11/08/2026
Minha trajetória no Direito não foi uma linha reta.
No segundo ano da faculdade, engravidei e precisei trancar o curso. Dois anos depois, voltei. Voltei mais madura, mais focada, mais experiente e, principalmente, com ainda mais vontade de chegar onde eu sonhava.
E o meu sonho sempre foi a advocacia.
Enquanto muitos dos meus amigos falavam sobre concursos e carreiras públicas, eu me imaginava advogando. Não sabia exatamente como seria, nem por onde começar. Não vim de uma família tradicional do Direito, não tive um caminho pronto ou alguém que pudesse me ensinar cada passo. Eu tinha, acima de tudo, vontade.
E foi essa vontade que me fez começar.
Logo no início, tive a sorte de encontrar pessoas que fizeram diferença na minha caminhada. Cyntia Santos e Ivan Mateus S. de Freitas | Criminalista foram amigos e parceiros que me pegaram pela mão quando eu ainda estava aprendendo e me mostraram muito do caminho. Isso eu nunca vou esquecer.
Hoje, eu vivo da advocacia. E dizer isso carrega um significado enorme para mim.
Porque por trás de cada conquista existem lutas que ninguém vê. Existem dúvidas, lágrimas, noites sem dormir, medo de não dar conta e uma responsabilidade imensa sobre a vida e a história de outras pessoas.
Mas existe também vocação. Existe amor. Existe dedicação.
E, acima de tudo, existe a certeza de que escolhi estar exatamente onde queria estar.
Advogar nunca foi um plano B. Sempre foi a minha primeira opção, o meu sonho e a profissão que escolhi para construir a minha história.
Que eu nunca perca de vista o propósito que me trouxe até aqui e que, através do meu trabalho, eu possa ser instrumento de transformação na vida daqueles que confiam em mim.