Giseli Amaral Advocacia

Giseli Amaral Advocacia Advocacia atuante nas áreas de Atendimento Juridico no assessoramento pessoal previdenciário e cível.

Advogada pós graduada e especialista em Direito e Processo Tributário; Direito Civil e Processo Civil.

13/08/2026

Uma decisão negativa pode fazer a pessoa acreditar que sua doença não é grave, que seus documentos não têm valor ou que buscar orientação seria apenas perder mais tempo.

Mas, antes de desistir ou apresentar um novo pedido, é preciso entender o que realmente aconteceu: a incapacidade não existia ou ela não foi demonstrada de forma adequada?

Essa diferença muda completamente a estratégia.

12/08/2026

Uma negativa costuma produzir duas reações: desespero e pressa.

A pessoa pensa que precisa conseguir um laudo novo, reunir mais exames e fazer imediatamente outro pedido.
Mas existe uma pergunta que precisa vir antes:
Por que o pedido anterior foi negado?
Talvez os documentos comprovassem a existência da doença, mas não explicassem como ela compromete o trabalho, a autonomia ou as atividades da vida diária.
Talvez tenham faltado informações sobre a profissão, as limitações funcionais, os tratamentos realizados ou a evolução do quadro.
Também existem situações em que a discussão envolve requisitos previdenciários ou critérios específicos do benefício solicitado.
Por isso, repetir o protocolo sem compreender o processo anterior pode significar repetir as mesmas falhas.
A negativa não deve ser lida apenas como um “não”.
Ela precisa ser analisada como uma indicação do que não foi reconhecido, do que não ficou claro e do que precisa ser tecnicamente enfrentado.
Dependendo do caso, pode ser necessário avaliar recurso, novo requerimento ou outra medida adequada. Essa escolha exige análise individual dos documentos, das datas e dos fundamentos utilizados na decisão.
O próximo pedido não começa em um formulário novo. Ele começa na compreensão do que aconteceu no anterior.
Salve este conteúdo e envie para alguém que está prestes a fazer outro pedido sem ter entendido a primeira negativa.
Este conteúdo possui finalidade informativa.

Acho chique se dedicar a algum propósito.
12/08/2026

Acho chique se dedicar a algum propósito.

11/08/2026

ADVOCACIA TEM QUE TER ADVOGADA.
SAÚDE TEM QUE TER ADVOGACIA.
JUSTIÇA PRECISA DA ADVOCACIA.
DIREITO E DIGNIDADE PARA SER RESPEITADO PRECISA DA ADVOCACIA.
VIVA A ADVOCACIA PARA QUE NUNCA FALTE JUSTIÇA.

A advocacia me ensinou muito mais do que leis.Me ensinou que, por trás de cada processo, existe alguém esperando uma res...
11/08/2026

A advocacia me ensinou muito mais do que leis.

Me ensinou que, por trás de cada processo, existe alguém esperando uma resposta.
Alguém com medo.
Alguém que já ouviu muitos “nãos”.
Alguém que, muitas vezes, chega até mim sem saber mais em quem acreditar.

Com o tempo, também entendi que ser uma boa advogada não é saber falar difícil.

É saber estudar quando ninguém está vendo.
É ter responsabilidade com a confiança que colocaram nas suas mãos.
É reconhecer quando precisa aprender mais.
É sustentar uma tese com técnica, mas nunca esquecer que existe uma vida por trás daqueles documentos.

A advocacia me deu independência, me trouxe conquistas e abriu portas que um dia pareciam muito distantes.

Mas também me deu noites de estudo, preocupações que ninguém viu, decisões difíceis e uma certeza:

eu ainda tenho muito para aprender.

Talvez por isso eu continue estudando, buscando conhecimento e me recusando a me acomodar.

Porque diploma nenhum encerra a nossa formação.

Hoje, no Dia da Advocacia, eu não comemoro apenas a profissão que escolhi.

Comemoro a mulher que precisei me tornar para exercê-la.

E se existe algo que continuo achando chique é isso:

ter conhecimento para ocupar lugares, caráter para permanecer neles e humildade para nunca achar que já sabe o suficiente.

Feliz Dia da Advocacia a quem entende que defender direitos é, antes de qualquer coisa, assumir responsabilidade pela história de alguém. ⚖️

10/08/2026

“Tem dias que eu trabalho porque preciso.”

Foi assim que uma cliente me respondeu quando perguntei se a fibromialgia e a artrose estavam causando limitações no trabalho.
Depois, ela começou a descrever o que realmente estava vivendo:
Dores pelo corpo.

Insônia.
Tontura.
Falta de força nas mãos.
Dificuldade para ficar em pé.
Dor para se abaixar.
Limitação até para limpar a própria casa.
Problemas de concentração e memória.
Mesmo enfrentando tudo isso, ela continua trabalhando.
Não porque esteja bem.
Mas porque precisa pagar as contas.

Essa é uma realidade que muitas pessoas não conseguem explicar durante uma perícia ou em um documento médico. Elas respondem que ainda trabalham, mas não conseguem demonstrar como trabalham, quanto esforço precisam fazer e o que acontece com o corpo durante e depois daquela jornada.

Continuar exercendo alguma atividade não significa, automaticamente, que a pessoa esteja plenamente capaz.

Trabalhar por necessidade não é o mesmo que trabalhar sem limitações.

Salve este conteúdo e compartilhe com alguém que continua trabalhando com dor porque acredita não ter outra escolha.

Cada caso possui requisitos próprios e precisa de análise individualizada.

08/08/2026

Você fez exames, o resultado veio "normal", mas a dor continua e está impedindo você de trabalhar?
Isso, por si só, não significa que você perdeu seus direitos.
Para o INSS, o mais importante é verificar se existe incapacidade para exercer sua atividade, e não apenas analisar um exame isoladamente. Cada caso precisa ser avaliado de forma individual.
Antes de desistir ou acreditar que "não tem mais o que fazer", busque orientação e entenda quais são os seus direitos.

💬 Você conhece alguém que passa por essa situação? Envie este vídeo para essa pessoa.

07/08/2026

Sentir dor todos os dias não é normal. E, em alguns casos, essa condição pode garantir direitos perante o INSS.
Muitas pessoas convivem com a hérnia de disco acreditando que precisam apenas suportar a dor, sem saber que, quando a doença limita a capacidade para o trabalho, podem existir benefícios previdenciários disponíveis.
Cada caso precisa ser analisado individualmente, considerando os laudos médicos, exames e as limitações que a doença causa.

▶️ Assista ao vídeo até o final e entenda quando a hérnia de disco pode dar direito a benefícios do INSS.

💬 Conhece alguém que sofre com esse problema? Compartilhe este conteúdo.

06/08/2026

Você já ouviu alguém dizer:

"Mas ela sorriu na foto... então não deve estar tão mal."

Esse é um dos maiores equívocos quando falamos de transtornos mentais e benefícios por incapacidade e até deficiência.

A análise não deve ser feita pela aparência de um momento.

O que realmente importa é compreender como a doença interfere na capacidade da pessoa manter uma rotina de trabalho, considerando as crises, o tratamento, os efeitos dos medicamentos, a cognição e a funcionalidade.

Nem todo diagnóstico gera direito ao benefício.

Mas nenhuma avaliação séria pode ser baseada apenas na aparência.

Se esse conteúdo fez sentido para você, salve este post e compartilhe com quem precisa entender essa diferença.

Se teve seu benefício negado e acredita que sua incapacidade não foi corretamente avaliada, realize uma avaliação para entender seu caso.

05/08/2026

Você ouviu que só tem direito ao benefício por incapacidade quem já fez 12 contribuições ao INSS?
Essa informação, sozinha, pode fazer muita gente desistir de buscar um direito.
A verdade é que existem exceções previstas na lei, e em alguns casos a carência pode ser dispensada. Ou seja, não é porque você ainda não completou 12 contribuições que automaticamente não tem direito ao benefício.
Cada situação precisa ser analisada com cuidado, porque um detalhe pode fazer toda a diferença.

▶️ Assista ao vídeo até o final e entenda quando essa regra não se aplica.

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