12/09/2026
A ADVOCACIA NÃO PODE SE CALAR. A OAB TAMBÉM NÃO.
Vivemos hoje no Brasil um momento de grave tensão jurídica e institucional. Prerrogativas da advocacia relativizadas, segurança jurídica fragilizada, decisões que geram insegurança e um crescente sentimento na classe de que o Estado avança onde a defesa deveria ser intransigente.
E diante desse cenário, o que vemos na presidência nacional da OAB?
Uma OAB Nacional tímida, burocrática e longe dos grandes debates que definem os rumos do país.
A advocacia brasileira e o povo clama por uma OAB com posicionamento firme, corajoso e à altura de sua história.
A OAB não é um órgão de classe qualquer. É, por previsão constitucional, defensora do Estado Democrático de Direito, da Constituição, dos direitos humanos e da justiça social.
A OAB, por seu presidente nacional, não pode se comportar como um expectador dos fatos. Precisa ser uma voz nacional dos interesses da nação.
Não é possível que, diante de violações de prerrogativas em todo o país, de advogados impedidos de exercer seu múnus, de jurisprudências que mudam ao sabor do momento, a maior entidade de classe da América Latina se mantenha em "silêncio estratégico".
O que a advocacia real e a nação espera da OAB Nacional:
1. Posicionamento firme e público em defesa das prerrogativas, sem cálculo político;
2. Defesa intransigente do devido processo legal, do contraditório e da ampla defesa para TODOS;
3. Coragem para apontar inconstitucionalidades e arbitrariedades, venham de onde vierem, posicinando-se ao lado dos interesses da nação.
A história da OAB foi escrita por gigantes como Sobral Pinto, entreoutros, que enfrentaram ditaduras e arbítrios. Não pode hoje, ser escrita pela omissão ou complacência.
A Borges de Oliveira Advocacia se une a milhares de advogados e advogadas de todo o Brasil que exigem:
A OAB precisa voltar a ter coragem. Precisa voltar a ser a voz da cidadania.
Porque quando a advocacia se cala, o arbítrio avança.
*BORGES DE OLIVEIRA ADVOCACIA*
Que a Justiça e a Paz prevaleçam sempre