03/11/2026
🏠 O relacionamento terminou, mas as parcelas do imóvel continuam chegando.
Quem f**a com a casa? Quem segue pagando? Essas decisões precisam considerar tanto os direitos do casal quanto o contrato com o banco.
Na comunhão parcial, os direitos sobre um imóvel comprado durante a união, em regra, entram na partilha. A análise considera a data da aquisição, a origem dos recursos, os valores pagos até a separação de fato e a dívida restante.
Se a compra ocorreu antes da união ou houve uso de recursos particulares, a situação exige cuidado específico. Os pagamentos feitos por apenas um após a separação também precisam ser documentados e avaliados.
Outro ponto essencial: combinar que uma pessoa assumirá o financiamento não libera automaticamente a outra perante o banco. A substituição do devedor depende da concordância da instituição financeira.
É possível avaliar a permanência de um com o imóvel, com compensação ao outro, ou a venda para quitar o saldo e partilhar o valor restante, observados os direitos de cada um, as despesas e as condições contratuais.
Antes de assinar um acordo, organize os documentos e procure orientação jurídica para compreender suas opções.
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Conteúdo informativo. Cada situação exige análise individualizada.
Lucas Cristofoli • OAB/RS 74.098
Cristofoli Advogados Associados