Luís Carlos Drey

Luís Carlos Drey Formado em Direito pela Universidade de Cruz Alta.

14/09/2025

Vejo exagero no excesso de vigilância e no uso indiscriminado de câmeras sob posse do Estado, o que configura verdadeiro atropelo aos direitos fundamentais, tais como a intimidade, a privacidade, a liberdade de locomoção e, sobretudo, a dignidade da pessoa humana.

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14/09/2025

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01/09/2025

DIREITO COM PROPÓSITO | O Direito Como Resposta à Urgência do Envelhecimento Digno ⚖️

João Paulo Iotti Cruz, presidente da Comissão de Direitos da Pessoa Idosa da OAB SP, teve sua trajetória transformada por um trabalho voluntário em uma Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI). "Foi a primeira vez que tive contato com pessoas que dependiam direta (e quase exclusivamente) de políticas públicas para garantir o seu mínimo existencial", relata. 🧓🏽

Essa experiência despertou nele uma sensação de urgência em ampliar o debate sobre o envelhecimento no Direito. "À medida que me aprofundava no tema, comecei a visualizar o meu próprio processo de envelhecimento e o dos meus colegas", conta. As frases que mais ouviu, e ainda ouve, em sua atuação são reveladoras: "O tempo passou muito rápido" ou "Deveria ter feito outras escolhas quando era mais jovem".

No mês da advocacia, OAB SP celebra profissionais que encontraram no Direito a força para reparar injustiças e inspirar mudanças. 👏🏽

Leia a matéria completa no Jornal da Advocacia: ⬇️
🔗 www.oabsp.org.br/jornaldaadvocacia/25-08-19-1039-mes-da-advocacia-historias-de-quem-escolheu-o-direito-para-transformar-dor-em-justica

: Card com fundo cinza-claro. À esquerda, foto de João Paulo Iotti Cruz vestindo toga preta e gravata, em ambiente interno. À direita, título “Mês da advocacia – Direito com Propósito” e citação sobre a importância de perceber o impacto do trabalho jurídico, seguida de seu nome e cargo.

23/05/2025

Abraço aos amigos!

28/03/2025

A EQUANIMIDADE
A melhor postura que devemos ter na vida é, sem dúvida, a da equanimidade. Esta é a virtude que nos ajuda a passar bem pelas contrariedades da existência humana. Quem é equânime consegue ser feliz tanto na tempestade e quanto na bonança. Consegue ter paz de espírito tanto no ganho quanto na perda. Consegue o bem estar tanto na riqueza quanto na pobreza. Aquele que é equânime pensa: Se ganhei, ótimo, se perdi, ótimo também. Se eu consegui, tudo bem, se não consegui, tudo bem também.
Ser equânime é estar bem tanto no caos quanto na ordem.
É aquele que agradece tanto os bons e quanto os maus momentos…
Aquele que é feliz tendo muito ou tendo pouco; é manso na vitória e também na derrota.
Como disse Buda: “Aquele que vive em paz é feliz, pois não sonha nem com vitória, nem com derrota”.
Esse é o sábio… aquele que se liberta das oscilações da vida, da variação dos opostos. Este não é afetado pela mudança das marés; pela alternância das estações; pelo giro da roda da vida. Dessa forma, experimentamos a tempestade sem f**ar sofrendo para ter a bonança. Experimentamos as vacas magras sem cobiçar o retorno da abundância e sem sofrer quando esta não vem. O homem comum é assim: quando está no calor, ele quer o frio… e quando está no frio, ele quer o calor. Ele trabalha na segunda esperando a sexta feira e no domingo f**a deprimido porque está chegando segunda.
Mas quem consegue ser feliz na segunda e na sexta feira, no calor e no frio, de um lado e do outro.
Esse não se deixa abalar pela inversão dos opostos e vive muito melhor.
Se você só f**a feliz quando a maré está alta, vai sempre sofrer quando a maré baixar.
Se você só f**a feliz em dias de sol, vai f**ar sempre deprimido em dias de chuva. Por isso, é preciso ser indiferente às oscilações; é necessário cultivar a neutralidade e a impassibilidade diante do balanço da existência. Ninguém está melhor por estar no claro ou não escuro, posto que é o escuro que dá existência ao claro. ninguém está melhor por estar rico do que pobre, posto que é na pobreza onde aprendemos o valor do ser ao invés do ter. Ninguém está melhor no ganho e pior na perda, posto que é somente na perda onde passamos a dar valor ao que tem valor. Aqueles que buscam sempre o melhor para si mal sabem que o melhor é conseguir a paz mesmo quando estamos pior. Aqueles que buscam sempre o prazer não desconfiam que antes precisam aprender a serem felizes na dor. Enquanto o homem buscar o bom e negar o mau; buscar a vida e rejeitar a morte; buscar o positivo e evitar o negativo. Ele nunca terá a paz que sempre desejou. No entanto, quando paramos de buscar o bom e não mais lutamos contra o mal… tudo se armoniza naturalmente. Quando paramos de buscar a luz e extirpar as trevas… tudo se ilumina naturalmente. Quando paramos de desejar apenas a vida e deixamos de negar a morte… esse é o momento em que atingimos a imortalidade. Por isso não devemos desejar prosperidade a ninguém, mas sim que a pessoa seja feliz na riqueza ou na pobreza, que tenha alegria de viver na tempestade ou na bonança, fique bem no emprego ou no desemprego, que cultive a paz interior no sucesso ou no fracasso.
Quem consegue esse equilíbrio, interrompe em definitivo seu ciclo de sofrimento e se liberta de todos os males do mundo.
Nesse estado, ele atinge a felicidade que tanto sonhou…
E esta, claro, é uma felicidade que nada nesse mundo pode nos tirar… (Hugo Lapa)

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02/02/2025
12/07/2024

A Justiça anulou um casamento cujo objetivo não era a união entre as partes, mas um golpe para receber benefícios previdenciários.

A 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais modificou a sentença, proferida na Comarca do Vale do Aço, e anulou o casamento entre uma mulher e o avô do companheiro dela por indícios claros de fraude.

Entenda o caso
O Ministério Público de Minas e o Instituto de Previdência dos Servidores Militares do Estado de Minas Gerais (IPSM) ajuizaram, em maio de 2020, uma ação que buscava anular o casamento entre a dona de casa, então com 36 anos, e o policial militar reformado que, na época, estava com 92 anos.

Segundo consta no processo, a mulher morava em uma casa com o idoso, o companheiro dela e mais três filhos.

Quatro anos antes, em 10 de agosto de 2016, a mulher teria se casado com o avô do companheiro dela no cartório de uma cidade vizinha, para receber benefícios previdenciários e assistência de saúde. Ainda segundo a denúncia, ela preencheu documento público com informação falsa, ao declarar que residia no município onde se casou.

A ação interposta pela Promotoria mineira e o Instituto de Previdência pediu a dissolução do casamento e que a dona de casa pagasse indenização por danos morais coletivos. Nos autos, a acusada se defendeu, negando haver fraude em seu matrimônio. Ela apresentou, inclusive, testemunhas, o que convenceu o juiz da comarca.

As instituições recorreram. O relator, juiz convocado como desembargador Eduardo Gomes dos Reis, modificou a decisão sob o fundamento de que ficou claro que a mulher tinha um relacionamento com o neto do policial reformado, e que dessa união estável nasceram três filhos.

O magistrado concluiu que a mulher se casou com o avô do companheiro para ter acesso aos benefícios previdenciários e à assistência de saúde de forma fraudulenta. Entretanto, o juiz convocado como desembargador negou às instituições o pedido de indenização por danos morais coletivos.

Fonte: Infomoney

Endereço

Rua Mariz E Barros, 202
Palmeira Das Missões, RS
98300000

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