Fábio Toledo Imóveis

Fábio Toledo Imóveis Fábio Toledo Imóveis - Imobiliária e Advocacia

04/12/2015
Oneomania - A Doença do ConsumismoConsumismoQuando o dinheiro é sinônimo de felicidade e a falta dele se traduz em desam...
28/11/2015

Oneomania - A Doença do Consumismo
Consumismo

Quando o dinheiro é sinônimo de felicidade e a falta dele se traduz em desamparo e falta de amor, a vida f**a realmente trágica. O estímulo para a compra de produtos e serviços é feito pelo sistema de marketing, com propagandas em profusão e todos os outros meios de indução. Crescemos comprando e não conseguimos imaginar-nos vivendo sem fazê-lo.

Parafraseando Descartes: “Consumo, logo existo”. Somos uma sociedade de consumidores e, infelizmente, as pessoas são vistas, avaliadas, medidas por aquilo que possuem, ostentam ou podem adquirir. Muitos são os motivos que levam uma pessoa a comprar: a necessidade, a diversão, os modismos, a importância, o status e o apelo mercadológico do comércio. Mas há quem consuma pelo simples prazer de comprar, de adquirir alguma coisa independente da sua utilidade ou signif**ado.

Oneomania - Gastadores Compulsivos

Acredite, este distúrbio não é raro. A "doença da dívida" está cada vez mais frequente e se chama Oneomania, que é um transtorno psiquiátrico marcado pela vontade sem controle de comprar. As pesquisas apontam que já chega a 3% os compradores compulsivos com esta patologia. O que estas pessoas têm em comum é uma vontade incontrolável de comprar; sem absoluto critério e consciência da sua verdadeira necessidade e condição financeira.
"O que estas pessoas têm em comum é uma vontade incontrolável de comprar; sem absoluto critério e consciência da sua verdadeira necessidade e condição financeira."
O vício está nas manchetes. São dezenas de filmes no cinema e na tevê que apresentam o drama de pessoas viciadas no jogo de cartas, em cassinos, no álcool e outras dr**as, afora o noticiário que a todo momento mostra o drama vivido por gente famosa ou gerando acidentes graves e crimes inacreditáveis. Para f**ar com dois exemplos de filmes, lembro Conduta de Risco, no qual George Clooney interpreta um advogado viciado em pôquer e que, por isso, passa uma série de necessidades, e O sonho de Cassandra, de Woody Allen, em que este descreve uma tragédia em que um dos personagens se endivida também no vício do pôquer, sempre alimentado por um agiota, pronto a lhe emprestar mais dinheiro para as apostas.

Os oneomaníacos têm o consumo como vício, assim como um alcoólatra que necessita da bebida. Pode atingir qualquer pessoa, independentemente de classe social, condição econômica e formação intelectual. Enquanto está comprando, a pessoa sente alívio e prazer dos sintomas, que passado um tempo voltam rapidamente. O efeito do ato de comprar é semelhante ao de tomar uma droga.
A pessoa compra, por impulso, sem estar precisando daquele produto, para compensar angústia e diminuir o desconforto físico e psicológico. Logo após a compra ela se arrepende. Normalmente essas pessoas são viciadas em consumo descontrolado e estão sempre devendo.

Alguns especialistas consideram a oneomania uma doença obsessiva-compulsiva. Nesse caso, a pessoa teria outros comportamentos compulsivos característicos, além de comprar – como contar objetos sem conseguir parar, por exemplo. No caso desses sintomas estarem ausentes, a oneomania é considerada um distúrbio no controle dos impulsos.

Sinais da Compulsão

Quando está triste ou frustrado sempre busca comprar algo.
Tem preocupação excessiva em comprar.
Acaba sempre gastando mais dinheiro e mais tempo do que o planejado.
Tem problemas familiares e desgaste em suas relações sociais por conta dos gastos excessivos.
Tem dívidas que superam o valor que pode pagar.
Sempre está procurando maneiras de conseguir dinheiro para cobrir o rombo da conta bancária.
Compra itens desnecessários ou em quantidades exageradas.
Sempre se arrepende logo após as compras e sente-se frustrado com isto.
Toma empréstimo para cobrir os gastos.
Mente, omite e esconde as compras excessivas e também as dívidas.
É claro que, se o comprador com oneomania for uma pessoa de posses e puder gastar muito dinheiro, será mais difícil identif**ar a doença, pois ela acumulará produtos e mais produtos ainda que nunca os utilize. Assim, um outro modo de identif**ação da doença está em verif**ar o excesso da compra de produtos, que jamais são usados.

A doença pode estar associada a transtornos do humor e de ansiedade, dependência de substâncias psicoativas (álcool, tóxicos ou medicamentos), transtornos alimentares (bulimia, anorexia) e de controles de impulsos.

A oneomania também emerge para aliviar sentimentos de grande frustração, vazio e depressão. É um desejo de possuir, de ter poder, que f**a reprimido. Ao não conseguir dar vazão ao seu desejo, a pessoa sofre uma enorme pressão interna que a leva à necessidade de possuir coisas novas como única forma de prazer, explica a psicóloga Denise Gimenez Ramos, coordenadora do Programa de Pós-graduação em Psicologia Clínica da PUC-SP.

Tratamento
"Reconhecer que é um Consumidor Compulsivo e que se está com o distúrbio “oneomania” é primeiro passo para solvência e prosperidade."

Compradores compulsivos devem buscar atendimento psiquiátrico e frequentar sessões de psicoterapia para tratar o problema, afirmam os médicos. A Oneomania é uma doença que nunca melhora, somente piora, com o passar do tempo. É uma doença progressiva em sua natureza, que não pode jamais ser curada, mas pode ser detida. Os grupos de ajuda são uma alternativa a mais para auxiliar neste problema, recomenda os psicólogos. O fundamento do grupo é o mesmo dos Alcoólicos Anônimos. Estabelecendo passos para vencer o vício. O primeiro deles é admitir ter compulsão para consumo. Segue-se o mesmo ritual, apenas trocando o termo “álcool” por “endividamento compulsivo”. Com o compartilhamento de experiências e apoio mútuo do grupo aprende-se maneiras de se controlar.

Essencial para o controle desta doença é a organização financeira. Saber quanto se ganha e quanto se gasta é a chave para o controle. Há um site muito bom que permite isto: o money tracking. Um programa excelente (e grátis) criado por um brasileiro, Cristiano Meira Magalhães chamado Planejamento Financeiro também é muito útil para este fim.

A Terapia Biográf**a, uma Psicoterapia baseada na Antroposofia, é uma técnica que pode auxiliar muito as pessoas que sofrem desta compulsão, permitindo que as pessoas consigam entender e modif**ar seus padrões de comportamento. Mais informações, clique aqui.

Oneomania atinge principalmente as Mulheres

Segundo o neuropsicólogo Daniel Fuentes, coordenador de Ensino e Pesquisa do Ambulatório do Jogo Patológico e Outros Transtornos do Impulso (AMJO), do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, a proporção é de quatro mulheres para cada homem com a doença. Os especialistas ainda não sabem precisamente o porquê da oneomania ser mais comum em mulheres, mas acreditam que o motivo está diretamente relacionado a condições culturais.
"A mulher sempre f**a responsável pelas compras da casa e da família. Ela é que vai ao supermercado, ao shopping e compra presentes para todos os parentes. Sem contar que acaba se endividando comprando artigos que compõem sua identidade, como roupas e acessórios", comenta a psicóloga. "Entretanto, e mulher busca mais tratamento do que os homens. Ela aceita mais o fato de estar com o problema e vai em busca de soluções", ressalta a psicóloga Tatiana Filomensky.

Os Grupos de Ajuda

Muitas das questões que nos colocamos hoje são percebidas de modo diferente quando as situamos no contexto mais amplo da vida toda. Esta ajuda vem pela interação entre os diferentes participantes em atividades dirigidas que envolvem arte e palavras.
Existe um grupo de 12 passos, nos moldes do AA, que ajuda muito as pessoas com esta compulsão: os Devedores Anônimos.

Antes de chegar ao Grupo de D.A., muitos devedores compulsivos se achavam pessoas irresponsáveis, moralmente fracas, ou as vezes, simplesmente “Más”. O conceito do D.A. é o de que o devedor compulsivo é uma pessoa realmente doente que pode se recuperar caso ele ou ela siga, com toda sinceridade, um programa simples, que já provou ser um sucesso para outros homens e mulheres com um problema similar. O trecho abaixo foi retirado do site deles:

Como devedores compulsivos, nós nos enquadramos em padrões de gastos que não satisfazem nossas necessidades reais. Alguns de nós temos deixado de pagar cronicamente nossas contas e dividas, mesmo quando nós tínhamos o dinheiro para pagá-las. Ou nós temos feito pagamentos fielmente para 01 ou 02 credores e negligenciado os outros. Alguns de nós têm simplesmente ignorado nossas dívidas por algum tempo, na esperança de que, de alguma maneira, elas possam ser pagas milagrosamente. Alguns de nós têm sido gastadores compulsivos, comprando coisas de que não necessitamos, e nem queremos. Quando nós nos sentimos carentes, ou que, algo está faltando nós esbanjamos dinheiro em algo que não podemos pagar. Nós gastamos compulsivamente, entramos em dívidas, nos sentimos culpados, prometemos que nunca faremos isto de novo, e apenas repetimos o mesmo ciclo na próxima vez que o sentimento de “não sermos suficiente” aflore. Tendo gasto além da conta, nós freqüentemente não tínhamos nada para mostrar no que gastamos, e f**amos nos perguntando para onde foi todo aquele dinheiro. Alguns gastadores compulsivos não estão realmente endividados, mas mesmo assim, são bem vindos ao D.A. O único requisito para ser membro do D.A., é o desejo de evitar fazer dívidas sem hipoteca (garantia).

Alguns de nós têm se tornado empobrecidos compulsivos, permitindo-nos f**ar freqüentemente sem dinheiro, batalhando de uma crise financeira para outra. Há ainda alguns de nós que acham quase impossível gastar dinheiro consigo mesmos. A televisão estraga e f**a estragada, aquele par de sapatos, pronto para ser aposentado, é obrigado a rodar mais um ano ainda, e até problemas de saúde e dentários não são cuidados.

Esta doença afetou nossa visão de nós mesmos e do mundo à nossa volta. Ela nos levou a acreditar que não éramos “suficientes” – em casa, no trabalho, em situações sociais, em relacionamentos amorosos. Ela também nos levou a crer que não há o suficiente no mundo lá fora para nós. Esta doença criou uma sensação de pobreza em tudo o que fazíamos e víamos. Em reação a isso, nós nos recolhíamos para um mundo de fantasias, ficávamos preocupados com dinheiro, e evitávamos responsabilidades.

Quando nós participamos da nossa primeira reunião de D.A., nós estávamos perdidos, por muitas perdas: perda de salário, que havia sido engolido por dívidas e por gastos compulsivos; perda de fé; perda de respeito próprio e paz de consciência; perda de amizades; e algumas vezes de saúde, emprego e família. Muitos de nós buscamos ajuda de vários indivíduos ou organizações, mas sempre acabávamos nos sentido como se ninguém entendesse nosso problema. Nossa solidão fez com que nos recolhêssemos mais e mais em nós mesmos. Nós perdemos a vitalidade e o interesse na vida. Nós não podíamos trabalhar ou cuidar de nós mesmos ou de nossos entes queridos apropriadamente. Alguns de nós achamos que estávamos f**ando loucos e outros chegaram a contemplar o suicídio. Esse senso de desespero, ou “chegar ao fundo do poço”, foi nosso primeiro passo em Devedores Anônimos. Nós vimos que nossas tentativas de esquematizar e manipular nossas vidas nunca funcionaram. Nós admitimos que éramos impotentes perante as dívidas. Nós estávamos prontos para pedir ajuda.

Para encerrar, confira a reportagem do Globo Repórter sobre o tema. ‘Devedores anônimos’ tratam consumidores obcecados por gastar. "O que poderia ser o caminho para o conhecimento quase levou um homem à ruína. A paixão pelos livros saiu do controle. Virou obsessão."

“Cartão de crédito, por exemplo, foi um veneno”

http://devedoresanonimos-rio.org/
http://www.devedoresanonimos-sp.com.br/site/

19/11/2015

MELHOR CONSTRUIR OU FINANCIAR, DEPENDE!

Sugestão minha para os RECÉM CASADO, quem não conseguiu um bom financiamento, faça uma Edícula(anexo) construa uma cozinha americana, um quarto e faça a casa principal na frente aos poucos dará tempo de fazer as economias e vigiar a obra, quando a casa da FRENTE a "PRINCIPAL" estiver pronta a "edícula" será a área de churrasco, festas quem sabe uma academia !

Mão na massa

A casa própria é desejo padrão cerca de 19,2 milhões de família brasileiras, de acordo com estimativa do Instituto Data Popular. Para fugir do aluguel, há, basicamente, três opções: comprar na planta, comprar um imóvel pronto ou por as mãos na massa para levantar as paredes. Se a intenção é construir, há alguns itens essenciais que devem ser observados para que o sonho do doce lar não vire pesadelo.

• 1. Para construir, o primeiro passo é possuir um terreno. Se você ainda não tem um espaço para construir, é bom prestar atenção nas seguintes informações: custo do terreno, localização e acesso, como se comporta o mercado de compra, venda e aluguel ao redor do terreno; condição do solo, que reflete o tipo de fundação que será feito; nível da rua e do terreno; arborização, porque algumas espécies de árvores precisam de autorização para serem retiradas; documentação do terreno.

• 2. Se você já tem ou terreno ou acabou de adquiri-lo, o próximo passo é a elaboração de um projeto, que deve ser feita por profissional da arquitetura ou engenharia. Nessa fase, você explica ao profissional o que você quer: seu gosto, seu estilo e o recurso que está disponível para a construção da casa devem ser esclarecidos. É importante conciliar o projeto arquitetônico, elétrico e hidráulico, para evitar reformas e readequações para instalação de fios e tubos.

• 3. Depois do projeto chega a hora de planejar a obra. É preciso elaborar um planejamento físico financeiro. Essa planilha vai informar a sequência de execução dos serviços, prazos e gastos referentes a cada uma com mão de obra e material. Um bom planejamento, quando seguido à risca, evita gastos desnecessários e atrasos.

• 4. A obra precisa estar legalizada. É preciso ter um alvará, expedido pela prefeitura. O Imposto Sobre a Propriedade Territorial Urbana (IPTU) deve estar em dia e ser apresentada junto com a escritura de compra e venda do terreno.

• 5. Com a papelada em dia, é preciso contratar a mão de obra. A indicação de amigos e profissionais do ramo pode ajudar na escolha dos funcionários. Se um empreiteiro estiver responsável pela construção, aí é ele que vai f**ar responsável por isso. É aconselhável visitar uma obra do empreiteiro, que esteja sendo executada, para conhecer o trabalho que será contratado.

• 6. Se você tem o terreno, o projeto e quem vai por a mão na massa, é preciso fazer uma cotação, em pelo menos quatro empresas, para a compra de material. Para fazer o melhor negócio, solicite as cotações por escrito e não se esqueça de pedir descontos e informações sobre preço, forma de pagamento, prazo de entrega e condições do material.

O desejo de possuir a ca­­sa própria povoa os pensamentos de mi­­lhões de brasileiros. Para alcançá-lo, há pelo menos duas maneiras distintas e a escolha vai depender da quantia que o interessado tem em mãos. Comprar pronto ou construir? A decisão deve começar levando em conta o tempo disponível.

“Eu preciso de um lugar para morar agora ou tenho tempo para planejar e esperar a obra f**ar pronta?”, aponta Euclesio Finatti, vice-presidente de administração do Sindicato das Indústrias da Construção Civil no Paraná. “Se houver tempo para planejar e você optar por morar em uma unidade isolada, é melhor construir e deixar a casa à sua maneira”, opina.

Quando a necessidade é mais urgente, a melhor opção continua sendo ir ao mercado e procurar aquilo que se encaixa nas necessidades e já está disponível. “Não tem como ser diferente. Mas nesses casos, acaba f**ando um pouco mais caro, porque além do preço do imóvel, o comprador paga também a remuneração administrativa do construtor e do dinheiro dele, que foi aplicado para a construção, antes de o imóvel ser colocado à venda”, explica Finatti.

Terreno

Para construir, além do tem­­po e do planejamento é preciso ter um terreno próprio ou partir para a procura de um lote que alie localização interessante para o morador e preço acessível. “No centro, um terreno custa entre R$ 1 mil e R$ 1,5 mil o metro quadrado. Quanto mais longe dos bairros centrais, menor o valor”, comenta Finatti. Para quem vai construir e precisa adquirir o terreno, esse preçovai influenciar no valor final.

“Essa possibilidade de escolher a localização está também entre as vantagens de construir, além da personalização do projeto e da velocidade da obra, que o proprietário define”, comenta o vice-presidente.

“Um apartamento de padrão médio em um bairro central custaria cerca de R$ 500 mil. Com esse valor, em outra região da cidade, é possível comprar o terreno e construir uma casa no mesmo padrão”, compara. Para ele, tudo vai depender do planejamento.

Escalonar as etapas da cons­­trução e os gastos neces­­sários em cada fase também estão entre os conselhos do construtor Sergio Crema. “Mui­­tos clientes querem começar a casa antes de pensar no projeto. O resultado disso é que, no desenrolar da construção, é necessário fazer muitos ajustes. Isso gera, além de mais trabalho, maior custo”, diz. Ele defende que os projetos arquitetônico, hidráulico e elétrico têm de ser feitos com antecedência, para ser possível fazer uma projeção real do orçamento e do custo final.

Dinheiro na mão

Ter ideia do custo final da obra é um dos requisitos para construir. Até porque a indicação é que pelo menos 60% do valor estimado para a obra esteja em mãos. “As linhas de crédito e financiamento para a construção da casa própria não são tão atraentes quanto para a compra do imóvel pronto ou na planta. Por isso é melhor ter o valor disponível, para não depender de empréstimos que têm juros e prazos pouco interessantes”, explica a especialista em finanças pessoais e professora da Pontifícia Universidade Católica no Paraná (PUC-PR) Solange Barbosa.

Pouco mais que metade do valor total que se prevê gastar é, em média, suficiente para os serviços iniciais, da fundação e estrutura mais básica. O restante, que é gasto com o acabamento, pode ser adquirido usando o crédito para o varejo, que está mais disponível do que os empréstimos para a construção, de acordo com Solange.

Para o corretor de imóveis Jorge Varela, que está construindo uma casa no Umbará, a opção de comprar o terreno e construir facilita porque os pagamentos podem ser feitos à medida que o dinheiro está disponível. “A gente precisa comprar o terreno, mas a construção vai no nosso ritmo, sem apuros, podendo gastar o quanto tempo”, diz. Ele calcula que vai gastar cerca de R$ 2 mil o metro quadrado da obra.

O desejo de possuir a ca­­sa própria povoa os pensamentos de mi­­lhões de brasileiros. Para alcançá-lo, há pelo menos duas maneiras distintas e a escolha vai depender da quantia que o interessado tem em mãos. Comprar pronto ou construir? A decisão deve começar levando em conta o tempo disponível.

“Eu preciso de um lugar para morar agora ou tenho tempo para planejar e esperar a obra f**ar pronta?”, aponta Euclesio Finatti, vice-presidente de administração do Sindicato das Indústrias da Construção Civil no Paraná. “Se houver tempo para planejar e você optar por morar em uma unidade isolada, é melhor construir e deixar a casa à sua maneira”, opina.

Quando a necessidade é mais urgente, a melhor opção continua sendo ir ao mercado e procurar aquilo que se encaixa nas necessidades e já está disponível. “Não tem como ser diferente. Mas nesses casos, acaba f**ando um pouco mais caro, porque além do preço do imóvel, o comprador paga também a remuneração administrativa do construtor e do dinheiro dele, que foi aplicado para a construção, antes de o imóvel ser colocado à venda”, explica Finatti.

Terreno

Para construir, além do tem­­po e do planejamento é preciso ter um terreno próprio ou partir para a procura de um lote que alie localização interessante para o morador e preço acessível. “No centro, um terreno custa entre R$ 1 mil e R$ 1,5 mil o metro quadrado. Quanto mais longe dos bairros centrais, menor o valor”, comenta Finatti. Para quem vai construir e precisa adquirir o terreno, esse preçovai influenciar no valor final.

“Essa possibilidade de escolher a localização está também entre as vantagens de construir, além da personalização do projeto e da velocidade da obra, que o proprietário define”, comenta o vice-presidente.

“Um apartamento de padrão médio em um bairro central custaria cerca de R$ 500 mil. Com esse valor, em outra região da cidade, é possível comprar o terreno e construir uma casa no mesmo padrão”, compara. Para ele, tudo vai depender do planejamento.

Escalonar as etapas da cons­­trução e os gastos neces­­sários em cada fase também estão entre os conselhos do construtor Sergio Crema. “Mui­­tos clientes querem começar a casa antes de pensar no projeto. O resultado disso é que, no desenrolar da construção, é necessário fazer muitos ajustes. Isso gera, além de mais trabalho, maior custo”, diz. Ele defende que os projetos arquitetônico, hidráulico e elétrico têm de ser feitos com antecedência, para ser possível fazer uma projeção real do orçamento e do custo final.

Dinheiro na mão

Ter ideia do custo final da obra é um dos requisitos para construir. Até porque a indicação é que pelo menos 60% do valor estimado para a obra esteja em mãos. “As linhas de crédito e financiamento para a construção da casa própria não são tão atraentes quanto para a compra do imóvel pronto ou na planta. Por isso é melhor ter o valor disponível, para não depender de empréstimos que têm juros e prazos pouco interessantes”, explica a especialista em finanças pessoais e professora da Pontifícia Universidade Católica no Paraná (PUC-PR) Solange Barbosa.

Pouco mais que metade do valor total que se prevê gastar é, em média, suficiente para os serviços iniciais, da fundação e estrutura mais básica. O restante, que é gasto com o acabamento, pode ser adquirido usando o crédito para o varejo, que está mais disponível do que os empréstimos para a construção, de acordo com Solange.

Para o corretor de imóveis Jorge Varela, que está construindo uma casa no Umbará, a opção de comprar o terreno e construir facilita porque os pagamentos podem ser feitos à medida que o dinheiro está disponível. “A gente precisa comprar o terreno, mas a construção vai no nosso ritmo, sem apuros, podendo gastar o quanto tempo”, diz. Ele calcula que vai gastar cerca de R$ 2 mil o metro quadrado da obra.

fonte: GAZETA

04/06/2015

10 Dicas para Investir em Imóveis

Pensando nisto resolvi escrever um livro digital chamado “Como Investir em Imóveis” e quero compartilhar com vocês algumas poucas dicas inspiradoras que no livro são expostas de forma mais aprofundada.

1. Investir em terrenos

Eles são grandes geradores de riqueza. Eu conheci um aposentado que em 1997 investiu 10 mil reais em um terreno. Em 2012 ele vendeu este mesmo terreno 1.5 milhões de reais para uma construtora.

Se tivesse aplicado em CDB teria atingido R$ 118 mil, na poupança não passaria de R$ 39 mil nestes 15 anos de aplicação.

Investir em terrenos no entorno de grandes capitais é valorização garantida no longo prazo. Isto ocorre porque as cidades brasileiras estão se expandindo horizontalmente em ritmo acelerado.

Também existem diversas formas de se investir e lucrar com terrenos no curto e médio prazo.

Muitos condomínios de luxo no Brasil são construídos em verdadeiros brejos, terrenos alagados em volta de lagoas que não teria qualquer valor aos olhos de uma pessoa comum.

2. Investir em imóveis na planta

Nos últimos 4 anos, muita gente comprou imóveis na planta pagando apenas 20% a 30% do seu valor para revendê-los 1 ou 2 anos depois do início das obras com enormes ganhos.

Isto é possível com o uso da técnica que permite multiplicar a rentabilidade através de endividamento.

É necessário saber avaliar o imóvel corretamente. Nem todo imóvel na planta é realmente vantajoso quando se pretende vendê-lo antes da entrega das chaves para lucrar com o ágio.

3. Investir em imóveis usados

É no meio da lama que encontramos os diamantes. Neste exato momento, milhares de imóveis usados estão encalhados nas imobiliárias. São apartamentos e casas desprezados pelo consumidor final.

O investidor preparado é capaz de identif**ar estas oportunidades, lapidar estes imóveis e depois vendê-los com enorme retorno no curto prazo.

Este assunto é tão interessante que escrevi um longo capítulo sobre ele no meu livro.

4. Investir em imóveis para locação

O segredo da locação está na escolha correta dos imóveis. Existem ótimas oportunidades em segmentos diferentes como imóveis populares, flats, salas comerciais, lojas, galpões, casas de veraneio e hotelaria.

É importante conhecer cada um destes negócios. A melhor opção de investimento em alugueis pode depender das características da cidade onde você mora e do seu perfil de investidor.

5. Construir imóveis para vender ou alugar

Aqui temos outra máquina de multiplicar patrimônio. Quando você compra um imóvel pronto está pagando o custo de construção e o lucro de quem construiu. E acredite, este lucro é absurdamente alto.

Eu conheço um pequeno comerciante que antes de se aposentar comprou um terreno em um bairro pobre da cidade. Ele construiu um imóvel de 3 andares com 9 pequenos apartamentos. Ele investiu R$ 500 mil no terreno e na obra.

Antes das obras terminarem, já tinha alugado os 9 apartamentos por R$ 560 cada um. Ele conquistou uma ótima aposentadoria. O investimento garante um retorno superior a 1% ao mês e o prédio vale hoje mais de R$ 1 milhão.

Este tipo de investimento é muito praticado pelos investidores. No meu livro, apresento outro exemplo muito semelhante e dou diversas dicas sobre construir para alugar.

6. Investir com segurança

Investir em imóveis pode ser arriscado se antes você não investir em conhecimento. Comprar um imóvel não é como comprar um automóvel em uma concessionária.

O PROCON e a Justiça estão lotados de processos contra imobiliárias, incorporadoras e construtores.

Grandes empresas do mercado estão envolvidas em casos de desrespeito ao consumidor. E o que mais gera estes problemas é a falta de informação. Hoje em dia é barato comprar informação, só não se informa antes de investir quem não quer.

7. O valor de um imóvel depende do seu uso

Existem muitos imóveis próximos de você que estão sendo subutilizados.

Existem imóveis residenciais que são péssimos investimentos se forem adquiridos para uso residencial e ótimos se forem transformados em imóveis comerciais.

A situação contrária também pode acontecer. O investidor informado e preparado é capaz de identif**ar este tipo de oportunidade difícil de ser percebida pelo consumidor comum.

8. Investir com pouco dinheiro é possível

Você não precisa ter muito dinheiro para investir no mercado imobiliário. Tem até quem invista sem ter nenhum dinheiro através de imóveis financiados e adquiridos através de consórcio.

O uso da alavancagem na aquisição de lotes dentro de condomínios e imóveis na planta são ótimas estratégias para diversif**ar seus investimentos em imobilizar muito dinheiro.

9. Investir usando a razão e não a emoção

Enquanto a maioria das pessoas compra imóveis de forma emocional, movidas pelo impulso, pelos apelos visuais e sentimentais, o investidor trabalha racionalmente.

Transformar terrenos cheios de mato em um pedaço do paraíso é a especialidade dos investidores.

Para um investidor preparado não existe imóvel ruim, não importa se ele está dentro de uma favela ou no bairro mais nobre da cidade. Um bom imóvel para investimento não precisa ser bonito e bem localizado, ele precisa dar lucro.

10. Forme um grupo de investimento

Você tem um amigo advogado? Tem outro amigo que é engenheiro ou arquiteto? Você entende de finanças? Porque você não reúne seus amigos e cria seu próprio fundo de investimentos imobiliários?

Juntos, vocês são grandes e no mercado imobiliário isto faz diferença.

Existem grupos de amigos que se unem para comprar empreendimentos inteiros a preço de banana devido ao seu poder de barganha.

Outros preferem se unir para construir e depois alugar.

Muitos loteamentos, prédios comerciais e conjuntos habitacionais são fruto de investimentos de pequenos investidores.

Quantas oportunidades você já não perdeu na sua cidade nos últimos anos por falta de conhecimento?

Minha experiência no mercado

Nestes 10 anos que atuo como pequeno investidor imobiliário, eu nunca conheci alguém quem tenha se arrependido de comprar um imóvel. Mas já conheci quem tenha se arrependido por vender um imóvel.

No início de 2013, escrevi o livro “Como Investir em Imóveis” com objetivo de inspirar pessoas comuns a investir mercado imobiliário. Quando comecei neste mercado, senti muita falta de publicações para o pequeno investidor.

Sempre gosto de comprar livros porque não existe nada mais valioso e ao mesmo tempo mais barato do que os livros. Com algumas dezenas de reais, você pode comprar décadas de experiências e vivências.

Entretanto, no caso do mercado imobiliário, a maioria das publicações são para corretores e muitas são traduções de livros estrangeiros que não refletem nossa realidade.

Fonte: Site Quero Ficar Rico

21/05/2015

http://www2.tjdft.jus.br/noticias/noticia.asp?codigo=15381

O hotel pode apreender a bagagem do hóspede em dívida como garantia. Essa situação, prevista no Código Civil, foi exposta pelo juiz relator da 2ª Turma Recursal dos Juizados Especiais ao aceitar o recurso de um hotel que apreendeu as malas de uma hóspede devedora. Não cabe mais recurso ao Tribunal.…

Endereço

Avenida Sete De Setembro, 317, Sala 1011, Icaraí
Niterói, RJ
24230253

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