Geron & Dias

Geron & Dias Gidalte de Paula Dias
OAB/PR 56.511

João Ricardo Geron
OAB/PR 60.345

Muita gente passa anos trabalhando sem carteira assinada e só percebe o peso disso quando o vínculo termina. Enquanto tu...
25/01/2026

Muita gente passa anos trabalhando sem carteira assinada e só percebe o peso disso quando o vínculo termina. Enquanto tudo está “funcionando”, a informalidade parece invisível. O problema costuma aparecer no fim.

A legislação trabalhista reconhece que a relação de trabalho vai além do papel. Rotina, subordinação, horários e pagamento são elementos que ajudam a entender como aquele vínculo realmente funcionava no dia a dia.

O silêncio sobre esse assunto faz com que muitas pessoas acreditem que não têm nada a considerar quando o contrato acaba. Na prática, cada situação precisa ser observada com atenção, sem conclusões apressadas ou generalizações.

Falar sobre isso não é criar expectativa, é esclarecer que o trabalho realizado não some só porque nunca foi formalizado. Entender como essas relações são analisadas ajuda a enxergar o próprio histórico profissional com mais clareza.

Janeiro costuma ser um mês de contas, reorganização e revisão de gastos. Nesse processo, muitas pessoas acabam revisitan...
19/01/2026

Janeiro costuma ser um mês de contas, reorganização e revisão de gastos. Nesse processo, muitas pessoas acabam revisitando o próprio ano de trabalho e lembrando de jornadas que ultrapassaram o horário combinado, plantões estendidos ou demandas feitas fora do expediente regular. Situações assim são comuns e, nem sempre, aparecem de forma clara no holerite.

A legislação trabalhista brasileira define limites para a jornada de trabalho e prevê o pagamento adicional quando esses limites são ultrapassados. No entanto, a aplicação dessas regras depende de diversos fatores, como o tipo de contrato, a função exercida, a existência ou não de controle de ponto e a forma como a rotina era organizada na prática.

Em muitos ambientes, o excesso de horas acontece de maneira informal: mensagens fora do horário, tarefas levadas para casa, ajustes feitos “rapidinho” no fim do dia. Por não serem registradas oficialmente, essas situações acabam sendo naturalizadas e só chamam atenção quando o trabalhador passa a analisar o histórico com mais calma.

Outro ponto que costuma gerar dúvidas é a diferença entre horas extras eventuais e aquelas que se tornam parte da rotina. A frequência e a habitualidade dessas jornadas podem ter impactos distintos sob o ponto de vista jurídico, algo que nem sempre é de conhecimento de quem vive essa realidade no dia a dia.

Olhar para o passado com mais critério não signif**a conflito ou confronto, mas entendimento. Conhecer como a legislação trata a jornada de trabalho ajuda o profissional a ter mais clareza sobre sua própria trajetória e a tomar decisões mais conscientes daqui para frente.

Dezembro costuma bagunçar a rotina das empresas. A demanda aumenta, surgem funções novas e muita gente começa a trabalha...
07/12/2025

Dezembro costuma bagunçar a rotina das empresas. A demanda aumenta, surgem funções novas e muita gente começa a trabalhar como se já fizesse parte fixa da equipe, mesmo sem registro.

À primeira vista tudo parece “temporário”, mas o dia a dia mostra outra coisa: horário definido, tarefas determinadas, metas, supervisão constante. Quando a prática se parece mais com emprego do que com algo eventual, a dúvida aparece naturalmente.

O fim do ano não muda os elementos que caracterizam uma relação de trabalho. A correria pode até justif**ar adaptações, mas não apaga sinais que mostram quando o vínculo existe de fato.

Observar quem define o horário, como as tarefas são repassadas e de que forma o trabalho é controlado ajuda a entender melhor a situação. Às vezes, essas respostas revelam mais do que qualquer promessa de “registro após as festas”.

Receber algo que não parece com o que você viu no anúncio é uma situação bem comum nessa época de promoções. Às vezes a ...
27/11/2025

Receber algo que não parece com o que você viu no anúncio é uma situação bem comum nessa época de promoções. Às vezes a diferença é pequena, outras vezes o produto nem chega perto do que foi prometido. E quando isso acontece, o primeiro impacto é sempre o mesmo: a sensação de que algo não está certo.

Nesses momentos, vale observar com calma o que chegou, comparar com a oferta original e confirmar se houve alguma mudança que não foi avisada. Alterações de cor, modelo ou tamanho costumam passar despercebidas no processo de compra, mas fazem diferença para quem pagou esperando outra coisa.

Mesmo em períodos de grandes descontos, as empresas continuam responsáveis por entregar aquilo que divulgaram. O volume de pedidos não muda essa expectativa básica. Por isso, registrar as diferenças, seja por foto, vídeo ou anotação, ajuda a entender o que realmente ocorreu e facilita qualquer conversa com o fornecedor.

Outra situação comum é o produto ser substituído sem aviso, algo que confunde o consumidor e cria dúvidas sobre a validade da oferta. Quando isso acontece, questionar a mudança é uma forma de esclarecer o que houve e evitar que o problema se repita.

No fim, o cuidado maior é não deixar passar algo que não corresponde ao combinado. Um simples hábito de checar detalhes e guardar registros já evita vários transtornos, e ajuda a lidar com qualquer surpresa que chegue depois das compras de Black Friday.

Alguns golpistas têm se passado por escritórios de advocacia usando fotos reais, mas números que não pertencem à equipe....
14/11/2025

Alguns golpistas têm se passado por escritórios de advocacia usando fotos reais, mas números que não pertencem à equipe.

Quando a abordagem vem com pressa, pedido de pagamento imediato ou formas de cobrança incomuns, o cuidado precisa dobrar.

Sempre confirme o número antes de seguir qualquer orientação.
Em caso de dúvida, fale diretamente com nossos canais oficiais, é a maneira mais segura de evitar transtornos e decisões precipitadas.

Ninguém gosta de falar sobre o que vem depois. Mas deixar tudo para ser resolvido “um dia” é o que mais gera confusão e ...
28/10/2025

Ninguém gosta de falar sobre o que vem depois. Mas deixar tudo para ser resolvido “um dia” é o que mais gera confusão e conflito entre quem f**a. Planejar o futuro da família não é pensar em problemas, é garantir que as decisões sejam tomadas com calma, sem pressa e com respeito.

A verdade é que muitas famílias só procuram orientação quando já existe um impasse. Heranças, partilhas e bens que pareciam simples acabam se tornando motivo de briga porque nunca houve um plano claro sobre como tudo seria dividido.

Quando há diálogo e organização ainda em vida, a história é diferente. Um testamento bem estruturado, um planejamento sucessório ou até uma simples conversa documentada ajudam a evitar dúvidas e mágoas. É sobre deixar segurança, não apenas patrimônio.

A lei oferece caminhos para que essa organização aconteça de forma justa e transparente. Conhecer essas possibilidades ajuda a transformar um tema delicado em algo natural, parte da responsabilidade que vem com o cuidado pela família.

Pensar nisso agora é um ato de carinho. Decisões tomadas com serenidade hoje poupam dores, disputas e incertezas amanhã. Planejar não é se antecipar ao fim, é garantir que o amor continue sendo o que une, mesmo depois das escolhas mais difíceis.

Você já percebeu como a gente costuma assinar contratos sem realmente entender o que está ali? Seja um aluguel, uma comp...
20/10/2025

Você já percebeu como a gente costuma assinar contratos sem realmente entender o que está ali? Seja um aluguel, uma compra parcelada ou um serviço, é comum só dar aquela olhada rápida e seguir adiante. Mas algumas cláusulas escondem detalhes que podem pesar mais pra um lado do que pro outro.

Quando o contrato dá vantagem excessiva pra uma das partes, restringe direitos ou coloca obrigações que fogem do razoável, ele deixa de ser equilibrado. É o que a lei chama de cláusula abusiva, e, sim, isso acontece muito mais do que se imagina.

Às vezes, o problema não está nem nas palavras difíceis, mas na falta de clareza. Um termo vago aqui, uma condição confusa ali, e pronto: o contrato parece correto, mas na prática pode trazer prejuízos. É por isso que ler com calma e entender cada ponto é mais importante do que parece.

A legislação traz parâmetros pra evitar esses abusos e garantir que as relações sejam justas. Se alguma cláusula limita direitos básicos ou transfere responsabilidades de forma desigual, ela pode ser questionada conforme o caso.

Ler, perguntar e entender o que se está assinando é um cuidado que evita muita dor de cabeça. Contratos existem pra proteger as duas partes, mas essa proteção só funciona quando a gente sabe exatamente o que está aceitando.

Comprar um produto que não funciona como esperado ou apresenta defeitos pode gerar dúvidas sobre direitos e responsabili...
13/10/2025

Comprar um produto que não funciona como esperado ou apresenta defeitos pode gerar dúvidas sobre direitos e responsabilidades. Muitas pessoas não sabem quais passos legais podem ser seguidos para lidar com a situação.

A legislação brasileira estabelece regras claras sobre vícios e defeitos de produtos. Essas normas definem prazos para reclamações, responsabilidades do fornecedor e formas de formalizar a solicitação. Conhecer essas regras ajuda a compreender melhor seus direitos.

Nem todo problema exige ações complexas, mas entender os procedimentos corretos evita confusão e garante que qualquer contestação seja feita de maneira organizada e dentro da lei.

Observar detalhes como nota fiscal, garantia e informações do fornecedor pode facilitar a identif**ação de problemas e contribuir para resolver situações de forma adequada. Pequenos cuidados podem fazer diferença na forma como os direitos são exercidos.

Saber como a lei protege o consumidor permite avaliar cada situação de maneira consciente, reforçando a importância de informação e análise antes de tomar qualquer decisão. Com conhecimento, é possível agir de forma estruturada e segura.

Muitas vezes, um trabalhador é contratado para uma função específ**a, mas acaba realizando tarefas diferentes das combin...
23/09/2025

Muitas vezes, um trabalhador é contratado para uma função específ**a, mas acaba realizando tarefas diferentes das combinadas. Essa situação, chamada de desvio de função, pode gerar dúvidas sobre direitos e responsabilidades dentro da empresa.

Quando a linha entre o que foi contratado e o que é exigido diariamente se confunde, surgem impactos diretos na rotina e na remuneração. Entender os limites dessa diferença é essencial para garantir que o trabalhador não seja prejudicado.

A legislação trabalhista prevê mecanismos para analisar se o desvio de função está ocorrendo de forma inadequada e se há desequilíbrio na relação de trabalho. Conhecer esses critérios ajuda o trabalhador a identif**ar situações em que seus direitos podem estar sendo desrespeitados.

Refletir sobre essas situações permite agir com consciência, buscando soluções dentro da lei e preservando os direitos adquiridos. O entendimento correto do vínculo empregatício e das funções contratadas é o primeiro passo para relações de trabalho mais justas.

O Dia do Cliente é uma oportunidade para lembrar que todo cidadão tem direito a informações claras e orientação segura s...
15/09/2025

O Dia do Cliente é uma oportunidade para lembrar que todo cidadão tem direito a informações claras e orientação segura sobre seus direitos.

Cada pessoa que busca entender melhor seus direitos reforça a importância de estar bem informado e consciente das próprias decisões.

Celebrar esta data é reconhecer que conhecimento jurídico é essencial para proteger direitos, evitar problemas e agir de forma segura em situações do dia a dia.

Valorizar o acesso à informação é também valorizar o exercício responsável da cidadania, garantindo que decisões sejam tomadas com consciência e segurança.

A perda de um familiar já é um momento doloroso por si só. Quando, além disso, surgem discussões entre herdeiros sobre a...
09/09/2025

A perda de um familiar já é um momento doloroso por si só. Quando, além disso, surgem discussões entre herdeiros sobre a divisão de bens, a situação pode se tornar ainda mais difícil. Questões que poderiam ser resolvidas com diálogo e organização muitas vezes se transformam em longas disputas familiares.

Grande parte desses conflitos acontece porque não havia planejamento prévio. A ausência de testamento ou de orientações claras sobre a partilha abre espaço para diferentes interpretações, alimentando desentendimentos que acabam na esfera judicial.

O direito sucessório existe justamente para dar ordem a esse processo. Ele define regras sobre quem tem direito à herança, de que forma a partilha deve ocorrer e quais os limites de cada herdeiro. Conhecer essas normas ajuda a reduzir incertezas e evita que interesses pessoais se sobreponham ao que está previsto em lei.

Falar sobre sucessão em vida ainda é um tabu para muitas famílias, mas é um passo importante para preservar relações. Quando há clareza e orientação jurídica antecipada, a transição dos bens acontece com mais segurança, minimizando riscos de rupturas emocionais e patrimoniais.

A demissão por justa causa é o tipo mais grave de encerramento do contrato de trabalho. Para o trabalhador, signif**a pe...
01/09/2025

A demissão por justa causa é o tipo mais grave de encerramento do contrato de trabalho.

Para o trabalhador, signif**a perder a maior parte dos direitos rescisórios e ainda carregar um histórico que pode dificultar novas oportunidades. Justamente por ter esse peso, a sua aplicação deve ser cercada de cuidado e limites legais.

O que muitos não sabem é que a justa causa não pode ser usada de forma ampla. A lei prevê hipóteses muito específ**as e exige que a empresa comprove a falta de maneira clara. Quando não existem provas sólidas, ou quando a conduta não se enquadra entre as previstas, a penalidade pode ser questionada pelo empregado.

Outro ponto importante é que a medida precisa ser imediata e proporcional. Se a empresa demora a aplicar a punição ou utiliza falhas menores como justif**ativa, o trabalhador não precisa aceitar esse rótulo tão prejudicial. Esses detalhes mostram quando a decisão está em desacordo com a legislação.

Compreender essas regras é essencial para o trabalhador que enfrenta uma situação de justa causa. Nem toda acusação se sustenta, e conhecer os limites legais ajuda a perceber quando a penalidade foi imposta de maneira injusta abrindo espaço para que seja revista.

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