24/04/2025
Sindicalista Frei Chico defende investigação no INSS e afirma: "Que apurem toda sa*****em"
O vice-presidente de uma das entidades investigadas pela Operação da Polícia Federal (PF) nesta quarta-feira (23), José Ferreira da Silva, conhecido como "Frei Chico" — irmão do presidente Lula —, declarou que espera que as investigações apurem "toda a sa*****em que tem no INSS".
A roubalheira começou em 2019, quando nem Lula nem Frei Chico estavam no governo
Vale lembrar que essas irregularidades no INSS surgiram em 2019, durante o governo Bolsonaro, quando nem Lula nem seu irmão tinham qualquer cargo público. Só agora, em 2025, a PF está investigando a fundo — justamente porque, diferente do que aconteceu no governo anterior, hoje há liberdade para as investigações avançarem.
Lula dá carta branca para investigar e demite envolvidos
Frei Chico deixou claro que apoia a investigação total, e o presidente Lula, por sua vez, demitiu o diretor do INSS responsável e garantiu que a PF e outros órgãos tenham autonomia para apurar tudo.
No governo Bolsonaro, foi o contrário: quando a PF investigou a família, ele interferiu
Compare isso com o caso do filho de Bolsonaro, Carlos Bolsonaro, que comprou várias mansões de milhões em dinheiro vivo. Quando a PF começou a investigar essas transações suspeitas, Bolsonaro não disse "pode investigar". Pelo contrário: trocou o diretor-geral da PF justamente na época em que as investigações avançavam contra sua família.
Conclusão: Um governo permite investigar, o outro atrapalha
Enquanto, hoje, Lula e Frei Chico defendem a investigação livre, no governo Bolsonaro, houve troca de comando da PF para proteger aliados. A diferença é clara: um lado age com transparência, o outro tentou abafar as investigações.
Ou seja:
- Se a roubalheira do INSS começou em 2019, por que só agora está sendo descoberta? Porque antes a PF não tinha liberdade para agir.
- Se Bolsonaro não tinha nada a esconder, por que trocou o chefe da PF quando seu filho foi investigado?
A resposta é óbvia para quem quer enxergar.