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Muita gente só lembra da prova de vida quando o aviso chega. O problema é que, em 2025, o INSS notificou milhões de bene...
08/06/2026

Muita gente só lembra da prova de vida quando o aviso chega. O problema é que, em 2025, o INSS notificou milhões de beneficiários justamente nos casos em que a comprovação automática não foi possível, e o procedimento passou a exigir atenção real de quem recebe benefício de forma contínua.

O erro mais comum não é a fraude nem a má-fé. É a desatenção. A pessoa acredita que, como o pagamento segue normal, não existe nenhuma pendência. Quando ignora a comunicação, porém, entra numa zona de risco desnecessária e passa a lidar com bloqueio, corrida por regularização e insegurança financeira.

Outro ponto importante é que prova de vida não se resolve no improviso. Quando a rotina do segurado depende daquele valor, deixar esse tipo de exigência para depois costuma transformar uma obrigação simples em um problema bem maior.

Em matéria previdenciária, notif**ação que parece burocrática demais costuma ter consequência prática demais.

Depois de muito tempo fora do mercado, surgiu uma oportunidade formal. A notícia, que deveria trazer alívio, veio acompa...
06/06/2026

Depois de muito tempo fora do mercado, surgiu uma oportunidade formal. A notícia, que deveria trazer alívio, veio acompanhada de uma dúvida pesada dentro de casa: trabalhar signif**aria abrir mão de toda a proteção e correr o risco de f**ar sem renda se algo desse errado?

Essa insegurança não é abstrata. Ela aparece em muitas famílias que conhecem o BPC, mas não entendem bem a lógica do auxílio-inclusão e da suspensão do benefício assistencial durante o vínculo de trabalho. As informações oficiais mostram que o sistema foi desenhado para reduzir esse abismo e permitir transição em situações específ**as.

O problema é que, quando o tema chega por boato, a decisão costuma ser guiada por medo. Algumas pessoas recusam oportunidade; outras aceitam sem entender os efeitos; outras ainda acreditam que qualquer retorno ao mercado encerra de forma irreversível a proteção social.

Entre dependência assistencial e autonomia financeira, o que mais prejudica não é a complexidade da lei, mas a falta de leitura correta sobre ela.

Ela imaginou que o processo seria rápido. Enviou o atestado pelo sistema, conferiu o protocolo e seguiu tentando adminis...
04/06/2026

Ela imaginou que o processo seria rápido. Enviou o atestado pelo sistema, conferiu o protocolo e seguiu tentando administrar a própria saúde com a ansiedade de quem depende daquela resposta para pagar as contas do mês. O problema é que o documento dizia pouco, explicava menos ainda e deixava dúvidas sobre a real extensão da incapacidade.

Dias depois, veio a comunicação para agendamento de perícia presencial por não conformação da documentação médica. O que parecia simples virou nova etapa, mais espera e a sensação de que ninguém havia explicado de verdade o que tornava um documento apto para análise inicial.

Esse tipo de situação tem se repetido porque o digital passa uma falsa impressão de informalidade. Mas benefício por incapacidade continua exigindo coerência clínica, identif**ação correta, período de afastamento e elementos que permitam compreender o impacto da doença sobre a atividade.

Na seara previdenciária, a pressa de protocolar às vezes atropela justamente a prova que daria sustentação ao pedido.

Durante anos, o casal viveu como família. Conta dividida informalmente, rotina compartilhada, ajuda mútua, presença em d...
02/06/2026

Durante anos, o casal viveu como família. Conta dividida informalmente, rotina compartilhada, ajuda mútua, presença em datas importantes. Tudo parecia suficiente até o dia em que a pensão por morte entrou em discussão e a convivência, que era óbvia para quem estava perto, precisou ser demonstrada de forma juridicamente útil.

É aí que muita gente percebe tarde demais a diferença entre relação existente e relação provada. A TNU já consolidou entendimento específico para fatos geradores anteriores à MP 871/2019, e o tema da prova em pensão por morte continua sendo um dos pontos mais sensíveis da prática previdenciária. (CJF)

O drama não está só na perda. Está em descobrir, no meio dela, que fotos soltas, mensagens esparsas e relatos genéricos podem não sustentar sozinhos a narrativa que parecia tão evidente na vida real. Quando a documentação da união f**a para depois, o conflito costuma f**ar maior do que a família imaginava.

Em pensão por morte, vínculo afetivo e prova previdenciária nem sempre caminham no mesmo ritmo.

Receber uma negativa do INSS costuma abalar qualquer pessoa. Além da frustração, vem a sensação de que o problema está e...
31/05/2026

Receber uma negativa do INSS costuma abalar qualquer pessoa. Além da frustração, vem a sensação de que o problema está encerrado e de que não há mais nada a compreender. Esse é justamente um dos erros mais comuns. Nem toda negativa signif**a inexistência de direito. Em muitos casos, o indeferimento está relacionado à documentação insuficiente, a dados desatualizados, a inconsistências no cadastro ou à fragilidade da prova apresentada.

Por isso, o passo mais importante depois da resposta do INSS é entender o motivo concreto da decisão. Sem essa leitura, a pessoa tende a agir pela emoção, repetir falhas e perder tempo precioso. Em Direito Previdenciário, estratégia, prazo e coerência documental fazem diferença real. Informação correta não serve para alimentar expectativa indevida, mas para permitir decisões mais conscientes e tecnicamente responsáveis.

Salve este conteúdo e acompanhe o perfil para mais orientações sérias sobre INSS e proteção previdenciária.

Quando surge uma preocupação com o INSS, muitas pessoas tentam corrigir tudo de uma vez e acreditam que pagar contribuiç...
29/05/2026

Quando surge uma preocupação com o INSS, muitas pessoas tentam corrigir tudo de uma vez e acreditam que pagar contribuições em atraso sempre será suficiente para regularizar a situação. Mas essa ideia, apesar de comum, nem sempre corresponde à realidade jurídica. Em Previdência, a validade e os efeitos do recolhimento dependem do contexto, da categoria do segurado, do período envolvido e da finalidade daquele pagamento dentro do caso concreto. Por isso, decisões apressadas costumam gerar frustração.

O que parece uma solução simples pode não produzir o efeito imaginado e ainda comprometer a estratégia adequada. Antes de recolher valores sem análise, o mais prudente é entender exatamente qual é a pendência, como ela repercute no histórico contributivo e quais medidas fazem sentido. Informação séria evita gastos inúteis e escolhas mal direcionadas.

Salve este post e acompanhe o perfil para mais conteúdos jurídicos previdenciários responsáveis e acessíveis.

Em janeiro de 2026, o INSS anunciou a adoção de fila nacional para acelerar a análise de benefícios e, no mesmo período,...
27/05/2026

Em janeiro de 2026, o INSS anunciou a adoção de fila nacional para acelerar a análise de benefícios e, no mesmo período, criou grupos especiais para mutirões voltados a benefícios fora de programas anteriores de gestão.

Essas medidas são relevantes porque mostram esforço institucional para reduzir espera. Só que elas também alimentam uma ilusão perigosa: a de que, com a fila sendo redistribuída, o segurado pode simplesmente esquecer o pedido e aguardar. Não pode.

Quem faz requerimento previdenciário continua precisando acompanhar exigências, responder comunicações, verif**ar documentos pendentes e entender o estágio do processo. A fila pode ser nacional, o mutirão pode existir, mas o prejuízo por desatenção continua individual.

Em outras palavras, a administração pode acelerar a análise, mas não substitui a responsabilidade de quem depende do benefício em manter o caso vivo e bem instruído.

Há situações em que o segurado contribui, acredita estar protegido, mas descobre depois que o valor recolhido ficou abai...
25/05/2026

Há situações em que o segurado contribui, acredita estar protegido, mas descobre depois que o valor recolhido ficou abaixo do mínimo mensal exigido. Esse ponto ganhou relevância prática na TNU, que enfrentou a discussão sobre se o recolhimento inferior ao mínimo impede o reconhecimento da qualidade de segurado após o período de graça.

O impacto disso é enorme porque a pessoa geralmente só percebe o defeito quando precisa de benefício por incapacidade, salário-maternidade ou outra prestação que depende de manutenção da cobertura previdenciária. A falha que parecia pequena passa a afetar carência, filiação e estratégia do pedido.

Também é um tema que atinge muita gente que recolhe por conta própria, alterna períodos de informalidade ou faz pagamentos sem conferência técnica. Não raro, o segurado olha apenas o comprovante e não o efeito jurídico real daquela contribuição.

No previdenciário, pagar não é sempre sinônimo de estar plenamente coberto.

Muita gente encara a perícia médica como uma etapa automática, quase burocrática, quando na verdade ela costuma ter peso...
23/05/2026

Muita gente encara a perícia médica como uma etapa automática, quase burocrática, quando na verdade ela costuma ter peso decisivo na análise de benefícios por incapacidade. O problema é que, por falta de orientação, a pessoa chega a esse momento sem documentos bem organizados, sem laudos consistentes e sem compreender a relevância daquilo que será observado. Em matéria previdenciária, não basta estar doente.

É preciso que a situação esteja adequadamente demonstrada de forma técnica e coerente. Relatórios genéricos, exames soltos e informações mal apresentadas podem enfraquecer a compreensão do caso. Isso não signif**a transformar a perícia em um cenário de medo, mas reconhecer que ela merece preparo, atenção e responsabilidade.

Quanto mais séria for a organização da prova, mais clara tende a ser a análise da realidade vivida. Salve este conteúdo e acompanhe o perfil para mais orientações previdenciárias com clareza e responsabilidade.

Essa é uma situação que gera muita angústia, especialmente porque costuma vir acompanhada de desinformação. Quando a pes...
21/05/2026

Essa é uma situação que gera muita angústia, especialmente porque costuma vir acompanhada de desinformação. Quando a pessoa deixa de contribuir por um período, é comum pensar que qualquer proteção previdenciária desapareceu de forma definitiva. Mas a análise não deve ser feita no impulso, nem com base em respostas prontas. Em muitos casos, é necessário compreender o histórico contributivo, o tempo sem recolhimento, a existência de período de graça e os reflexos concretos dessa interrupção. O Direito Previdenciário exige leitura cuidadosa da trajetória do segurado, porque pequenos detalhes podem mudar completamente a compreensão do caso. O erro mais comum é presumir que tudo está perdido sem antes examinar documentos e datas com seriedade. Informação correta ajuda a evitar conclusões precipitadas e permite decisões mais conscientes. Salve este post, compartilhe com quem possa precisar e acompanhe o perfil para mais conteúdos jurídicos claros e responsáveis.

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