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Registrar uma marca não é só proteger um nome.É garantir exclusividade no mercado, proteção legal e segurança para cresc...
11/05/2026

Registrar uma marca não é só proteger um nome.

É garantir exclusividade no mercado, proteção legal e segurança para crescer sem o risco de perder a própria identidade no futuro.

Além disso, uma marca registrada fortalece o posicionamento da empresa, aumenta credibilidade e transforma o negócio em um ativo com valor real.

Porque marca consolidada gera reconhecimento.
E reconhecimento também gera receita.

O caso entre Yoko Ono e L7NNON é um bom retrato de como o Direito Marcário opera na prática.De um lado, a proteção de um...
06/05/2026

O caso entre Yoko Ono e L7NNON é um bom retrato de como o Direito Marcário opera na prática.

De um lado, a proteção de um nome histórico consolidado globalmente.
Do outro, o direito individual de utilizar o próprio nome civil como identidade artística.

A decisão do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) reformou o entendimento do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e trouxe três pontos técnicos relevantes.

Primeiro, a análise de identidade visual e grafia.
A utilização de “leetspeak” em L7NNON não é apenas estética, ela cria um elemento distintivo que afasta a confusão direta.

Segundo, a segmentação de público e gênero.
O Direito considera o contexto de consumo.
E, nesse caso, há uma distância cultural clara entre os públicos envolvidos.

Terceiro, o uso do nome civil.
No Brasil, esse uso é legítimo quando não há tentativa de aproveitamento parasitário ou má-fé.
Aqui, o princípio da coexistência pacífica foi determinante.

A decisão ainda não é definitiva.
Mas ela reforça uma leitura importante:

conflito de marca não se resolve apenas pelo nome.
Ele passa por contexto, forma de uso e construção de distintividade.

E é exatamente aí que muitos casos são decididos.

No Dia Mundial da Propriedade Intelectual, o olhar vai além da técnica.Fala sobre tudo o que existe por trás de uma marc...
27/04/2026

No Dia Mundial da Propriedade Intelectual, o olhar vai além da técnica.

Fala sobre tudo o que existe por trás de uma marca ou de um ativo intelectual.

As escolhas, o tempo investido, os caminhos construídos até aqui.

Propriedade Intelectual não é só proteção jurídica.
É uma forma de preservar histórias.

De garantir que aquilo que foi criado com intenção, cuidado e consistência continue sendo reconhecido como seu. 🤝

A caducidade das marcas Ping Pong e Ploc reforça um dos princípios mais importantes da Propriedade Industrial no Brasil:...
20/04/2026

A caducidade das marcas Ping Pong e Ploc reforça um dos princípios mais importantes da Propriedade Industrial no Brasil: o direito marcário é condicionado ao uso.

A marca cumpre sua função social quando está no mercado, identificando produtos e gerando atividade econômica. Quando isso deixa de acontecer por cinco anos consecutivos, o sistema jurídico interpreta como abandono do ativo.

E aqui existe um ponto sensível.

Não basta ter histórico, reconhecimento ou valor emocional com o público.
Sem prova documental de uso recente, o registro perde sustentação jurídica.

Esse mecanismo não é punitivo. Ele é estrutural.

Serve para evitar o bloqueio de mercado, onde marcas ficam “paradas” apenas para impedir a entrada de concorrentes, sem gerar qualquer retorno econômico ou social.

Com a declaração de caducidade, ativos com alto brand equity voltam ao mercado.
E isso cria uma oportunidade estratégica imediata para novos players que saibam operacionalizar esse valor.

Ao mesmo tempo, funciona como um alerta claro para empresas.

Gestão de marca não termina no registro.
Ela exige continuidade, uso e estratégia.

Porque, no fim, no sistema de Propriedade Intelectual, não existe espaço para ativos inertes.

Ou a marca está viva no mercado,
ou ela pode deixar de ser sua.

O caso envolvendo Bad Bunny vai além de uma disputa sobre direitos autorais.Ele evidencia um mecanismo importante do sis...
10/04/2026

O caso envolvendo Bad Bunny vai além de uma disputa sobre direitos autorais.

Ele evidencia um mecanismo importante do sistema norte-americano: a possibilidade de transferir ao perdedor os custos do processo, especialmente quando há indícios de má-fé ou uso abusivo do Judiciário.

Na prática, isso funciona como um freio.

Processos autorais não podem ser utilizados como estratégia de desgaste financeiro ou pressão comercial. Eles precisam estar sustentados por evidência real de violação.

A desistência da editora emPawa Africa no momento em que deveria provar sua alegação foi determinante para inverter a lógica do caso.

E o movimento de direcionar a cobrança apenas à empresa reforça um entendimento recorrente na indústria: a responsabilização deve recair sobre quem estrutura e sustenta o litígio.

Mais do que uma vitória individual, esse tipo de decisão fortalece o sistema.

E deixa um recado claro:
no Direito Autoral, litigar sem base pode custar caro.

Ronaldinho Gaúcho anunciou o lançamento da Tú Música, sua nova gravadora com sede em Miami e proposta de atuação global....
07/04/2026

Ronaldinho Gaúcho anunciou o lançamento da Tú Música, sua nova gravadora com sede em Miami e proposta de atuação global.

O projeto já nasce com ambição internacional e começa com um álbum inspirado na Copa do Mundo, reunindo artistas de diferentes países e abrindo espaço para novos talentos.

Por trás desse movimento, existe estrutura.

A Sua Música | Baixe o App Grátis , que é nossa cliente, participa diretamente da construção do projeto, atuando nas frentes de distribuição, marketing e gestão artística.

Acompanhar isso de perto traz outra leitura.

Não é só sobre a entrada de um grande nome na música.
É sobre quem está ajudando a viabilizar, organizar e escalar esse tipo de projeto.

Ver um cliente ocupando esse espaço reforça, na prática, o nível de maturidade que o mercado vem alcançando.

E mostra que grandes movimentos não acontecem sozinhos.

A maioria das empresas ainda pensa em marca como nome ou logo.Mas, na prática, marca também pode ser forma.As marcas tri...
27/03/2026

A maioria das empresas ainda pensa em marca como nome ou logo.
Mas, na prática, marca também pode ser forma.

As marcas tridimensionais existem justamente para isso:
proteger o design de um produto ou embalagem quando ele deixa de ser apenas funcional e passa a ser identidade.

Mas aqui existe um ponto técnico importante:
o sistema não protege qualquer forma.

Se a forma for comum, necessária ou técnica, ela não pode ser registrada.
Isso porque o direito de exclusividade não pode bloquear o funcionamento natural do mercado.

Por outro lado, quando o formato é realmente distintivo, ele ganha força jurídica — e estratégica.

Pense em exemplos clássicos como o Toblerone, o Yakult e a garrafa da Coca-Cola.
Nesses casos, a forma não só protege… ela comunica.

E isso muda tudo.

Porque, no fim, não é sobre estética.
É sobre reconhecimento.

A publicidade de apostas no Brasil entrou, de vez, no radar regulatório.Com o crescimento acelerado do setor, veio algo ...
20/03/2026

A publicidade de apostas no Brasil entrou, de vez, no radar regulatório.

Com o crescimento acelerado do setor, veio algo inevitável:
mais controle, mais fiscalização e mais responsabilidade na comunicação.

Não se trata apenas de anunciar.
Trata-se de como, para quem e com quais promessas essa publicidade está sendo feita.

Hoje, marcas do segmento precisam estar atentas a pontos sensíveis como:

• indução ao erro ou promessa de ganho fácil
• comunicação voltada a públicos vulneráveis
• uso de influenciadores sem transparência
• ausência de avisos obrigatórios e mensagens de responsabilidade

A lógica mudou.

O que antes era visto como oportunidade de crescimento rápido, agora exige estrutura jurídica e estratégia de marca alinhadas.

Porque, no fim, não é só sobre alcance.
É sobre sustentabilidade do negócio em um mercado que está sendo, finalmente, organizado.

👉 Quem antecipa o compliance, protege a marca.

O caso do energético “Sabor Tadala” ultrapassa a esfera do Direito do Consumidor e entra diretamente no campo da Proprie...
05/03/2026

O caso do energético “Sabor Tadala” ultrapassa a esfera do Direito do Consumidor e entra diretamente no campo da Propriedade Intelectual.

O debate central não é apenas sobre eventual enganação ao consumidor, mas sobre a registrabilidade do signo e os limites jurídicos da construção de marcas baseadas em referências a ativos regulados.

No sistema marcário brasileiro, o INPI veda o registro de sinais que possam gerar confusão, associação indevida ou que contrariem a moralidade e a ordem pública. Nesse contexto, a adoção do nome “Tadala” — associado à tadalafila, substância farmacêutica de uso controlado — levanta questionamentos sobre os princípios de distintividade e veracidade, podendo caracterizar o que a doutrina denomina marca enganosa.

Além disso, o caso também toca em conceitos clássicos da Propriedade Industrial, como diluição e uso parasitário. A exploração comercial da notoriedade de um medicamento para impulsionar um produto alimentício pode ser interpretada como tentativa de aproveitar o valor simbólico de um ativo regulado, hipótese frequentemente associada à concorrência desleal.

O precedente reforça um alerta importante para estratégias de marketing: viralização não substitui segurança jurídica. Quando a identidade de uma marca depende de associações externas — especialmente com ativos regulados por órgãos como a ANVISA — o risco jurídico passa a recair sobre o próprio nome do produto.

Em Propriedade Intelectual, construir uma marca forte significa criar um ativo autônomo, distintivo e juridicamente sustentável.

A pesquisadora Tatiana Coelho de Sampaio, da UFRJ, afirmou que a proteção internacional da patente da polilaminina deixo...
27/02/2026

A pesquisadora Tatiana Coelho de Sampaio, da UFRJ, afirmou que a proteção internacional da patente da polilaminina deixou de existir após cortes orçamentários que impediram o pagamento das taxas de manutenção no exterior entre 2015 e 2016.

A patente nacional foi mantida.
Mas a extensão internacional não seguiu adiante.

Esse fato levanta duas discussões distintas — e ambas precisam ser tratadas com rigor.

A primeira é estrutural e orçamentária.

Proteger uma patente fora do país exige planejamento financeiro contínuo. Depósitos internacionais, fases nacionais, anuidades e estratégias territoriais têm custo. Sem orçamento, a proteção global se fragiliza — e isso impacta competitividade, atração de investimento e capacidade de licenciamento.

A segunda é técnica.

Afirmar que a tecnologia foi simplesmente “perdida” ou que agora “qualquer um pode usar” é uma simplificação.

Em projetos dessa magnitude, normalmente existem famílias de patentes, desdobramentos tecnológicos, publicações científicas e possibilidades de novos pedidos envolvendo composições, processos ou usos específicos.

Além disso, a exploração por terceiros exige análise de liberdade de operação (FTO).
A ausência de uma patente ativa em determinado território não equivale automaticamente a uso livre e irrestrito.

O caso revela algo maior.

O Brasil ainda enfrenta um desafio estrutural na integração entre ciência e estratégia de Propriedade Intelectual.

Transformar descoberta científica em ativo global exige não apenas excelência acadêmica, mas planejamento jurídico e financeiro de longo prazo.

Inovação não termina na publicação do artigo.
Ela precisa atravessar o sistema de proteção, negociação e mercado.

Valorizar a ciência brasileira implica também fortalecer a cultura de Propriedade Intelectual dentro das universidades, nas agências de fomento e na formação de quem pesquisa.

Sem essa integração, o risco não é apenas perder uma patente.
É perder o posicionamento estratégico.

Imagine investir pesado em um lançamento.Naming, identidade visual, campanha, influenciadores.Gerar expectativa. Criar b...
18/02/2026

Imagine investir pesado em um lançamento.
Naming, identidade visual, campanha, influenciadores.
Gerar expectativa. Criar barulho.

E, de um dia para o outro, apagar tudo.

Foi isso que aconteceu com a nova linha de suplementos da CIMED, após uma liminar que suspendeu o uso do urso como símbolo da marca.

O ponto central do caso não é apenas o desenho.
É o significado marcário que ele carrega.

Segundo a Under Labz, o urso já se tornou elemento distintivo da sua identidade, com proteção oficial no INPI.

A Justiça entendeu que a semelhança era suficiente para gerar confusão no mercado.

O processo segue. Mas o impacto já aconteceu.

E aqui está o alerta real: branding sem análise jurídica é construção sobre areia.

Naming e identidade não são etapas estéticas.
São decisões estratégicas que definem se uma marca nasce pronta para escalar ou pronta para ser travada.

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