11/08/2026
O término de uma relação deveria representar o encerramento do vínculo conjugal. Mas, em alguns casos, tentativas de controle persistem mesmo após a separação.
Isso pode acontecer quando a comunicação necessária para tratar de questões relacionadas aos filhos passa a ser utilizada para monitorar, pressionar, intimidar ou interferir indevidamente na vida da mulher.
É importante diferenciar o exercício legítimo da parentalidade de comportamentos que mantêm relações de poder e controle.
Crianças e adolescentes não devem ser transformados em instrumentos de disputa, vigilância ou retaliação. A proteção da infância também passa pela preservação de seus vínculos familiares em ambientes livres de conflitos que não lhes pertencem.
Identificar essas situações é fundamental para construir relações parentais mais saudáveis e garantir decisões informadas diante de possíveis situações de violência.
Você já refletiu sobre a diferença entre coparentalidade e controle?