24/09/2026
O agronegócio brasileiro deixou há muito tempo de ser uma atividade baseada apenas em terra, máquinas e produção. Biotecnologia, inteligência artificial, softwares de gestão e agricultura de precisão transformaram a inovação em um dos principais ativos do campo. Assim, marcas, patentes, programas de computador e outros direitos de propriedade intelectual passam a representar uma parcela cada vez mais importante do patrimônio das empresas do segmento.
Essa transformação também cria novos riscos. Uma empresa pode investir durante anos no desenvolvimento de uma tecnologia e descobrir que ela está sendo utilizada indevidamente por terceiros. Da mesma forma, produtores, cooperativas, indústrias e agtechs podem se tornar réus em disputas envolvendo patentes, marcas, softwares ou contratos de licenciamento.
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