16/04/2026
O entendimento do STJ segue firme:
➡ Bens com alienação fiduciária não se sujeitam à recuperação judicial.
Isso garante ao credor:
✔ Direito de retomada
✔ Prioridade
✔ Segurança jurídica
O que isto significa na prática?
A alienação fiduciária virou uma das garantias mais fortes do sistema.
Credores têm posição privilegiada, mas precisam atuar com estratégia jurídica, não só automática.
Sua estratégia considera plenamente essa proteção?