo mulheres e seus filhos.

Eu alcancei a marca de 100 seguidores! Quero agradecer o apoio contínuo. Nunca teria conseguido isso sem cada um de você...
30/07/2024

Eu alcancei a marca de 100 seguidores! Quero agradecer o apoio contínuo. Nunca teria conseguido isso sem cada um de vocês. 🙏🤗🎉

O módulo da aula que apresentarei junto com a Professora Júlia Melim (.adv) e a Professora Isadora Balem () será a últim...
04/04/2024

O módulo da aula que apresentarei junto com a Professora Júlia Melim (.adv) e a Professora Isadora Balem () será a última do curso e iremos abordar a aplicabilidade do Protocolo para julgamento com perspectiva de gênero.

Será emitido certificado de participação de 20 h/a. Ficará disponível para acesso por 6 meses!

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Aqui na minha bio tem o link para inscrição no curso!

Vamos juntas/os?

É com alegria que estamos lançando o curso “Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero: aplicações, conceitos e...
04/04/2024

É com alegria que estamos lançando o curso “Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero: aplicações, conceitos e práticas”, baseado no livro lançado em outubro de 2023. Inédito e aprofundado, o curso é uma iniciativa das organizadoras da obra e conta com algumas autoras e convidadas especiais. Será uma oportunidade para você buscar aprofundamento sobre a temática, adquirir conhecimento teórico e prático, bem como trocar experiências e contribuir para o avanço da igualdade de gênero.

Os encontros serão online (ao vivo) e as inscrições podem ser feitas através do link https://www.even3.com.br/protocolo-para-julgamento-com-perspectiva-de-genero-aplicacoes-conceitos-e-praticas-449034/ que está na bio.

Abaixo está a programação do curso:

- 22/04 - 19h - AULA INAUGURAL
Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero: ferramenta para o enfrentamento da violência contra a mulher, com a Profª Ana Paula de Oliveira Antunes
Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero e Alienação Parental, com a Profª Eliene Bastos

- 06/05 -19h -MÓDULO I: Conceitos básicos e aspectos introdutórios sobre o protocolo (Profªs Giovanna Aguiar de Almeida e Flávia Alessandra Naves Silva)

- 20/05 - 19h - MÓDULO II: Teorias feministas do direito e o enfrentamento da violência e o protocolo (Profªs Alice Bianchini e Júlia Melim Borges)

- 03/06 - 19h - MÓDULO III: Interseccionalidade Gênero e Raça (Profªs Gabriela Jacinto Barbosa, Gabriella Andréa Pereira e Mariana Franco F**kner)

- 17/06 - 19h - MÓDULO IV: Como atuar com perspectiva de gênero e os impactos do protocolo nos dias atuais (Profªs Luciana da Veiga Cascaes e Mayara de Andrade Bezerra)

- 01/07 - 19h - MÓDULO V: Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero: aplicabilidade (Profªs Júlia Melim Borges, Hana Livio Generoso Guimarães e Isadora Forgiarini Balem

Será emitido certificado de participação de 20 h/a. Ficará disponível para acesso por 6 meses!

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Vamos juntas/os?

Calma, eu juro que você vai entender quando ler a legenda!O post não tem a intenção de “fazer fofoca” ou julgar o relaci...
30/03/2024

Calma, eu juro que você vai entender quando ler a legenda!

O post não tem a intenção de “fazer fofoca” ou julgar o relacionamento alheio. Muito pelo contrário!

O que eu quero é trazer uma reflexão que fiz desde quando vi que eles haviam retomado o relacionamento.

Para quem não sabe ou não conhece eles, o Mc Poze é um rapper/funkeiro aqui do Rio de Janeiro e que ficou muito famoso no ano de 2019. Ele era casado com a Vivi Noronha, com quem tem 3 filhos. Os dois moravam na favela do Rodo, em Santa Cruz.

Em 2021, eles se separaram. E cada um foi viver sua vida.

Vivi ficou “famosa” por causa do ex, mas conseguiu fazer do limão uma limonada e desde então investiu nela, em se cuidar, em crescer profissionalmente e claro, fazer dinheiro! Porque é isso que dá autonomia para a mulher. Ela ter a possibilidade de ter a sua independência financeira.

E hoje, com milhões de seguidores nas redes sociais, com patrocínios, com uma conta bancária cheia fruto do trabalho dela, ela pode ESCOLHER reatar o relacionamento.

E infelizmente essa não é a realidade de muitas mulheres que permanecem em relacionamentos ruins, abusiv0s, por dependerem financeiramente de seus companheiros.

Por isso eu sempre incentivo as mulheres a estudarem, trabalharem e buscarem a sua independência financeira, e sim eu sei que é difícil, especialmente quando se tornam mães, mas é importante que as mulheres tenham isso em mente.

Quando a mulher tem acesso aos estudos, acesso ao mercado de trabalho, quando tem a possibilidade de colocar os filhos na creche/escola para poder cuidar de si, aí sim ela pode buscar sua independência financeira, buscar sua liberdade.
E isso tem tudo a ver com a luta pelos Direitos das mulheres.

Uma mulher livre é aquela que pode dizer não, pode ir embora e também pode voltar, desde que por escolha e não por única opção! 🍀💜

Advocacia feminista, presente! ✊💜Hoje tive a honra de ouvir a querida Ana Lúcia Dias () falar sobre o Capital invisível ...
27/03/2024

Advocacia feminista, presente! ✊💜

Hoje tive a honra de ouvir a querida Ana Lúcia Dias () falar sobre o Capital invisível investido na maternidade. Tese criada por ela, em artigo escrito em 2016 e publicado em 2019, que reconhece a imensa sobrecarga materna e o quanto a mãe (em sua grande maioria a cuidadora principal ou até única do filho) faz um trabalho invisível e sem remuneração mas que é essencial para que o filho possa crescer e se desenvolver, trabalho esse que é exaustivo, sem pausas, custoso e que a sociedade diz que deve ser gratuito, já que confundem trabalho de cuidado com amor.

Atuar com uma perspectiva de gênero no Direito das famílias é tentar amenizar essa sobrecarga que se transforma em exaustão, seja com a fixação de alimentos de forma a amenizar essa desproporcionalidade entre os genitores, já que quem cuida dos filhos não tem o mesmo tempo e disponibilidade para se dedicar ao trabalho, seja com a divisão igualitária dos cuidados com os filhos.

O Protocolo para julgamento com perspectiva de gênero traz luz à essas questões, por isso é tão importante que ele seja aplicado, mas é importante também que as advogadas e advogados exijam a sua aplicação!

Ainda temos muito caminho a percorrer para conseguir a equidade de gênero que desejamos, mas que bom que não andamos só! ❤️‍🔥✨

200 publicações. Pouco mais de 800 seguidores, todos orgânicos. 03 anos de atuação com perspectiva de gênero. Uma especi...
22/03/2024

200 publicações. Pouco mais de 800 seguidores, todos orgânicos. 03 anos de atuação com perspectiva de gênero. Uma especialização em Direitos da Mulher e a Advocacia Feminista.
E um longo caminho a percorrer.

Não tenho vocação para ser “digital influencer”, muitas vezes esqueço de postar, fico sem criatividade para fazer uma publicação e não gosto de fazer conteúdo igual, embora, obviamente, em algum momento o tema será o mesmo.
Para mim, essa minha conta no Instagram é para compartilhar informações importantes sobre os direitos das mulheres, mães (ou não), e de suas crias. E claro, divulgar o meu trabalho, já que no mundo de hoje se você não está “nas redes” você “não existe”.
Por aqui tento trazer a advocacia real, cheia de perrengue, frustração e (graças a Deus) algumas vitórias, a vida glamourosa das redes deixo para quem prefere viver de mentiras.

Agradeço a quem me acompanha por aqui 💜
E prometo que em breve vou trazer mais novidades.

Tenho compartilhado decisões que aplicam o Protocolo para julgamento com perspectiva de gênero do CNJ, pois, tenho me de...
18/03/2024

Tenho compartilhado decisões que aplicam o Protocolo para julgamento com perspectiva de gênero do CNJ, pois, tenho me dedicado ao estudo do documento e principalmente em divulgar e incentivar o uso do protocolo por advogadas e advogados.
Por isso não poderia deixar de compartilhar esse trecho de um parecer do Ministério Público de Santa Catarina que além de citar o protocolo ainda mencionou um trecho do meu artigo “O protocolo para julgamento com perspectiva de gênero e o Direito das famílias: as teses jurídicas feministas incutidas nas diretrizes do Protocolo” publicado no livro Protocolo para julgamento com perspectiva de gênero: aplicações, conceitos e práticas.
O intuito do livro, organizado pelas queridas .adv , e .doliveiraa , é justamente avançar na compreensão acerca da aplicabilidade do protocolo e auxiliar na interpretação do direito a partir de uma perspectiva de gênero.
Não posso deixar de mencionar também a querida Ana Lúcia Dias () que criou a tese do “capital invisível investido na maternidade”, que foi mencionada no parecer e que eu também abordo no meu artigo.
Agradeço a .adv por compartilhar comigo o parecer. 🥰
Tenho certeza que para todas nós que atuamos com perspectiva de gênero, que fazemos questão de trazer luz às desigualdades de gênero e como elas impactam os julgamentos e a condução dos processos judiciais, ter um parecer que aplica o protocolo e que reconhece o trabalho de cuidado não remunerado das mulheres, é uma felicidade e um importante avanço para a concretização dos objetivos do protocolo, a equidade de gênero! ✊💜🍀

Para quem é feminista, quem é comprometida com a causa, quem é defensora de mulheres e meninas e quem deseja a emancipaç...
08/03/2024

Para quem é feminista, quem é comprometida com a causa, quem é defensora de mulheres e meninas e quem deseja a emancipação de todas, hoje é só mais um dia para reforçar nosso desejo, vontade e busca por um mundo mais justo, saudável e seguro para todas e todos!

Hoje e sempre queremos equidade de gênero, queremos o fim da violência, de qualquer tipo, contra mulheres e meninas e queremos viver, sem medo e de forma plena!

Desejo que todas as mulheres possam se apoiar, se incentivar e que vibrem com as conquistas umas das outras. Não há nada mais potente que a união entre mulheres! 💜👭

Seguindo com decisões que aplicam o Protocolo para julgamento com perspectiva de gênero, em decisão de embargos de decla...
07/03/2024

Seguindo com decisões que aplicam o Protocolo para julgamento com perspectiva de gênero, em decisão de embargos de declaração (que é quando a decisão tem alguma omissão, contradição, obscuridade ou erro material) de uma decisão de agravo de instrumento, a desembargadora relatora Iolanda Santos Guimarães entendeu pela retirada de petição e documentos que se destinavam a atacar a honra da mulher (no caso ex-esposa) e que não tinham nenhuma relação com o processo, observando a não perpetuação de esteriótipos de gênero que enquadram mulheres como vingativas, traidoras, promíscuas e afins.

Aos poucos vamos avançando no caminho pela não discriminação de gênero e pela equidade! 💜

Trazendo mais uma decisão em que há a aplicação do protocolo para julgamento com perspectiva de gênero, essa sobre divór...
06/03/2024

Trazendo mais uma decisão em que há a aplicação do protocolo para julgamento com perspectiva de gênero, essa sobre divórcio e alimentos para a ex-cônjuge, o desembargador relator Ricardo Moreira Lins Pasti, da 8ª Câmara Cível do TJRS, reconheceu que a construção dos esteriótipos de gênero relacionados aos papéis atribuídos à mulher, de cuidados com a casa e o filhos, em trabalho não remunerado, pode levar à violação dos direitos da mulher, que muitas vezes deixa a relação com perdas financeiras e sobrecarga de obrigações, especialmente no cuidado com os filhos.

Decisão muito importante e atenta a realidade das mulheres! 💜

Em mais uma decisão em que aplicou o Protocolo para julgamento com perspectiva de gênero, o Desembargador Eduardo August...
05/03/2024

Em mais uma decisão em que aplicou o Protocolo para julgamento com perspectiva de gênero, o Desembargador Eduardo Augusto Salomão Cambi reconheceu a sobrecarga da mãe, única responsável pelos cuidados com as três filhas, como um fator importante para manutenção do valor fixado de alimentos pagos pelo genitor em favor das filhas, considerando a proporcionalidade das responsabilidades financeiras dos genitores.

Importante decisão que leva em consideração todo o cuidado e tempo à disposição da mãe com os seus filhos, o que a impede de retorno ao mercado de trabalho ou em caso de já atuar em trabalho remunerado, que a limita.

Reconhecer que as mulheres mães que não possuem rede de apoio têm sua renda prejudicada e por isso é justo que o genitor contribua financeiramente de forma a minimizar esse prejuízo é um importante passo no combate à desigualdade de gênero! 👏


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