11/08/2026
Quando comecei na advocacia, em 2018, eu ainda não imaginava onde essa profissão me levaria.
Com o tempo, encontrei no Direito de Trânsito uma área que fazia sentido para mim, principalmente porque percebi que uma CNH muitas vezes representa muito mais do que o direito de dirigir: representa trabalho, renda, patrimônio, e liberdade.
Em 2019, decidi atuar exclusivamente nessa área. Desde então, vieram estudos, especializações, processos, audiências, entrevistas, palestras, participação em comissões da OAB e o privilégio de atender pessoas de diferentes lugares do Brasil.
Mas, acima de tudo, vieram aprendizados.
Aprendi que técnica é indispensável, mas transparência também é. Nem todo caso tem solução, nem todo processo terá o resultado esperado, e acredito que o advogado precisa ter responsabilidade para dizer isso com clareza quando for necessário.
Também aprendi que, por trás de cada processo, existe uma pessoa, uma preocupação e, muitas vezes, algo muito importante em jogo.
Hoje, sigo construindo uma advocacia especializada, próxima, técnica e transparente.
Ainda há muito pela frente, mas uma coisa permanece igual desde o início: a vontade de ajudar pessoas por meio do Direito.
E talvez uma das maiores lições dessa caminhada seja justamente essa: especialização não significa saber tudo. Significa compreender o tamanho da responsabilidade de continuar aprendendo todos os dias.