Orlandi & Sanches Advocacia

Orlandi & Sanches Advocacia Escritório de advocacia especializada em concessão e revisão de benefícios do INSS e Servidores

Para o Superior Tribunal de Justiça (STJ) a pensão alimentícia incide também sobre o 13º salário e o adicional de 1/3 co...
24/02/2026

Para o Superior Tribunal de Justiça (STJ) a pensão alimentícia incide também sobre o 13º salário e o adicional de 1/3 constitucional de férias.

O fundamento é simples e direto:

Essas verbas integram a remuneração anual habitual do alimentante. Excluí-las do cálculo significaria reduzir artificialmente o padrão de vida da criança ou adolescente exatamente nos momentos em que o responsável recebe acréscimo de renda – o que contraria o princípio do binômio necessidade-possibilidade.

Na prática:
O 13º salário é considerado rendimento habitual e periódico, portanto deve ser incluído na base de cálculo da pensão (proporcional ao percentual fixado).

O adicional de 1/3 de férias segue a mesma lógica: é verba remuneratória constitucional, não eventual.

Sempre que houver aumento real na renda do alimentante, a pensão deve refletir essa majoração – seja por meio de desconto direto ou revisão judicial, se necessário.

Assim, a justiça já reiterou diversas vezes: a pensão não se restringe ao salário mensal ordinário.

Ela abrange todos os rendimentos regulares que compõem a capacidade contributiva do pai ou da mãe.

Dúvida sobre o cálculo exato no seu caso? Se a pensão não está sendo descontada sobre essas verbas ou se há desacordo sobre o percentual, um advogado especializado em Direito de Família pode revisar o título executivo e garantir o cumprimento integral da obrigação.

A pensão alimentícia visa garantir o desenvolvimento integral da criança ou adolescente, abrangendo não só alimentação e...
24/02/2026

A pensão alimentícia visa garantir o desenvolvimento integral da criança ou adolescente, abrangendo não só alimentação e moradia, mas também educação, saúde, lazer e outras necessidades essenciais.

Sobre a mensalidade escolar especificamente, a resposta depende do que foi fixado na decisão judicial ou no acordo homologado:

-—Se a pensão já inclui a educação (ou seja, o valor foi fixado considerando as despesas escolares), o pagamento da mensalidade está embutido na pensão ordinária.

Nesse caso, o pai não pode ser obrigado a pagar extra, salvo se houver mudança significativa na situação (ex.: aumento expressivo da mensalidade ou matrícula em escola mais cara sem concordância prévia).

-— Se a escola não foi expressamente incluída no cálculo da pensão, a mensalidade pode ser cobrada à parte, desde que comprovados:

A necessidade da criança (escola compatível com o padrão de vida familiar anterior ao divórcio/separação);
A possibilidade do pai de arcar com o custo.

A justiça entende que a educação de qualidade é direito fundamental da criança.

Por isso, quando há comprovação da necessidade e da capacidade financeira do alimentante, a divisão proporcional da mensalidade escolar é frequentemente deferida, mesmo sem menção expressa no primeiro acordo, por exemplo.

Exemplos comuns de decisões:
Se a criança já frequentava escola particular antes da separação, o pai geralmente continua responsável por parte ou totalidade da mensalidade.

Em casos de escola pública, despesas acessórias (material, uniforme, transporte) podem ser rateadas.

A cobrança extra exige ação própria (alimentos provisionais ou revisional), nunca desconto unilateral da pensão.

Cada situação é analisada individualmente, sempre priorizando o melhor interesse da criança.

Dúvida sobre o seu caso? Uma advogada especializado em Direito de Família pode revisar o acordo/sentença e orientar sobre a melhor estratégia para proteger os direitos dos filhos.

Não. A obrigação de pagar pensão continua existindo, mesmo sem emprego formal ou enquanto aguarda benefício previdenciár...
24/02/2026

Não. A obrigação de pagar pensão continua existindo, mesmo sem emprego formal ou enquanto aguarda benefício previdenciário.

A pensão alimentícia é fixada com base na necessidade do filho e na possibilidade do alimentante.
A perda do emprego ou a espera por perícia no INSS altera apenas a capacidade financeira atual, mas não extingue o dever de sustento.

O pai não pode decidir unilateralmente suspender ou reduzir o pagamento só porque está desempregado ou sem renda comprovada.

A Justiça costuma manter a pensão em valor mínimo (geralmente 1 salário mínimo ou fração dele) até que a situação financeira se restabeleça.

Quando há mudança drástica e comprovada na renda, o caminho correto é ajuizar ação revisional de alimentos para discutir nova fixação judicial – nunca parar de pagar por conta própria.
Consequências graves de não pagar:
• Prisão civil;
• Penhora de bens;
• Inclusão em cadastros de inadimplentes e protesto da dívida;
• Desconto em folha ou bloqueio de valores quando houver nova fonte de renda.

Decisões recentes da justiça reforçam: a necessidade da criança/adolescente prevalece sobre a dificuldade temporária do pai.

A suspensão automática do pagamento por desemprego é considerada inadimplemento voluntário e inexcusável.

É muito comum as mamães acharem que tem a guarda do filho simplesmente por ele morar com ela, então pra que regularizar?...
23/02/2026

É muito comum as mamães acharem que tem a guarda do filho simplesmente por ele morar com ela, então pra que regularizar?

O perigo desse pensamento é que: como não tem uma decisão judicial dizendo que a guarda é da mãe, o pai também tem a guarda e pode pegar o filho quando quiser para passear, viajar e simplesmente não devolvê-lo no horário marcado ou até mesmo fugir com a criança e você não poderá por exemplo pedir reforço policial para buscar a criança porque você não tem uma decisão dizendo que ele mora com você.

E na pior das hipóteses o pai pode entrar com o pedido de guarda, dizendo que o filho já mora com ele.

Quando não existe a regularização da guarda,você possui apenas a GUARDA DE FATO do seu filho e não a DE DIREITO.

Então, regulamente já a guarda do seu filho, para que problemas futuros sejam evitados, tendo em vista que, na ausência de definição legal, a guarda é a compartilhada!

Você já sabia dessa informação?

Ela só queria resolver uma questão simples: colocar o namorado no plano de saúde.Assinaram a declaração de união estável...
23/02/2026

Ela só queria resolver uma questão simples: colocar o namorado no plano de saúde.
Assinaram a declaração de união estável achando que era apenas uma formalidade.
Mas aquele papel carregava muito mais do que uma boa intenção.

A partir dali, o relacionamento passou a ter efeitos jurídicos reais, inclusive patrimoniais, sucessórios e até previdenciários.
O que parecia um gesto de praticidade se tornou um vínculo legal com o mesmo peso de um casamento.

É aqui que mora o erro: achar que a declaração de união estável é simbólica.

⚖️ No Direito, cada assinatura tem consequência.

E como advogada, eu preciso te alertar:
antes de assinar qualquer documento, busque orientação jurídica especializada.
Entender o que se está assinando é o que separa a segurança do arrependimento.

💬 Comente aqui se você já viu alguém fazer isso “só pra resolver rápido”.

E se esse conteúdo fez sentido, envia pra alguém que precisa entender o peso de uma assinatura.

O Benefício de Prestação Continuada (BPC/LOAS) é um direito constitucional garantido a pessoas com Transtorno do Espectr...
02/02/2026

O Benefício de Prestação Continuada (BPC/LOAS) é um direito constitucional garantido a pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) – crianças, adolescentes e adultos – que se encontram em situação de vulnerabilidade social.

O autismo pode ser considerado deficiência para fins de concessão do benefício, desde que comprovado o impacto na autonomia e na participação social plena.

Requisitos principais para o reconhecimento do direito:

✔ Diagnóstico formal de TEA – laudo médico detalhado, preferencialmente multiprofissional (psiquiatra, neurologista, psicólogo, fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional etc.);
✔ Renda familiar per capita igual ou inferior a 1/4 do salário mínimo (critério objetivo principal);
✔ Flexibilização possível – o Judiciário e o INSS admitem a superação do limite de 1/4 quando há despesas elevadas com tratamento, medicamentos, terapias ou cuidadores, desde que comprovadas;
✔ Impedimentos de longo prazo – a condição deve gerar limitações significativas na autonomia para atividades da vida diária, educação, trabalho ou interação social, conforme avaliação biopsicossocial.

O BPC/LOAS não exige contribuição prévia ao INSS e corresponde a 1 salário mínimo mensal, pago diretamente ao beneficiário ou responsável legal.

A negativa administrativa é comum, mas a via judicial tem alto índice de êxito quando bem instruída com laudos completos, comprovantes de despesas e atualização do CadÚnico.

Se você ou alguém da sua família tem diagnóstico de autismo e enfrenta dificuldades financeiras para custear terapias, cuidadores ou necessidades básicas, procure orientação especializada.

👉O direito existe – o que falta, muitas vezes, é a informação correta e o procedimento adequado.
📲 43-99123-4574
AdvocaciaPrevidenciária DireitosDasPessoasComDeficiência

Essas informações podem mudar completamente o jogo da sua aposentadoria e dos seus benefícios. O governo não vai te cont...
02/02/2026

Essas informações podem mudar completamente o jogo da sua aposentadoria e dos seus benefícios. O governo não vai te contar, mas nós vamos!

1. PIX PODE CORTAR SEU BENEFÍCIO! 💸

2. PAGAMENTO SÓ 2X AO ANO? 🗓️
Isso mesmo! Contribuintes individuais e facultativos podem se planejar e pagar o INSS apenas duas vezes ao ano, de forma semestral. Uma baita facilidade para quem precisa de organização!

3. CIRURGIAS QUE ANTECIPAM A APOSENTADORIA! 🧑‍🦼
Problemas graves na coluna, quadril ou joelho que geram sequelas permanentes não apenas dão direito a auxílios, mas podem te enquadrar na Aposentadoria da Pessoa com Deficiência, reduzindo o tempo de contribuição necessário!

👉 ESSAS INFORMAÇÕES SÃO OU NÃO SÃO OURO?
📲 43-99123-4574

🚨 INSS negou seu benefício? Saiba o que fazer agora!Calma! A negativa não significa o fim do seu direito.Muitos pedidos ...
29/01/2026

🚨 INSS negou seu benefício? Saiba o que fazer agora!

Calma! A negativa não significa o fim do seu direito.
Muitos pedidos são indeferidos por falta de documentos, erro na perícia ou análise incompleta.

📄 É possível entrar com recurso administrativo dentro do próprio INSS ou, em alguns casos, buscar a via judicial.

O importante é entender o motivo da negativa e agir de forma correta.
Cada caso é único e contar com orientação jurídica especializada faz toda diferença no resultado. ⚖️

💡 Se isso aconteceu com você, procure entender as razões do indeferimento e busque informações sobre como recorrer.
O importante é não desistir antes de entender o motivo da negativa.
Cada caso é único e contar com uma equipe especializada em Direito Previdenciário faz toda diferença no resultado. ⚖️

Duvidas: 43 99123 4574

29/01/2026

🚨 Você sabia que a aposentadoria da pessoa com deficiência (PCD) segue regras próprias muito mais vantajosas que a aposentadoria comum?

Se você vive com alguma limitação física, sensorial ou mental que exige esforço extra no seu dia a dia de trabalho, vale a pena prestar atenção a esses pontos:

1️⃣ Não é necessário estar incapacitado.

A aposentadoria PCD é diferente da por invalidez. Você pode continuar exercendo sua profissão normalmente. O que importa é o impacto da sua limitação na rotina profissional.

2️⃣ O tempo de contribuição é menor.

Com o enquadramento correto, é possível antecipar a aposentadoria em até 10 anos, de forma totalmente legal e com base na lei complementar 142/2013. O grau da deficiência que define o tempo exigido.

3️⃣ É preciso comprovar com documentação técnica.

O INSS não reconhece automaticamente. Sem laudos médicos adequados, histórico funcional e avaliação correta, você será enquadrado na regra comum e poderá perder um direito que é seu.

⚠️ É por isso que planejar e construir essa aposentadoria com estratégia é tão importante.

📌 Cada detalhe técnico pode mudar seu tempo e valor de benefício.

Se você vive com alguma limitação e nunca analisou a fundo o seu caso, este pode ser o momento de começar.

📲 Busque uma análise especializada e descubra se você se encaixa nessa regra que pouca gente conhece e pode transformar seu futuro.

whatsapp: 43 99123 4574

o INSS traz novas regras para o BPC em 2026.o objetivo é trazer avanços na proteção social e maior flexibilidade para fa...
27/01/2026

o INSS traz novas regras para o BPC em 2026.

o objetivo é trazer avanços na proteção social e maior flexibilidade para famílias em vulnerabilidade.

As principais mudanças, já em vigor, impactam diretamente a concessão, manutenção e conversão do benefício:

Manutenção com variação de renda
O BPC será mantido se a renda do último mês ou a média dos últimos 12 meses for igual ou inferior a ¼ do salário mínimo, protegendo famílias com renda irregular ou sazonal.

Auxílio-inclusão automático
Quando a pessoa com deficiência ingressar no mercado de trabalho (recebendo até 2 salários mínimos), o BPC será convertido automaticamente em auxílio-inclusão, sem necessidade de novo requerimento ou interrupção do benefício.

Novas exclusões no cálculo da renda.

Não entram mais no cálculo:

Bolsas de estágio
Remuneração de contratos de aprendizagem
BPC recebido por outro familiar
Benefícios previdenciários de até 1 salário mínimo (limitado a 1 por membro da família)

Dedução de despesas com saúde:

Podem ser descontados da renda familiar os gastos contínuos e comprovados com:

Tratamentos médicos
Medicamentos
Fraldas geriátricas/adultas
Alimentos especiais (não fornecidos pelo SUS)

Prazos e obrigações
O requerente tem 30 dias para apresentar documentação pendente – após esse prazo, o pedido será considerado desistido.

O Cadastro Único (CadÚnico) deve ser mantido sempre atualizado em caso de mudança de endereço, composição familiar ou qualquer alteração relevante.

Essas atualizações reforçam o caráter assistencial do BPC e facilitam o acesso e a permanência no benefício.

Salve este post como referência e compartilhe com quem precisa.

Duvidas: 43-99123-4574

⚠️ ATENÇÃO, BENEFICIÁRIOS DO CADÚNICO!O Governo publicou uma nova norma que reforça a fiscalização do Cadastro Único.Que...
27/01/2026

⚠️ ATENÇÃO, BENEFICIÁRIOS DO CADÚNICO!

O Governo publicou uma nova norma que reforça a fiscalização do Cadastro Único.

Quem recebe BPC/LOAS, Bolsa Família, Tarifa Social de Energia ou qualquer benefício vinculado ao CadÚnico precisa redobrar os cuidados.

🔍 O que muda na prática?
▪️ Estados e municípios passam a apurar e comunicar possíveis irregularidades, inclusive a partir de denúncias;
▪️ Informações incorretas, omissões ou dados falsos podem levar à exclusão do cadastro;
▪️ Quando houver indícios de má-fé, o caso pode ser encaminhado ao Ministério Público ou à Polícia Federal;
▪️ Cadastros com pendências não regularizadas podem ser excluídos automaticamente após 90 dias.

⚖️ Importante saber:
A norma garante o direito de defesa e deixa claro que não há criminalização da pobreza.
A exclusão só ocorre se ficar comprovado dolo e má-fé, por meio de processo administrativo.

📍 O que você deve fazer?
✔️ Mantenha seus dados sempre atualizados no CRAS;
✔️ As informações declaradas podem ser confirmadas por visita domiciliar de assistente social.

📢 Compartilhe essa informação e ajude outras famílias a não perderem seus benefícios por falta de orientação.

O Benefício de Prestação Continuada (BPC/LOAS) não se restringe a deficiências visíveis ou motoras graves. A legislação ...
26/01/2026

O Benefício de Prestação Continuada (BPC/LOAS) não se restringe a deficiências visíveis ou motoras graves. A legislação (Lei nº 8.742/1993 e Decreto nº 6.214/2007) reconhece o direito sempre que houver impedimentos de longo prazo que limitem a participação plena na sociedade, independentemente da aparência da condição.
Entre as patologias frequentemente aceitas pela perícia médica e social do INSS estão:

Cardiopatias graves (insuficiência cardíaca avançada, cardiopatias congênitas graves)
Paralisia cerebral
Síndromes genéticas (Down, Rett, Angelman, Prader-Willi, entre outras)
Doenças raras com impacto funcional significativo
Transtornos do neurodesenvolvimento graves
Doenças crônicas com sequelas incapacitantes (ex.: fibrose cística, distrofia muscular)

O critério decisivo não é o nome da doença, mas o grau de impedimento nas áreas de autonomia, comunicação, aprendizado, mobilidade e autocuidado – avaliado individualmente pela perícia do INSS –, aliado à comprovação de vulnerabilidade socioeconômica (renda familiar per capita até ¼ do salário mínimo como referência, com flexibilização jurisprudencial do STF).
Fatores que mais influenciam a aprovação:

Laudos médicos detalhados e atualizados
Relatórios multiprofissionais (médico, psicólogo, terapeuta ocupacional, fonoaudiólogo)
Cadastro Único (CadÚnico) devidamente atualizado
Comprovantes de despesas contínuas com saúde (medicamentos, fraldas, terapias não cobertas pelo SUS)

Milhares de famílias recebem negativas administrativas injustas por falta de documentação adequada ou desconhecimento dos critérios ampliados. Quando o caso chega à Justiça, a taxa de reversão é alta (acima de 80% em muitas varas previdenciárias).
Se há diagnóstico de condição que gera limitações permanentes e a família vive em situação de baixa renda, o direito existe. Não espere anos para buscar o que é garantido por lei.
Consulte um advogado especialista em Direito Previdenciário e Assistencial para analisar o caso concreto e preparar o requerimento com as provas necessárias.

Endereço

Rua Benedito Pereira Pontes, N° 58, Centro
Palmital, SP
19970082

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 18:00
Terça-feira 09:00 - 18:00
Quarta-feira 09:00 - 18:00
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