21/02/2026
Vir a Granada foi entender que a história não está nos livros — ela vive no sangue.
Aqui, Don Martín Regina e Doña Guadalupe García y García tiveram a coragem de deixar o Velho Mundo e atravessar o oceano em busca de futuro. Quatro gerações depois, caminho pelas mesmas ruas sabendo que cada passo meu é continuação daquele salto de fé.
Sou filho desta terra, andaluz de raízes que por muito tempo não soube nomear, mas que sempre existiram. O que para eles foi despedida, para mim hoje é reencontro.
Carrego essa memória para meus filhos como herança viva: somos feitos de travessias, de coragem e de Deus escrevendo caminhos antes mesmo de entendermos a história.