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Imunoterapia no câncer de mama e negativas do plano.A imunoterapia estimula o sistema imunológico a reconhecer e combate...
03/09/2026

Imunoterapia no câncer de mama e negativas do plano.

A imunoterapia estimula o sistema imunológico a reconhecer e combater células tumorais. No câncer de mama, entra em protocolos específicos. Um exemplo conhecido é o pembrolizumabe (Keytruda), sobretudo em cenários como o triplo negativo. A indicação costuma depender de estadiamento, subtipo e, em vários casos, de biomarcadores descritos no laudo.

Mesmo com prescrição do oncologista, a operadora frequentemente recusa. Os argumentos mais comuns são medicamento experimental, uso off label, ausência no rol da ANS, fora da DUT ou custo elevado, muitas vezes sem enfrentar o laudo clínico ponto a ponto.

Nesses casos, o que costuma importar para entender a situação são a prescrição fundamentada, os laudos (anatomia patológica, estadiamento e biomarcadores), a negativa por escrito e os dados do medicamento. Em oncologia, o tempo também pesa. Adiar o início do tratamento por negativa pode ter impacto clínico.

Cada caso é concreto. O desfecho depende da documentação e do quadro médico. Não há garantia de resultado.

Mais informações em theodoro.adv.br/imunoterapia-cancer-mama/

Exames genéticos no câncer de mama. BRCA, painéis e Oncotype DX.No câncer de mama, certos exames genéticos ajudam a orie...
02/09/2026

Exames genéticos no câncer de mama. BRCA, painéis e Oncotype DX.

No câncer de mama, certos exames genéticos ajudam a orientar a conduta. BRCA1 e BRCA2 e painéis hereditários falam de risco familiar, decisão cirúrgica e acompanhamento de parentes. Te**es como Oncotype DX estimam risco de recorrência e ajudam a avaliar se a quimioterapia agrega benefício em tumores específicos.

A negativa do plano costuma aparecer quando o oncologista pede o exame e a operadora recusa por carta, protocolo ou atendimento. Os argumentos mais comuns são ausência no rol, falta de cobertura contratual, caráter experimental, critérios clínicos não preenchidos ou pedido sem justif**ativa técnica suficiente.

Enquanto isso, cirurgia, quimioterapia ou rastreio familiar podem f**ar na dependência do resultado. Na prática, a paciente f**a entre pagar valores elevados à vista ou adiar uma decisão oncológica.

Para entender a situação, o que normalmente importa é o pedido médico com a indicação do exame, os laudos e o histórico tumoral, a negativa escrita da operadora e o tipo exato do teste solicitado. Cada operadora e cada quadro clínico têm particularidades. O desfecho depende da documentação e do caso concreto.

Mais informações em theodoro.adv.br/exames-geneticos-mama/

Plano de saúde e TEA: coparticipação e negativas de terapia.No TEA, o acompanhamento costuma ser multidisciplinar e cont...
01/09/2026

Plano de saúde e TEA: coparticipação e negativas de terapia.

No TEA, o acompanhamento costuma ser multidisciplinar e contínuo. Fonoaudiologia, terapia ocupacional, psicologia, fisioterapia e, em muitos casos, ABA ou outras abordagens comportamentais entram na rotina semanal. O volume de sessões é alto. Por isso, a forma de cobrança do plano pesa tanto quanto a própria cobertura.

Coparticipação é a parcela que a família paga em cada atendimento, além da mensalidade. Em terapias frequentes, esse valor por sessão pode se aproximar ou até superar o que já se paga pelo plano no mês. Na prática, o tratamento continua coberto no papel, mas f**a economicamente inviável no dia a dia.

Outro cenário frequente é a negativa. O plano recusa fono, ABA, TO ou outra terapia prescrita, alegando limite de sessões, ausência no rol, caráter experimental ou falta de cobertura contratual. Sem a terapia, interrompe-se o acompanhamento que o médico ou a equipe indicaram como necessário.

Nesses casos, o que normalmente importa para entender a situação são o contrato (regras de coparticipação e cobertura), as faturas com os valores cobrados por sessão, o laudo ou a prescrição das terapias e a negativa formal, quando existir. Cada operadora e cada contrato têm regras próprias. O desfecho depende do quadro concreto e da documentação.

Empresa sob execução e monitória. O que fazer?Em agosto de 2026, o noticiário econômico trouxe pedidos de reestruturação...
31/08/2026

Empresa sob execução e monitória. O que fazer?

Em agosto de 2026, o noticiário econômico trouxe pedidos de reestruturação de grandes grupos. Casas Bahia (recuperação judicial, dívida de cerca de R$ 17,3 bilhões), Braskem (recuperação extrajudicial, cerca de R$ 56 bilhões) e a dona do Habib's (recuperação judicial, R$ 265,2 milhões). Fontes: G1 Economia.

Esse cenário não signif**a que toda empresa deve seguir o mesmo caminho. Para micro e pequenas empresas, a cobrança costuma endurecer. Recuperação judicial muitas vezes não é a alternativa à mão, por exigir custos mais altos. Ainda assim, é possível gerenciar o passivo de forma a preservar a viabilidade operacional.

Antes de qualquer salto, inventariar contratos e processos, separar o urgente (prazo, bloqueio, penhora), evitar renegociação às cegas e definir estratégia por credor.

Saiba Mais → theodoro.adv.br/gestao-passivo-bancario/

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