Paiva Nunes

Paiva Nunes Escritório jurídico especializado em Direito Imobiliário e Sucessório. OAB 04878 RS

CEO APRESENTA —Conheça a Dra. Gabriela Machado, advogada e sócia da Paiva Nunes Direito Imobiliário, com atuação estraté...
21/05/2026

CEO APRESENTA —
Conheça a Dra. Gabriela Machado, advogada e sócia da Paiva Nunes Direito Imobiliário, com atuação estratégica em Direito Imobiliário e Patrimonial.
Experiência, técnica e segurança jurídica para proteger patrimônios e transformar demandas em soluções.

O STF vai decidir se os municípios podem cobrar IPTU com alíquotas diferentesconforme a área do imóvel — e o impacto pod...
20/05/2026

O STF vai decidir se os municípios podem cobrar IPTU com alíquotas diferentes
conforme a área do imóvel — e o impacto pode atingir milhões de proprietários em
todo o país.
A discussão envolve a constitucionalidade de leis municipais que aumentam a alíquota do
IPTU de acordo com o tamanho do imóvel, criando uma espécie de progressividade
baseada na metragem da propriedade.
Na prática, alguns municípios defendem que imóveis maiores demonstram maior
capacidade contributiva e, por isso, poderiam sofrer tributação mais elevada. Já os
questionamentos levados ao STF sustentam que o IPTU só pode ter progressividade nas
hipóteses previstas pela Constituição Federal, como:
✔ valor do imóvel;
✔ função social da propriedade;
✔ tempo de ociosidade do imóvel urbano.
O debate é relevante porque a decisão poderá:
📌 validar ou derrubar legislações municipais semelhantes em todo o Brasil;
📌 impactar diretamente o valor do IPTU de imóveis residenciais, comerciais e terrenos;
📌 gerar revisões tributárias e até discussões sobre restituição de valores pagos
indevidamente.
Além disso, o julgamento pode redefinir os limites da autonomia dos municípios na criação
de critérios de tributação imobiliária.
⚠ Proprietários, investidores e empresas do setor imobiliário devem acompanhar o tema
com atenção, especialmente em cidades que já utilizam critérios de metragem para
aumentar a carga tributária.
📖 Conteúdo meramente informativo. Cada caso deve ser analisado individualmente,
considerando suas particularidades jurídicas e tributárias.
📞 Em caso de dúvidas, entre em contato com um de nossos advogados para receber uma
orientação jurídica adequada.

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⚖ A usucapião extrajudicial ficou ainda mais rápida — e muita gente não percebeua mudança que pode facilitar a regulariz...
19/05/2026

⚖ A usucapião extrajudicial ficou ainda mais rápida — e muita gente não percebeu
a mudança que pode facilitar a regularização de imóveis em 2026.
Com a consolidação do entendimento aplicado pelos cartórios e pelas normas do CNJ, o
silêncio dos confrontantes e vizinhos notificados pode ser interpretado como concordância
com o pedido de usucapião extrajudicial.
Na prática, isso reduziu significativamente um dos maiores obstáculos desse procedimento:
a dificuldade de conseguir assinatura expressa de todos os envolvidos.
📌 Mas atenção: isso não significa aprovação automática.
Para que o procedimento avance, ainda é necessário cumprir diversos requisitos legais,
como:
✔ posse contínua, mansa e pacífica;
✔ tempo mínimo exigido conforme a modalidade de usucapião;
✔ planta e memorial descritivo;
✔ ata notarial;
✔ documentação técnica e registral adequada.
⚠ Caso algum confrontante apresente impugnação, o procedimento pode ser encaminhado
ao Judiciário.
A modalidade extrajudicial vem sendo cada vez mais utilizada justamente por oferecer:
📑 maior agilidade;
📑 redução de burocracia judicial;
📑 regularização patrimonial mais eficiente;
📑 valorização do imóvel e segurança jurídica.
🏡 Muitas pessoas possuem imóveis há anos, pagam impostos, moram no local e exercem
posse legítima — mas ainda não possuem matrícula regularizada. Em diversos casos, a
usucapião extrajudicial pode ser o caminho mais rápido para resolver essa situação.
📖 Conteúdo meramente informativo. Cada caso deve ser analisado individualmente,
conforme a modalidade de usucapião aplicável e a documentação disponível.
📞 Em caso de dúvidas ou para avaliar a possibilidade de regularização do seu imóvel,
entre em contato com um de nossos advogados para receber uma orientação jurídica
adequada.

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📚✨ Nosso CEO, Rafael Paiva Nunes, tem a honra de convidar todos os amigos, parceiros, clientes e colegas da advocacia pa...
19/05/2026

📚✨ Nosso CEO, Rafael Paiva Nunes, tem a honra de convidar todos os amigos, parceiros, clientes e colegas da advocacia para um momento muito especial: o lançamento da obra “Direito Condominial: Perspectivas e Desafios Contemporâneos – Volume 2”, da Editora Mizuno, na qual participa como coautor.

A obra reúne importantes reflexões jurídicas sobre os desafios contemporâneos do Direito Condominial, abordando temas atuais, debates práticos e questões que impactam diretamente a realidade dos condomínios e da advocacia imobiliária no Brasil.

📍 O evento acontecerá no Teatro CIEE, em São Paulo/SP, no dia 22 de maio (sexta-feira), e contará com sessão de autógrafos a partir das 18h35.

Será uma grande satisfação receber amigos, profissionais do Direito, síndicos, administradores e todos que acompanham o trabalho da Página Anúncios de Advogados Associados para celebrar esse importante lançamento editorial e compartilhar conhecimento jurídico de alto nível.

Nos vemos lá! 🤝📖

Bens digitais também entram no inventário — e muita gente ainda não sabedissoPerfis em redes sociais, milhas aéreas, cri...
15/05/2026

Bens digitais também entram no inventário — e muita gente ainda não sabe
disso
Perfis em redes sociais, milhas aéreas, criptomoedas, arquivos armazenados em nuvem e
até contas monetizadas podem integrar o patrimônio deixado pelo falecido.
⚖ Embora a legislação brasileira ainda avance sobre o tema, o entendimento jurídico vem
reconhecendo que diversos ativos digitais possuem valor econômico — e, por isso, podem
ser transmitidos aos herdeiros no inventário.
📊 Na prática, isso significa que itens como:
• contas no Instagram e plataformas digitais
• carteiras de criptomoedas
• programas de milhas
• arquivos em nuvem
• canais monetizados e ativos virtuais
podem gerar discussões sucessórias e patrimoniais relevantes.
❗ O grande problema é que muitos desses bens acabam sendo perdidos por falta de
organização, ausência de planejamento sucessório ou dificuldade de acesso às contas
digitais.
👉 A sucessão patrimonial não envolve mais apenas imóveis, veículos e contas bancárias.
O patrimônio digital já faz parte da realidade jurídica moderna.

📌 Conteúdo meramente informativo.
Em caso de dúvidas, entre em contato com nossos advogados para uma análise minuciosa
e personalizada do seu caso.
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⚠️ CUIDADO COM O GOLPE DO FALSO ADVOGADO!Criminosos estão utilizando nomes, fotos e até informações reais de escritórios...
15/05/2026

⚠️ CUIDADO COM O GOLPE DO FALSO ADVOGADO!
Criminosos estão utilizando nomes, fotos e até informações reais de escritórios de advocacia para aplicar golpes por WhatsApp, ligações e mensagens.
Os golpistas costumam criar situações de urgência, solicitar pagamentos imediatos e prometer liberações rápidas de valores judiciais.
🚨 Fique atento aos principais sinais:
• Pedido de transferência ou PIX com urgência;
• Contato por números desconhecidos;
• Solicitação de dados pessoais ou bancários;
• Mensagens sobre “liberação de processo” ou “pagamento imediato”.
A Paiva Nunes Advogados Associados reforça que todos os contatos são realizados exclusivamente por nossos meios oficiais.
Em caso de dúvida, confirme diretamente com nossa equipe antes de realizar qualquer pagamento ou compartilhar informações.
🔒 Informação e prevenção são as melhores formas de proteção.
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🚨 “Venda emocional” em multipropriedade termina com rescisão contratual econdenação por danos moraisEm decisão divulgada...
14/05/2026

🚨 “Venda emocional” em multipropriedade termina com rescisão contratual e
condenação por danos morais
Em decisão divulgada em maio de 2026, a juíza Julyanne Maria Ribeiro Bernardo, da Vara
Única de Penalva/MA, rescindiu um contrato de multipropriedade após reconhecer que a
consumidora foi submetida a uma estratégia de venda marcada por forte pressão
psicológica, apelo emocional e ausência de informações claras. (Migalhas)
Segundo o processo, a cliente foi abordada durante momento de lazer e participou de uma
longa apresentação comercial, onde recebeu promessas de investimento vantajoso e
benefícios que, posteriormente, não correspondiam às cláusulas efetivamente previstas no
contrato.
⚖ A magistrada entendeu que houve violação ao dever de informação e à boa-fé objetiva,
princípios fundamentais do Código de Defesa do Consumidor.
Além da rescisão do contrato firmado em julho de 2024, a decisão determinou:
• devolução dos valores pagos pela consumidora;
• retenção limitada a apenas 20% para despesas administrativas;
• indenização de R$ 10 mil por danos morais.
📌 A juíza também afastou cobranças consideradas abusivas, como:
• cláusula penal de 50%;
• taxa de fruição sem uso do imóvel;
• retenções cumulativas que poderiam levar à perda quase integral dos valores pagos.
A sentença destacou que práticas de “venda emocional” em contratos de multipropriedade
podem configurar vício de consentimento, especialmente quando o consumidor é levado a
contratar sob pressão, sem compreensão clara das condições do negócio. (Migalhas)
📊 O caso reforça um entendimento cada vez mais presente nos tribunais: contratos
firmados em ambientes de forte persuasão comercial e informação insuficiente podem ser
revisados ou até anulados judicialmente.

📌 Conteúdo meramente informativo.
Em caso de dúvidas, entre em contato com nossos advogados para uma análise minuciosa
e personalizada do seu caso.
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⚖ Quem deve pagar o IPTU atrasado de imóvel arrematado em leilão?Essa é uma das dúvidas mais comuns — e também uma das q...
13/05/2026

⚖ Quem deve pagar o IPTU atrasado de imóvel arrematado em leilão?
Essa é uma das dúvidas mais comuns — e também uma das que mais geram prejuízo para
quem compra imóvel em leilão sem assessoria jurídica.
De acordo com o Código Tributário Nacional, o IPTU possui natureza de obrigação “propter
rem”
, ou seja, acompanha o imóvel.
👉 Na prática, isso significa que os débitos podem ser cobrados do novo proprietário,
inclusive do arrematante.
⚖ Porém, existe um detalhe extremamente importante:
O próprio Superior Tribunal de Justiça possui entendimento consolidado de que, nos leilões
judiciais, os débitos de IPTU anteriores à arrematação devem ser quitados com o valor
obtido no leilão, antes mesmo da entrega do saldo ao antigo proprietário ou credores
posteriores.
Esse entendimento decorre do artigo 130, parágrafo único, do CTN.
📌 Em outras palavras:
em regra, o arrematante de leilão judicial não deve assumir automaticamente débitos
antigos de IPTU anteriores à arrematação.
❗ Mas atenção:
isso não significa ausência total de riscos.
📊 Existem situações que exigem análise cuidadosa:
• cláusulas específicas do edital;
• diferenças entre leilão judicial e extrajudicial;
• existência de execuções fiscais;
• débitos posteriores à arrematação;
• entendimento aplicado pelo município e pelo juízo do caso.
Em leilões extrajudiciais, por exemplo, o cenário pode ser completamente diferente e o
comprador pode acabar assumindo passivos relevantes.
👉 Por isso, analisar matrícula, edital, ações vinculadas e situação fiscal do imóvel é
indispensável antes de qualquer arrematação.

📌 Conteúdo meramente informativo.
Em caso de dúvidas, entre em contato com nossos advogados para uma análise minuciosa
e personalizada do seu caso.
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⚖ A incorporadora entrou em recuperação judicial. E agora? O que acontece comquem comprou imóvel na planta?Quando uma in...
12/05/2026

⚖ A incorporadora entrou em recuperação judicial. E agora? O que acontece com
quem comprou imóvel na planta?
Quando uma incorporadora entra em recuperação judicial, uma das maiores dúvidas dos
compradores é:
“vou perder meu imóvel ou o dinheiro investido?”
A resposta depende da estrutura jurídica do empreendimento e da situação específica da
obra.
📌 Pela Lei de Recuperação Judicial e Falências, a recuperação judicial tem como objetivo
permitir que a empresa reorganize suas dívidas e continue operando, evitando a falência.
⚖ Porém, isso não significa que os contratos imobiliários deixam de existir
automaticamente.
Nos empreendimentos submetidos ao chamado patrimônio de afetação, existe uma
proteção importante ao comprador.
👉 Nesse modelo, os recursos daquele empreendimento ficam separados do patrimônio
geral da incorporadora, impedindo, em tese, que sejam utilizados para pagar dívidas de
outros negócios da empresa.
📊 Na prática, isso pode permitir:
• continuidade da obra mesmo durante a recuperação judicial;
• proteção parcial dos adquirentes;
• manutenção do patrimônio vinculado exclusivamente ao empreendimento.
❗ Mas atenção:
isso não elimina os riscos.
Dependendo do cenário, podem ocorrer:
• atraso excessivo na entrega;
• paralisação das obras;
• renegociação contratual;
• dificuldade de restituição de valores;
• discussões judiciais envolvendo rescisão e créditos dos compradores.
O Superior Tribunal de Justiça já possui decisões reconhecendo que créditos de
compradores podem sofrer impactos conforme o estágio da recuperação e a natureza do
contrato firmado.
👉 Outro ponto importante:
quem pede distrato após o deferimento da recuperação judicial pode acabar entrando na fila
de credores da empresa, o que altera significativamente a forma e o prazo de recebimento
dos valores.
📌 Por isso, antes de tomar qualquer decisão — seja continuar no contrato, pedir rescisão
ou negociar — é essencial analisar:
• matrícula do imóvel;
• existência de patrimônio de afetação;
• estágio da obra;
• plano de recuperação judicial;
• cláusulas contratuais e garantias existentes.
Cada detalhe pode mudar completamente os direitos do comprador.

O STJ decidiu: aluguel por temporada em condomínio residencial não é mais tão simples assim.Agora, plataformas como Airb...
09/05/2026

O STJ decidiu: aluguel por temporada em condomínio residencial não é mais tão simples assim.
Agora, plataformas como Airbnb podem exigir aprovação de 2/3 dos condôminos.
A decisão reforça a destinação residencial dos edifícios.
Quem aluga sem autorização pode enfrentar restrições e multas.
Antes de investir ou anunciar, consulte a convenção do condomínio.

Seu condomínio pode estar tomando decisões ilegais — e você nem percebeuErros em assembleias condominiais são mais comun...
08/05/2026

Seu condomínio pode estar tomando decisões ilegais — e você nem percebeu
Erros em assembleias condominiais são mais comuns do que parecem — e podem levar à
anulação judicial das decisões.
De acordo com o Código Civil Brasileiro, as deliberações precisam seguir regras formais e
legais. Quando isso não acontece, o risco jurídico é imediato.
⚖ Principais falhas que invalidam assembleias:
• Convocação irregular (sem respeitar prazos ou regras da convenção)
• Falta de quórum mínimo para aprovação
• Votação de temas que não estavam na pauta
• Ausência de transparência ou registro adequado em ata
• Impedimento indevido de participação de condôminos
📊 Na prática:
Decisões sobre taxas, obras, multas ou mudanças internas podem ser anuladas —
gerando prejuízos ao condomínio e aos moradores.
❗ Atenção:
O prazo para questionar judicialmente pode ser limitado, e a análise depende do caso
concreto e da documentação da assembleia.
👉 Por isso, tanto síndicos quanto condôminos devem agir com cautela e respaldo jurídico.

📌 Conteúdo meramente informativo.
Em caso de dúvidas, entre em contato com nossos advogados para uma análise minuciosa
e personalizada do seu caso.
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Terça-feira 09:00 - 18:00
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