27/01/2026
Em 2025, cerca de 1.200 milionários deixaram o Brasil.
Esse dado, por si só, já é relevante. Mas ele f**a ainda mais signif**ativo quando colocamos em perspectiva: o Brasil foi o 6º país do mundo com maior saída líquida de pessoas de alto patrimônio no ano.
Esse movimento não é explicado apenas por carga tributária.
Na prática, o que mais pesa para quem tem patrimônio relevante é a imprevisibilidade: mudanças frequentes de regras, instabilidade de interpretações fiscais e insegurança na proteção sucessória e patrimonial de longo prazo.
Planejamento internacional não é “moda” nem privilégio.
É gestão de risco. Assim como empresas escolhem onde operar, famílias escolhem onde estruturar e proteger seu patrimônio.
O problema é que muita gente só procura ajuda quando o risco já virou passivo: autuação, conflito sucessório, bitributação ou irregularidade na saída fiscal.
Quem planeja antes, escolhe.
Quem deixa para depois, reage.