04/06/2026
Alguns atestados médicos fazem a empresa prestar muito mais atenção do que o normal.
Não apenas pelo afastamento...
Mas porque existem diagnósticos que podem indicar doença ocupacional, gerar afastamento pelo INSS e até outras consequências legais para a empresa.
Quando certos CIDs aparecem... o assunto deixa de ser apenas uma ausência no trabalho.
Veja três exemplos que costumam acender esse alerta.
Burnout - Síndrome do esgotamento profissional
(Z73.0).
O burnout está diretamente ligado ao trabalho e surge quando há estresse crônico, pressão excessiva e sobrecarga constante.
Quando reconhecido como doença ocupacional... pode gerar afastamento pelo INSS, estabilidade após o retorno e até indenização em alguns casos.
Depressão relacionada ao trabalho (F32 / F33).
Quadros depressivos também podem ter relação com o ambiente profissional... especialmente quando existem situações de pressão psicológica, metas abusivas ou assédio.
Dependendo do caso... o afastamento pode ser tratado como doença ocupacional, o que também pode gerar estabilidade e possibilidade de indenização.
LER/DORT - Lesões por esforço repetitivo (como
M65, M75, M77).
São doenças muito comuns em atividades repetitivas ou com sobrecarga física constante.
Quando existe relação com o trabalho... podem ser reconhecidas como doença ocupacional e garantir ao trabalhador os mesmos direitos de um acidente de trabalho.
E aqui existe um detalhe que pouca gente sabe...
A doença ocupacional se equipara legalmente ao acidente de trabalho.
Isso significa que, dependendo da situação, o trabalhador pode ter direito a benefícios previdenciários, estabilidade após o retorno ao trabalho e até indenização por danos sofridos.
Se você chegou até aqui... siga o perfil e faça parte de quem não aceita mais perder direitos por falta de informação.
Salve este conteúdo para lembrar disso... e compartilhe com alguém que também precisa entender esses direitos.