20/08/2024
O brasileiro não gosta de falar a respeito da morte. Não está em nossos costumes o hábito de adquirir, por antecipação, o lugar destinado ao nosso túmulo ou sepultura.
Bem como não temos, de modo mais amplamente difundido, o hábito de contratar seguro de vida. Não praticamos, em grande escala, a doação de órgãos para serem utilizados após a morte.
Parece que essas atitudes, no dito popular, "atraem o azar", né?
Mesmo assim, apesar da tentativa de evitar o inevitável, o planejamento da sucessão é um tema que deve ser olhado com uma maior atenção.
A morte é inevitável. O homem desaparece, mas os bens continuam.
Além das perdas afetivas e sentimentais que envolvem a morte de um familiar, o processo sucessório - através do inventário - traz outros desgastes, como temporais, financeiros e emocionais, gerando, não raras vezes, brigas entre os herdeiros e a deterioração ou mesmo o perecimento do patrimônio transmitido.
Para minimizar esses possíveis conflitos e proteger o patrimônio que será transmitido pela via sucessória, é que entra o planejamento sucessório.
Essas são algumas dicas de como se planejar em vida, para que ninguém tenha dor de cabeça após a sua ida.
Converse com um especialista a respeito.