09/08/2026
Meu pai sempre foi a minha maior referência. Um pai presente, amigo, que colocava os filhos em primeiro lugar e que educava de verdade, incentivando cada desafio que eu decidia enfrentar. Em pucas palavras: Foi e é um pai raiz.
Foi ele quem me empurrou pra primeira faculdade e, quando eu me formei em Direito, fez questão da formatura, porque tinha orgulho de ter uma filha advogada. Ele é o meu herói e o meu amor, e é por causa dele que eu nunca aprendi a querer pouco. Foi ele que me ensinou a conquistar o que é meu, sem pressa e sem fazer nada pela metade.
há também outro pai que me enche de orgulho, meu irmão. Aquele caçula cinco anos mais novo que eu paparicava, que se tornou pai. Um paizão que dá banho, que leva no colégio, que pensa em Léo em cada detalhe e que cuida da esposa com o mesmo zelo. Um homem que faz tudo pela família.
Na época do meu pai, lá nos anos 80, quase não se via isso. Levar filho no colégio era papel da minha mãe, era outro tempo, outra forma de ser pai. Mas o meu pai nunca foi menos por isso. Ele almoçava em casa todos os dias, estava presente do jeito dele e amava sem precisar dizer.
É nisso que eu penso quando penso em paternidade. Não existe um modelo único, existe presença, cuidado e responsabilidade que passam de uma geração para a outra.
Feliz Dia dos Pais ao meu pai, que me ensinou tudo, e ao meu irmão, que me mostra todos os dias que esse cuidado continua vivo.