Francieli Bianchi Advogada Previdenciarista

Francieli Bianchi Advogada Previdenciarista Uma advogada expert em direito previdenciário que te ajuda a entender os seus direitos perante o INSS
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22/05/2026

📄 Seu pedido de auxílio por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença) ou de aposentadoria por incapacidade permanente pode ser negado por um único motivo: laudo médico mal elaborado.

E o pior: muita gente nem desconfia que o problema está aí. Acha que o INSS “implicou”, que a perícia foi injusta, que o perito “não quis ver”… Quando, na verdade, o documento que deveria sustentar o direito chegou capenga na agência.

No vídeo eu te mostro os 3 elementos que não podem faltar no seu laudo. Aqui embaixo eu te explico o porquê de cada um:

🔹 CID + histórico da doença → sem CID, o perito não consegue enquadrar a patologia. Sem histórico, não há como demonstrar a evolução do quadro nem o nexo com a incapacidade alegada.

🔹 Declaração expressa de incapacidade laboral → o INSS não presume nada. Diagnóstico ≠ incapacidade. Existem doenças graves que não incapacitam e doenças “simples” que incapacitam. O médico precisa afirmar, com todas as letras, que você está incapaz para a sua atividade habitual.

🔹 Prazo estimado de afastamento ou caráter permanente → é isso que define a espécie do benefício (B-31, B-32, B-91, B-92) e o tempo de concessão. Sem essa informação, a perícia tende a fixar prazos curtíssimos e você volta ao INSS de 3 em 3 meses.

⚠️ Dica bônus que não está no vídeo: peça ao seu médico que descreva também as limitações funcionais (o que você não consegue mais fazer no trabalho) e os exames complementares que embasam o diagnóstico. Isso fortalece o laudo e ajuda muito num eventual processo judicial.

Salve este post pra mostrar ao seu médico antes da próxima consulta. 📌

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15/05/2026

Me segue porque aqui eu conto o que o INSS não quer que você descubra 👇

Muita gente acha que só tem direito a benefício previdenciário quando o acidente acontece dentro do trabalho.

Isso é um erro que custa caro.Se você caiu em casa, bateu o carro, escorregou na rua, sofreu qualquer tipo de acidente fora do trabalho e ficou com uma sequela no corpo, você pode sim ter direito ao auxílio-acidente.

A lei não pergunta onde o acidente aconteceu.

Ela pergunta se você ficou com sequela permanente que reduz sua capacidade para o trabalho.

Se a resposta for sim, o direito existe ✅Pino, placa, parafuso, limitação de movimento, dor crônica que não passa.

Tudo isso pode ser sequela reconhecida pela Previdência Social.

O problema é que o INSS não te avisa. Você precisa saber, pedir e provar.

É exatamente para isso que um advogado previdenciário existe 💙Comenta ACIDENTE aqui embaixo que eu te explico como funciona no seu caso 👇

13/05/2026

Me segue aqui, porque esse post pode te render dinheiro todo mês. 💰

Você fraturou tíbia, fíbula, tornozelo, clavícula ou metatarso e estava com carteira assinada no dia do acidente?

Se ficou com qualquer limitação ou sequela depois disso, o INSS pode te dever um valor mensal para o resto da vida.

Esse benefício se chama auxílio-acidente.

E atenção: ele não cai automaticamente na sua conta. Você precisa requerer.

A maioria das pessoas perde esse direito simplesmente porque não sabia que ele existia.

O mais importante:

Você pode continuar trabalhando normalmente com carteira assinada e receber o auxílio-acidente por cima do seu salário, todo mês.

Se você passou por uma fratura e ficou com alguma sequela, mesmo que pequena, procure uma avaliação com um advogado previdenciário.

O prazo tem limite, e esse dinheiro pode ser seu.

Salva esse post e manda para quem precisa saber disso.

08/05/2026

Antes de tudo, me segue aqui porque todos os dias eu falo sobre direitos que muita gente perde sem nem imaginar. 👀

“MAS VOCÊ PARECE NORMAL.”

Essa frase machuca mais do que muita gente imagina.

Porque existem doenças, dores e limitações que ninguém vê…
mas quem vive sente TODOS os dias.

Dor constante.
Cansaço extremo.
Crises de ansiedade.
Perda de força.
Limitações nos movimentos.
Uso contínuo de medicação.
Dificuldade de concentração.

E mesmo assim, muita gente ainda escuta:
“Mas você nem parece doente.”

O que quase ninguém sabe é que existem doenças e condições consideradas “invisíveis” que PODEM dar direito à aposentadoria da pessoa com deficiência (PCD), dependendo das limitações causadas na rotina e no trabalho.

Alguns exemplos:

➡️ Fibromialgia
➡️ Visão monocular
➡️ Perda auditiva / surdez parcial
➡️ Hérnia de disco
➡️ Artrose
➡️ Artrite reumatoide
➡️ Escoliose grave
➡️ Limitações ortopédicas permanentes
➡️ Tendinites crônicas
➡️ Parkinson
➡️ Esclerose múltipla
➡️ Lúpus
➡️ HIV
➡️ Diabetes com complicações
➡️ Epilepsia
➡️ Autismo
➡️ Transtorno bipolar
➡️ Depressão grave
➡️ Ansiedade grave
➡️ Síndrome do pânico

E o principal:
aposentadoria PCD NÃO exige incapacidade total e NÃO exige parar de trabalhar.

Muita gente está trabalhando, sofrendo em silêncio… e sem saber que pode ter um direito reconhecido.

O problema não é “parecer normal”.
O problema é carregar uma limitação invisível e achar que nunca teria direito a nada por causa disso.

Se esse vídeo te fez lembrar de alguém, envia pra essa pessoa.

Nem sempre o problema é “faltar tempo”.Às vezes, o que falta é provar do jeito certo.Na aposentadoria especial, document...
07/05/2026

Nem sempre o problema é “faltar tempo”.
Às vezes, o que falta é provar do jeito certo.

Na aposentadoria especial, documentos técnicos podem mudar o rumo de um pedido negado pelo INSS. ⚖️

06/05/2026

“O INSS nunca vai aprovar o seu benefício.” Foi isso que ela ouviu tendo visão monocular.

Mesmo trabalhando todos os dias, ela vivia com limitações que muita gente não percebe.

Dificuldade pra dirigir.
Perda de noção de profundidade.
Mais risco de acidentes.
Dor de cabeça constante pelo esforço visual.
Cansaço muito mais rápido.
Insegurança em ambientes movimentados e no trabalho.

E ainda assim, fizeram ela acreditar que aquilo “não era suficiente”.

O problema é que muita gente pensa que só tem direito quem está totalmente incapacitado.
Mas a lei reconhece a visão monocular como deficiência.

E dependendo da situação, a pessoa pode sim ter direito a benefício, aposentadoria da pessoa com deficiência e outros direitos previdenciários.

Negativa do INSS não significa ausência de direito.

25/04/2026

Você convive com alguma condição de saúde há anos, continua trabalhando, contribuindo com o INSS…

E nunca te contaram que isso pode te dar direito a uma aposentadoria DIFERENCIADA.

É exatamente aí que está o segredo da Lei Complementar 142/2013. ✅
Essa lei criou uma aposentadoria EXCLUSIVA para pessoas com deficiência.
E olha que importante:

❌ Você NÃO precisa estar afastado
❌ NÃO precisa estar incapacitado
❌ NÃO precisa receber benefício do INSS
Basta comprovar uma limitação de longo prazo (mais de 2 anos) que dificulta sua participação plena no trabalho ou na sociedade.

📌 COMO FUNCIONA?
Existem 2 modalidades 👇

▶️ POR TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO:
🔹 Deficiência GRAVE
Homem: 25 anos | Mulher: 20 anos
🔹 Deficiência MODERADA
Homem: 29 anos | Mulher: 24 anos
🔹 Deficiência LEVE
Homem: 33 anos | Mulher: 28 anos

▶️ POR IDADE:
🔹 Homem: 60 anos | Mulher: 55 anos
🔹 Mínimo de 15 anos de contribuição como PcD
🔹 Vale para QUALQUER grau de deficiência

📌 EXEMPLOS DE CONDIÇÕES QUE COSTUMAM SE ENQUADRAR:
(depende de avaliação biopsicossocial — não é automático)
✅ Artrose avançada
✅ Sequelas de AVC (hemiparesia, afasia, dificuldade motora)
✅ Hérnia de disco com limitação funcional
✅ Uso de pinos, placas, parafusos ou próteses ortopédicas
✅ Diabetes com complicações (neuropatia, retinopatia, pé diabético)
✅ Lúpus
✅ Esclerose múltipla
✅ Surdez parcial ou total
✅ Doença de Parkinson
✅ Transtornos mentais (depressão grave, bipolaridade, esquizofrenia)

📌 EXEMPLOS DE LIMITAÇÕES QUE A LEI RECONHECE:

🔸 Dificuldade para subir escadas, ficar em pé ou caminhar longas distâncias
🔸 Limitação para carregar peso ou fazer movimentos repetitivos
🔸 Dor crônica que afeta o desempenho no trabalho
🔸 Afastamentos médicos frequentes
🔸 Restrição médica para determinadas funções
🔸 Limitação visual, auditiva ou de fala
🔸 Dificuldade de concentração ou memória por medicação contínua
🔸 Sequelas que impedem voltar à função antiga

24/04/2026

Me siga para não perder mais dicas como essa! ⚖️

O segredo da aprovação não está na sorte, está na prova! 👇🏻

Se você busca um benefício por incapacidade ou BPC/LOAS, o INSS não quer apenas saber se você tem uma doença, ele quer ver como essa condição te impede de trabalhar ou de viver com dignidade.

Prepare essa pasta:

🔸 1. Laudo médico detalhado:
Não basta ter o CID. O médico precisa descrever sua limitação, o tratamento realizado e se a incapacidade é temporária ou permanente.

🔸 2. Prontuário médico e exames:
Guarde tudo! Receitas, exames de imagem e histórico de atendimentos do último ano são fundamentais para a perícia.

🔸 3. Cadastro Único atualizado:
Para quem busca o BPC/LOAS, esse é o documento número 1. Se estiver desatualizado há mais de 2 anos, o “não” é quase certo.

Ter o direito é uma coisa. Saber provar é outra completamente diferente.

22/04/2026

Muita gente acha que perder no INSS é falta de direito.
Na prática, muitas negativas acontecem por um detalhe: o pedido não se “encaixa” na prova.

Parece burocracia… mas é neurose é o cérebro do avaliador procurando evidência clara.
Se a documentação chega confusa, sem linha do tempo e sem foco no que importa, o sistema “entende” que não há incapacidade (ou não há deficiência).

O que fazer, na prática? Regra dos 2 minutos da prova:
1) Abra seus documentos e escolha 1 evidência principal (ex.: atestado com data recente e CID/relato funcional).
2) Em 2 minutos, organize em ordem: piora → limitações → tratamento → tentativas.

Não é para “adivinhar”. É para facilitar o entendimento.

Qual é a sua maior dificuldade hoje: laudos antigos, falta de relatório funcional ou documentação desorganizada?

06/04/2026

Me siga para entender o direito sem juridiquês.

O seu benefício foi cessado “do nada”?
Infelizmente, isso acontece com muito mais frequência do que deveria. E o pior: em muitos casos, o segurado nem sequer é notificado de forma correta pelo INSS. A pessoa só descobre quando vai consultar a conta e percebe que o valor simplesmente não foi pago.

Mas atenção: isso não significa que você perdeu o seu direito de forma definitiva. Se você tomou conhecimento da cessação agora, ainda é possível reagir. Em regra, existe a possibilidade de apresentar recurso administrativo no prazo de 30 dias, buscando a revisão da decisão dentro do próprio INSS.

Além disso, dependendo do caso, também é possível ingressar com ação judicial para restabelecer o benefício, especialmente quando houver irregularidade no corte, ausência de notificação adequada ou manutenção da incapacidade. Em algumas situações, inclusive, pode haver direito ao recebimento dos valores atrasados.

Cada dia conta. Quem demora para agir pode acabar enfrentando mais dificuldades depois. Por isso, diante de um corte indevido, o mais importante é não tratar essa situação como algo normal.

02/04/2026

Me siga para entender seus direitos sem juridiquês.

Muita gente acha que aposentadoria da pessoa com deficiência é tudo igual. E não é.

O que quase ninguém explica é que existe uma análise específica, com regras próprias, e o grau da deficiência pode fazer diferença no tempo exigido pelo INSS. Só que, na prática, não basta ter o direito: é preciso provar do jeito certo.

E é aí que muita gente se perde. Porque não é um pedido simples, a perícia costuma ser criteriosa, e um detalhe mal apresentado pode atrapalhar todo o processo.

Por isso, antes de achar que não tem direito, vale entender como essa aposentadoria funciona de verdade.

Salva esse vídeo e envia para alguém que precisa saber disso.

Endereço

Rua Xavantes
Pato Branco, PR
85501220

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