19/03/2026
Uma mulher entra em coma.
Ela não tem filhos.
Não deixou testamento.
Não organizou sua sucessão.
E, de repente… começam a aparecer herdeiros.
Uma diz ser esposa.
Depois surge um filho socioafetivo.
Anos depois, outra pessoa também afirma ser esposa.
E ainda aparece alguém pedindo reconhecimento de filiação.
Hoje, existem diversos processos tentando responder uma pergunta que deveria ser simples:
quem decide sobre esse patrimônio?
Mas existe um ponto que pouca gente observa:
Se ela quisesse ter uma esposa reconhecida, teria feito isso em vida.
Se quisesse ter um filho socioafetivo reconhecido, também teria feito.
Mas ela não fez.
E agora, o Judiciário está sendo chamado para decidir por ela aquilo que só ela poderia ter decidido.
Planejamento sucessório não é sobre morte.
É sobre não deixar que outros decidam por você!
Agora me conta:
você já organizou quem decidiria sobre o seu patrimônio se algo acontecesse com você?
Salve esse post para lembrar disso no futuro. ⚖️🧡