26/10/2023
Amigos e amigas, ontem eu vi um documentário de um reporter inglês, chamado Dançando Com O Diabo - Filme Completo (Dancing with the Devil) https://www.youtube.com/watch?v=-h6IBdeIbK4 .
Bem, o documentário é muito esclarecedor e acrescentou ao meu vocabulário, novas expressões:
Gerenciamento de atividades criminosas;
Alta gestão criminosa;
Comerciante Ilegal de entorpecentes proibidos;
Corporação privada de segurança pública regional;
Estas expressões acima, estão sendo utilizadas pela mídia em geral e pelas pessoas politicamente corretas para se referirem o que antigamente se conhecia como Traf**ante, Traf**ante dono de boca, dono de morro e milícia.
Ora, f**a claro que quando nos acostumamos com certas situações que não podem ser consideradas cotidianas, ao invés de buscarmos uma solução, ajustamos nomes mais civilizados e, com isso, o horrendo toma forma correta, passa a ser aceito.
O fato da aceitabilidade é fator preponderante para manutenção da sociedade.
Aceitar, signif**a conviver, signif**a ter consigo.
As comunidades do Rio de Janeiro e muitas outras espalhadas pelo Brasil, a exemplo do Condomínio Princesa Isabel, em Porto Alegre, a cerca de 150 metros do Palácio da Polícia, do Rio Grande do Sul, já aceitaram o tráfico e o crime. O ilegal faz parte do seu cotidiano, ou seja, a presença do Estado nestes guetos é precária e parcial, o Estado não existe na plenitude nesses territórios, talvez não exista nem parcialmente.
Há que se pensar na estrutura do Estado no Brasil. Se não existe Estado em diversas regiões do Brasil, não temos por completo a existência de um Estado nacional, não sendo esta questão mais uma situação exclusiva de segurança pública, mas, sim, uma questão de Autonomia, de Existência, que extrapola a competência dos estados, entendidos como entes federativos, cabendo ao Estado Nacional intervir e retomar seu território
O conceito mais básico de país é: um território delimitado por e a partir de relações de poder, tendo que apresentar território autônomo, governo e população.
Outro conceito importante é: A Guerra é um intenso conflito armado[a] entre estados, governos, sociedades ou grupos paramilitares, como mercenários, insurgentes e milícias. Geralmente é caracterizada por extrema violência, agressão, destruição e mortalidade, usando forças militares regulares ou irregulares. A guerra refere-se às atividades e características comuns dos tipos de guerra, ou das guerras em geral.[2] Guerra total é uma guerra que não se restringe a alvos militares puramente legítimos e pode resultar em sofrimento e baixas em massa de civis ou outros não-combatentes.
Enquanto alguns estudiosos da guerra consideram a guerra um aspecto universal e ancestral da natureza humana,[3] outros argumentam que é resultado de circunstâncias socioculturais, econômicas ou ecológicas específ**as.[4]
Nesta mesma toada, buscando a ideia original do texto, realizando uma breve reflexão ao conflito entre Israel e Hamas (que não é um Estado), aceitar a barbárie, o ilegal, o desmantelamento das relações humanas, enfim desumanidade, defender as ações do Hamas que invadiram as atuais e aceitas fronteiras de Israel, matando aleatoriamente pessoas comuns, é aceitar o fim da civilização, o fim da liberdade e o da humanidade.