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🚨 R$ 1,04 bilhão de multa. A maior anticorrupção da história do Brasil e ela tem tudo a ver com tributário.O governo de ...
19/05/2026

🚨 R$ 1,04 bilhão de multa. A maior anticorrupção da história do Brasil e ela tem tudo a ver com tributário.

O governo de SP identificou um suposto esquema envolvendo manipulação de créditos de ICMS, acesso irregular a sistemas fiscais e redução artificial da carga tributária da Fast Shop.

Mas o que esse caso revela vai muito além da empresa.

Por muito tempo, o tributário foi tratado como uma área técnica, de back office.

Hoje isso mudou.

O Fisco é uma estrutura tecnológica. Cruzamento de dados em tempo real. Rastreamento digital. Monitoramento automatizado.

A capacidade de identificar inconsistências fiscais nunca foi tão alta.

E isso cria um novo cenário para as empresas brasileiras:

→ O risco tributário deixou de ser invisível.

→ Ele impacta reputação, governança e relação com investidores.

→ A pergunta não é mais "o que aconteceu com a Fast Shop?"

→ A pergunta é: a sua empresa está preparada para esse nível de fiscalização?

Isso não é mais discussão sobre imposto, mas sobre risco empresarial.

Se você quer entender como proteger sua empresa nesse novo cenário, me chama.

O governo já deixou claro: o split payment deve começar em 2027, ainda que de forma opcional e entre contribuintes.Mas o...
05/05/2026

O governo já deixou claro: o split payment deve começar em 2027, ainda que de forma opcional e entre contribuintes.

Mas o ponto não é quando começa. É o que muda na lógica do dinheiro.

O split payment basicamente tira o imposto da empresa no momento da transação.

Ou seja: o valor já é separado automaticamente e não passa mais pelo caixa.

Na prática, isso muda completamente o jogo.
Eu sempre reforço isso nas discussões com controllers e CFOs: o problema não é a alíquota, é o fluxo.

Porque hoje, em muitos casos, o imposto ainda “transita” pela empresa.

Com o split, esse espaço desaparece.
E isso impacta direto:

– capital de giro
– previsibilidade de caixa
– gestão financeira do dia a dia

Eu vejo muita empresa olhando para a reforma só pela ótica tributária. Mas essa é uma mudança financeira.

Se o preço não estiver ajustado e o fluxo de caixa não estiver preparado, a empresa começa a operar com menos dinheiro disponível, mesmo vendendo o mesmo que antes.

E aí vem o erro clássico: resultado parece saudável… mas o caixa não acompanha.

Mesmo sendo opcional no início, esperar não é estratégia.

Eu trato isso como preparação obrigatória.

Porque quando virar padrão, não vai dar tempo de ajustar no meio do caminho.

A eficiência fiscal não é apenas uma escolha, é a estratégia que separa os grandes players do restante do mercado.Enquan...
24/04/2026

A eficiência fiscal não é apenas uma escolha, é a estratégia que separa os grandes players do restante do mercado.

Enquanto a imensa maioria das empresas brasileiras paga mais tributos do que a lei exige por puro automatismo, quase 80% das companhias listadas na B3 já realizam o aproveitamento tributário de forma profissional.

O que isso revela para o seu negócio:

-Capital de Giro Interno: O que muitos tratam como "custo fixo", as maiores empresas do país enxergam como oportunidade real de recuperação de créditos.

-Diferencial Competitivo: Esse capital recuperado é o que financia a expansão, a tecnologia e a inovação das marcas que lideram o mercado.

-Segurança e Conformidade: O aproveitamento tributário técnico não é um risco; é o direito constitucional de não entregar ao Fisco um centavo a mais do que o necessário.

Se os departamentos jurídicos mais robustos do país tratam a recuperação tributária como prioridade estratégica, por que sua empresa ainda está deixando dinheiro na mesa?

O sistema tributário é complexo, mas para quem aplica estratégia, ele se torna uma fonte de recursos para o crescimento. 🚀

Sua empresa está no grupo que recupera ou no grupo que apenas paga?

Vamos conversar.

O cenário fiscal brasileiro atingiu um ritmo de mudanças sem precedentes. Desde o início da atual gestão, já são 43 medi...
23/04/2026

O cenário fiscal brasileiro atingiu um ritmo de mudanças sem precedentes. Desde o início da atual gestão, já são 43 medidas focadas no aumento da arrecadação, uma média de uma nova iniciativa a cada 27 dias.

Para o empresário, isso não significa apenas "mais impostos", mas um aumento brutal na complexidade do compliance e no risco de pagar a mais por falta de atualização.

Vigilância Constante: Com recordes de arrecadação batendo na casa dos R$ 2,9 trilhões, o Fisco está mais equipado e rápido para identificar inconsistências.
Revisão de Estratégia: Medidas como a reoneração da folha, fim do P***E e mudanças no JCP impactam diretamente o seu fluxo de caixa e o planejamento de investimentos.

Eficiência Real: Em um ambiente onde a carga tributária beira os 34% do PIB, a única forma de manter a competitividade é através de uma consultoria que entenda as brechas legais de recuperação.

Aqui, nossa metodologia é ágil e próxima. Não esperamos o final do ano para revisar seu balanço; atuamos em tempo real para garantir que sua indústria não seja sufocada por esse avanço arrecadatório.

Enquanto o governo foca em aumentar a receita, nós focamos em proteger o seu lucro.

O Split Payment muda uma lógica que muitas empresas ainda usam sem perceber: o imposto deixa de ser “pago depois” e pass...
24/03/2026

O Split Payment muda uma lógica que muitas empresas ainda usam sem perceber: o imposto deixa de ser “pago depois” e passa a sair na hora da venda.

E dependendo do modelo aplicado, o impacto no caixa pode ser maior ou menor.

Simplificado, inteligente ou superinteligente —
a diferença está no nível de controle e preparação da empresa.

No fim, não é sobre imposto.
É sobre gestão.

Recentemente, vi o CARF barrar uma tentativa agressiva da fiscalização que poderia ter custado milhões a indústrias que ...
18/03/2026

Recentemente, vi o CARF barrar uma tentativa agressiva da fiscalização que poderia ter custado milhões a indústrias que apostam na competitividade dos insumos da Zona Franca de Manaus.

O caso foi emblemático: A Baly, uma indústria de Santa Catarina adquire o pó concentrado da ZFM para finalizar o seu energético.

A Fazenda Nacional queria, a todo custo, dizer que esse insumo era um "kit" de componentes separados e não um produto único.

Onde morava o perigo?

Se vencesse a tese do kit, o aproveitamento integral dos créditos de IPI sobre a entrada desse insumo simplesmente desapareceria.

O Fisco queria que o empresário "desmontasse" o produto no papel só para tributar mais e dar menos crédito na operação.

O meu ponto de vista sobre isso: Essa decisão unânime é um recado para quem lidera controladorias.

O CARF entendeu que, se o insumo já chega pronto e homogeneizado para ser apenas misturado à água no destino, ele é um produto único.

Não faz sentido a Receita querer ditar como o seu fornecedor deve embalar ou classificar o que você compra, ignorando a realidade física da mercadoria.

F**a o meu alerta: revise seus cadastros agora.

A vitória aqui não foi só jurídica, foi técnica; provamos que a regra de refrigerantes comuns não cabe para energéticos.

Um erro de interpretação sobre o que é "pó" ou "kit" na sua nota de entrada pode ser o ralo por onde o seu lucro vai escorrer em 2026.

A classificação dos insumos que você compra hoje resistiria a uma fiscalização do CARF?

Eu acompanhei o levantamento recente do Estadão e o veredito é barulhento: 30 frentes de aumento ou criação de impostos ...
12/03/2026

Eu acompanhei o levantamento recente do Estadão e o veredito é barulhento: 30 frentes de aumento ou criação de impostos em apenas três anos.

PIS/Cofins sobre receitas financeiras, tributação de fundos, mudanças no IRPJ e na CSLL... a lista é um teste de resistência para qualquer fluxo de caixa.

Se o seu planejamento tributário foi desenhado há mais de dois anos, eles provavelmente estão obsoletos.

Vejo muitos Gestores e Controllers ainda apegados a "receitas prontas" de sucessão e proteção patrimonial.

O erro fatal aqui é ignorar que a lógica mudou.

Com a Reforma Tributária e essa enxurrada de novas regras, o que antes era uma estrutura eficiente pode ter se tornado um ralo de impostos desnecessários e riscos fiscais que não estavam no radar.

O momento pede um recall estratégico nas estruturas societárias e nos contratos de fornecedores (lembra do risco do crédito financeiro?)

O cenário de 2026 não perdoa quem parou no tempo.

A pergunta que eu te faço hoje não é se o governo vai aumentar impostos, mas sim: a sua estrutura atual aguenta o peso dessas 30 novas mudanças ou você está pagando caro por uma ilusão de segurança?

Se você sente que o seu planejamento está na corda bamba, vamos sentar e revisar esses números antes que a próxima guia vença.

Como dizia o bordão: "O tempo passa...". E no contencioso tributário de 2026, ele passa rápido demais para quem está esp...
11/03/2026

Como dizia o bordão: "O tempo passa...".

E no contencioso tributário de 2026, ele passa rápido demais para quem está esperando definições políticas.

A grande preocupação que compartilho hoje com meus clientes, especialmente Controllers e Gestores, é a indefinição sobre quem vai julgar o IBS e a CBS.

Estamos diante de uma reforma histórica, mas que corre o risco de nascer sob o signo da insegurança total.

Atualmente, temos um "cabo de guerra" institucional:

- A Justiça Federal quer centralizar pela expertise;
- Os Tribunais Estaduais (como o TJSP) lutam pela autonomia e capilaridade;
O STF propõe uma jurisdição compartilhada e digital.

Onde mora o risco para você?

Na fragmentação. Sem uma uniformização rápida, o custo de litigar sobe e a previsibilidade do seu planejamento tributário desce.

Não saber qual jurisprudência seguir é um veneno para o compliance e para a distribuição de dividendos.

Enquanto o consenso não vem, o nosso trabalho é reforçar a fundamentação administrativa e a governança de dados, preparando o terreno para qualquer cenário judicial.

O seu jurídico já mapeou como as divergências entre tribunais podem afetar as suas provisões para o próximo ano?

Para Controllers e Gestores, 2026 não é apenas mais um ano de atualizações. É o ano em que a digitalização e a transição...
04/03/2026

Para Controllers e Gestores, 2026 não é apenas mais um ano de atualizações.

É o ano em que a digitalização e a transição da Reforma Tributária transformam o compliance em um jogo de alta performance.

O cerco do Fisco está fechando com o uso massivo de dados e, se a sua governança não acompanhar, o risco de autuação automática é real.

Até ontem, você escolhia o CEP do seu CD por causa do benefício fiscal. Em 2026, com o fim desses incentivos, a localiza...
24/02/2026

Até ontem, você escolhia o CEP do seu CD por causa do benefício fiscal.

Em 2026, com o fim desses incentivos, a localização será decidida por logística e proximidade do cliente.

Se você não recalcular a rota, o frete vai comer seu lucro.

Na nova sistemática da não cumulatividade, você só aproveita o crédito se o seu fornecedor pagar o imposto.

Eu estou avisando: se o seu parceiro for desorganizado fiscalmente, a conta vai sobrar para você.

Um CEP errado no seu sistema pode gerar uma autuação ou fazer você pagar a alíquota cheia (mais cara) por erro de geolocalização.

O que era um erro administrativo virou um risco financeiro real.

Não adianta pedir para o contador resolver isso em dezembro.

A mudança é na malha logística, na revisão de contratos com fornecedores e na limpeza da sua base de dados.

Meu papel em 2026 é garantir que a transição não atropele sua logística.

Vamos revisar onde sua empresa está e com quem ela negocia antes que o "imposto do destino" chegue?

Muita gente ainda está focada apenas em quanto a alíquota vai subir ou descer, mas o que eu estou monitorando de perto p...
18/02/2026

Muita gente ainda está focada apenas em quanto a alíquota vai subir ou descer, mas o que eu estou monitorando de perto para os meus clientes é a logística do dinheiro.

A Reforma vai mudar drasticamente o fluxo de caixa.

O imposto vai "morder" o seu faturamento de forma mais rápida, diminuindo a sua liquidez imediata.

Se a sua precificação e o seu capital de giro não forem revisados agora, você vai acabar financiando o Estado com o seu lucro líquido.

Proteger o caixa em 2026 não é ser conservador. É ser estratégico.

Como advogado tributário, meu objetivo é garantir que essa transição não sufoque a sua operação.

Planejamento hoje é o que evita o pedido de socorro amanhã.

Vamos blindar o seu financeiro para esse novo cenário?

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