Sergio Murilo Pereira Gonçalves

Sergio Murilo Pereira Gonçalves Advocacia criminal

10/02/2026
“Pode entrar, doutor.” Se você diz isso toda vez que a polícia bate na sua porta, você está correndo um risco enorme. 🛑M...
31/01/2026

“Pode entrar, doutor.” Se você diz isso toda vez que a polícia bate na sua porta, você está correndo um risco enorme. 🛑

Muita gente acredita que, se “não deve, não teme”, o melhor caminho é autorizar a entrada. Afinal, cooperar parece a escolha mais segura para evitar problemas, certo?

Na minha prática diária na advocacia criminal, vejo o exato oposto.

Muitas prisões, especialmente em casos de Lei de Dr**as, começam com uma “autorização amigável” que, depois, se torna quase impossível de questionar no processo. O que era para ser uma demonstração de boa-fé vira uma prova contra você.

A verdade nua e crua: sua casa é o seu asilo inviolável. Isso está na Constituição Federal e não é um mero detalhe burocrático.

Aqui está o que você precisa entender antes de girar a chave:

1️⃣ O MANDADO É A REGRA
Salvo em situações muito específicas, a polícia só pode entrar na sua residência com uma ordem assinada por um juiz. E um detalhe que muitos esquecem: mandado judicial só se cumpre durante o dia.

2️⃣ O PERIGO DO CONSENTIMENTO
Se você diz “pode entrar”, você está abrindo mão voluntariamente de uma proteção constitucional. No tribunal, provar que você foi coagido ou intimidado a deixar a polícia entrar é uma das tarefas mais difíceis para a defesa.

3️⃣ AS EXCEÇÕES REAIS
A polícia só entra sem mandado e sem a sua permissão em situações extremas:
• Flagrante delito (um crime está acontecendo naquele exato momento)
• Desastre ou para prestar socorro
• Determinação judicial (somente durante o dia)

Sempre que atendo famílias em casos de tráfico ou pedidos de Revisão Criminal, percebo que o erro fatal aconteceu no momento da abordagem. A falta de orientação jurídica naquela hora custa anos de liberdade depois.

Exigir o mandado não é “atrapalhar o trabalho da polícia”, é exercer o seu direito. Se existe suspeita legítima, que a lei seja seguida pelo caminho correto: o judiciário.

Não facilite o que pode destruir seu futuro ou o de quem você ama.

Conhece alguém que precisa saber disso agora? Compartilhe este post no direct. Informação é a primeira linha de defesa. 👊⚖️

**as

O cenário do Direito Penal no Brasil está passando por uma transformação profunda e você precisa entender como isso afet...
12/01/2026

O cenário do Direito Penal no Brasil está passando por uma transformação profunda e você precisa entender como isso afeta a liberdade de quem enfrenta um processo. Até pouco tempo atrás, era comum vermos condenações baseadas quase exclusivamente no depoimento isolado de agentes do Estado ou em provas colhidas de forma questionável. Mas o jogo mudou.

Em 2026, a jurisprudência consolidada dos tribunais superiores não aceita mais o ‘eu acho’ ou a entrada em domicílio sem autorização judicial ou fundadas suspeitas reais. Estamos vivendo a era do standard probatório elevado. Isso significa que, se a acusação não conseguir apresentar provas robustas, periciais e independentes, a dúvida deve sempre favorecer o réu.

Imagine um caso onde a polícia entra em uma residência sem mandado, alegando ‘atitude suspeita’. No passado, isso raramente era anulado. Hoje, essa é uma das maiores causas de trancamento de ações penais e anulação de sentenças. A prova ilícita contamina todo o processo, como um fruto podre que estraga toda a árvore. Se a origem é ilegal, o resultado não pode ser a prisão.

Isso é especialmente vital em casos da Lei de Dr**as e crimes contra o patrimônio. Se você ou um familiar foi condenado em um processo onde as provas são frágeis ou inexistentes, a Revisão Criminal surge como uma ferramenta poderosa para corrigir injustiças que o tempo não conseguiu apagar.

A justiça não é sobre punir a qualquer custo, mas sobre garantir que as regras do jogo sejam seguidas. Sem prova lícita, não existe condenação legítima.

Você conhece alguém que foi condenado apenas com base na palavra da polícia, sem outras provas? Salve este post para consultar depois e compartilhe com quem precisa dessa informação técnica agora mesmo.

**as

O erro judiciário não é uma sentença definitiva sobre quem você é, mas um desafio que a lei nos permite combater. ⚖️A Re...
09/01/2026

O erro judiciário não é uma sentença definitiva sobre quem você é, mas um desafio que a lei nos permite combater. ⚖️

A Revisão Criminal é um dos instrumentos mais poderosos do Direito Penal. Ela serve para garantir que a justiça seja feita, mesmo quando o processo já parecia encerrado.

Seja por uma prova nova, uma mudança na lei ou um erro gritante na aplicação da pena, o objetivo é um só: a liberdade de quem foi injustiçado.

Em 2026, estamos utilizando cada vez mais a tecnologia e a análise técnica detalhada para identificar essas brechas e lutar pelo seu direito.

Tem dúvidas sobre como funciona a Revisão Criminal? Deixe sua pergunta nos comentários ou envie uma mensagem no link da bio.

sergiomuriloadv

🚨 A prisão preventiva NÃO é uma sentença definitiva, e em 2026 as regras estão ainda mais claras sobre isso.Muitas famíl...
03/01/2026

🚨 A prisão preventiva NÃO é uma sentença definitiva, e em 2026 as regras estão ainda mais claras sobre isso.

Muitas famílias sofrem com entes queridos presos por meses — às vezes anos — sem uma condenação real. Mas você sabia que a lei exige uma revisão obrigatória a cada 90 dias?

Se o juiz não reavaliar a necessidade da prisão nesse prazo, ela pode ser considerada ILEGAL. Além disso, fatos antigos não podem mais sustentar prisões atuais. A justiça exige contemporaneidade e provas concretas.

Especialmente na Lei de Dr**as, o cenário mudou. Réus primários e casos com pequenas quantidades têm novos caminhos para a liberdade provisória ou medidas alternativas.

Não aceite a injustiça por falta de informação técnica.

💬 Você conhece alguém que está passando por essa situação em 2026?

Escreva “REVISÃO” aqui nos comentários para entendermos como o direito pode ser aplicado no seu caso.

**as sergiomurilo revisãocriminal

🚨 2026 começou e a dúvida que não quer calar: Acabou o tempo do Indulto de 2025?A resposta é um categórico NÃO! O Indult...
02/01/2026

🚨 2026 começou e a dúvida que não quer calar: Acabou o tempo do Indulto de 2025?

A resposta é um categórico NÃO! O Indulto de Natal é um direito adquirido por meio de um Decreto Presidencial. Se o detento preencheu todos os requisitos exigidos (tempo de pena, bom comportamento e tipo de crime) até a data limite de 25/12/2025, o benefício pode ser pleiteado agora em 2026.

Muitas famílias perdem a chance de ver um ente querido em liberdade por simples falta de informação ou por acreditar que o prazo “venceu”.

📌 O que você precisa saber:
1️⃣ O pedido não é automático, precisa de intervenção jurídica.
2️⃣ O Juiz da Execução Penal analisará o cumprimento dos requisitos em 2025.
3️⃣ Crimes hediondos ou com violência grave possuem restrições específicas.

Não deixe um direito garantido ser ignorado pela justiça. A virada de ano é apenas uma data, o direito permanece.

Ficou com dúvida se o seu caso ou de um familiar se enquadra no Decreto de 2025? Comente “INDULTO” aqui embaixo que eu te explico como funciona a análise técnica.

DireitoPresidiário Justiça2026

Feliz 2026: meu brinde é pela sua justiça e liberdade. 🥂Trabalhamos hoje para que o seu amanhã seja diferente:• Revisão ...
31/12/2025

Feliz 2026: meu brinde é pela sua justiça e liberdade. 🥂

Trabalhamos hoje para que o seu amanhã seja diferente:
• Revisão criminal para contestar condenações injustas
• Acompanhamento rigoroso da execução penal
• Defesa estratégica em casos de lei de dr**as
• Atuação técnica e humanizada no Tribunal do Júri

A justiça pode tardar, mas com a estratégia certa, buscamos a liberdade que o tempo lhe tirou. Cada processo é uma vida que merece um novo capítulo escrito com dignidade.

Fale com um especialista e entenda como podemos lutar pelo seu futuro.

Você sabia que movimentações bancárias comuns podem te colocar na mira das autoridades? 💸O COAF (Conselho de Controle de...
20/12/2025

Você sabia que movimentações bancárias comuns podem te colocar na mira das autoridades? 💸

O COAF (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) monitora constantemente o sistema bancário. Confira os 3 sinais principais que geram alertas de investigação:

• Movimentações em espécie: Saques ou depósitos frequentes de valores altos sem uma justificativa econômica ou comercial clara.
• Incompatibilidade financeira: Gastos ou depósitos que fogem totalmente da sua renda declarada ou do seu perfil profissional habitual.
• Fracionamento de valores: Realizar diversos depósitos pequenos de forma sequencial para tentar evitar o limite de notificação automática dos bancos.

Estar no radar não significa necessariamente culpa, mas pode resultar em bloqueios de contas e investigações criminais complexas. A atuação de uma defesa especializada de forma preventiva é fundamental para organizar a prova da origem lícita dos seus recursos e evitar desgastes desnecessários.

Ter clareza sobre sua saúde financeira e jurídica é o melhor caminho para proteger seu patrimônio e sua liberdade.

Ficou com alguma dúvida sobre como proceder em casos de notificações bancárias? Deixe seu comentário ou envie uma mensagem no direct! ⚖️






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