30/01/2026
⚠️ Seu patrimônio pode sofrer uma perda relevante na sucessão a partir de 2027 — e a maioria das famílias nem percebe isso.
Existem três pontos essenciais que você precisa entender agora.
1️⃣ Inventário é inevitável
Após o falecimento, os herdeiros só conseguem acessar os bens por meio do inventário. É um procedimento demorado, caro e, muitas vezes, traumático para a família.
2️⃣ ITCMD está prestes a aumentar em São Paulo
Hoje, a alíquota do ITCMD no Estado de São Paulo é de 4% fixa.
Mas já tramita na Assembleia Legislativa um projeto que prevê a elevação para até 8%, de forma progressiva.
Quem deixa para planejar depois, paga mais imposto.
3️⃣ A base de cálculo não é o valor da Prefeitura
De acordo com o art. 9º da Lei Estadual nº 10.705/2000, o imposto incide sobre o valor venal, que para fins legais signif**a valor de mercado — e não o valor venal do IPTU.
Na prática, isso eleva drasticamente o imposto na sucessão.
👉 É aqui que entra o planejamento patrimonial, tributário e sucessório.
Com estratégia, é possível:
✔️ Organizar os imóveis
✔️ Antecipar a sucessão de forma legal
✔️ Reduzir carga tributária
✔️ Manter o controle e a administração do patrimônio
✔️ Proteger a família de conflitos e perdas financeiras
Um dos caminhos envolve a estruturação de uma empresa patrimonial, a integralização dos bens e a doação planejada de quotas — preservando renda, comando e eficiência tributária.
⏰ Atenção:
O cenário atual ainda permite economia relevante de imposto, mas essa regra está prestes a mudar. A partir do próximo ano, o Estado tende a exigir o imposto com base no valor de mercado dos imóveis, encerrando uma janela estratégica que existe hoje.
📩 Quer entender como organizar seu patrimônio antes que essas mudanças entrem em vigor?
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