OAB Niterói

OAB Niterói OAB NITERÓI
Ordem dos advogados do Brasil
Perfil oficial da 16 ª subseção RJ
Presidente Pedro Gomes

OAB NITEROI COMUNICA
10/06/2026

OAB NITEROI COMUNICA

OAB Niterói Informa PalestraAssembleias condominiais: Validade Vícios e Judicialização Local: Auditório da OAB NiteróiDi...
10/06/2026

OAB Niterói Informa

Palestra

Assembleias condominiais: Validade Vícios e Judicialização
Local: Auditório da OAB Niterói
Dia: 30 de Junho
Horário: 9h30

Realização: Comissão de Direito Condominial
Parceria: ESA Niterói
Apoio: Garden Coffee Brunch Bistrô
Abertura:
Pedro Gomes – Presidente da OAB Niterói
Carlos Alexandre Rodrigues – Presidente da Comissão de Direito Condominial

Expositor:
Luís Arechavala
Advogado Especialista em Direito Condominial –
Autor do livro “Condomínio Edilício e Suas Instituições”

Artigo  A Celeridade Processual no Direito BancárioA celeridade processual é um dos pilares mais importantes da efetivid...
09/06/2026

Artigo
A Celeridade Processual no Direito Bancário

A celeridade processual é um dos pilares mais importantes da efetividade da Justiça, especialmente no Direito Bancário, ramo marcado por grande volume de demandas repetitivas, alta complexidade técnica e forte impacto econômico na vida do consumidor e das instituições financeiras. Em um cenário em que disputas envolvendo contratos bancários, tarifas, juros, negativação indevida, revisão contratual e fraudes eletrônicas são cada vez mais frequentes, a prestação jurisdicional demorada pode comprometer não apenas o resultado prático do processo, mas a própria utilidade da tutela buscada.

No Direito Bancário, o tempo assume papel decisivo. Muitas vezes, o cliente ingressa em juízo para suspender descontos indevidos, impedir a inscrição em cadastros de inadimplentes, revisar cláusulas abusivas ou desbloquear valores essenciais à sua subsistência. Nessas hipóteses, a demora processual pode gerar danos de difícil reparação. Por isso, a celeridade não é apenas uma questão de eficiência administrativa; ela se relaciona diretamente com a efetividade da tutela jurisdicional e com a proteção dos direitos fundamentais do jurisdicionado.

Um dos motivos pelos quais o tema ganha tanta relevância é a própria natureza das demandas bancárias. Em geral, tratam-se de ações com fundamentos semelhantes, baseadas em documentação padronizada e teses jurídicas já consolidadas em grande parte dos tribunais. Isso permite maior racionalização do trabalho judicial, sobretudo quando o processo é bem instruído desde a petição inicial. Quanto mais clara for a narrativa dos fatos, mais objetivos forem os pedidos e melhor organizada estiver a prova documental, maiores são as chances de um andamento mais ágil.

Outro ponto importante é que a celeridade processual no Direito Bancário depende não apenas do Judiciário, mas também da conduta das partes. As instituições financeiras, por possuírem estrutura técnica robusta, podem contribuir significativamente para a rápida solução dos litígios por meio da apresentação tempestiva de contratos, extratos e demonstrativos. Da mesma forma, a atuação estratégica do advogado é essencial para evitar incidentes desnecessários, indeferimentos por falhas formais e excesso de pedidos desconectados da prova disponível.

Além disso, a crescente adoção de meios eletrônicos de tramitação processual contribuiu para acelerar o tratamento das causas bancárias. A digitalização dos autos, as audiências virtuais e os sistemas de intimação eletrônica reduziram barreiras logísticas e ampliaram a capacidade de processamento das varas judiciais. Ainda assim, a simples informatização não resolve, por si só, o problema da morosidade. É necessário que haja uma cultura de gestão processual eficiente, com atenção à padronização de atos, ao aproveitamento de precedentes e à concentração de esforços nas questões realmente controvertidas.

A celeridade também se relaciona com a técnica processual adequada. Em ações bancárias, medidas como tutela de urgência, pedidos bem delimitados e prova documental robusta podem evitar a prolongação desnecessária da controvérsia. Em muitos casos, a concessão de liminares é indispensável para preservar o resultado útil do processo, principalmente quando há risco de inscrição indevida em órgãos de proteção ao crédito, descontos automáticos em conta ou cobrança de encargos indevidos.

Por outro lado, é preciso cuidado para que a busca pela rapidez não comprometa o contraditório e a ampla defesa. A celeridade processual não significa atropelo procedimental. No Direito Bancário, assim como em qualquer outra área, a eficiência deve caminhar ao lado da segurança jurídica. O desafio está em encontrar o equilíbrio entre uma tramitação célere e uma decisão bem fundamentada, construída a partir de prova suficiente e da correta compreensão da relação contratual discutida.

Em conclusão, a celeridade processual no Direito Bancário é indispensável para que a tutela jurisdicional seja, de fato, útil e eficaz. Em um ambiente de litigiosidade massiva e grande impacto patrimonial, acelerar o processo significa não apenas reduzir custos e desgastes, mas também garantir proteção concreta ao consumidor e previsibilidade às instituições financeiras. A atuação técnica do advogado, aliada a uma gestão judicial eficiente e ao uso inteligente dos instrumentos processuais, é fundamental para que a Justiça cumpra sua finalidade com rapidez, equilíbrio e segurança.

Autora: Daniela Cavalcante
Secretária-geral da Comissão de Celeridade Processual da OAB de Niterói e advogada Bancária

Luto de Três Dias
09/06/2026

Luto de Três Dias

Nota de Pesar
09/06/2026

Nota de Pesar

OAB NITERÓI INFORMA   # esaoabniteroi
08/06/2026

OAB NITERÓI INFORMA

# esaoabniteroi

06/06/2026

☕ CAFÉ COM O PRESIDENTE | OAB NITERÓI

Nesta edição, gravada no histórico Palácio Araribóia, conhecido como a antiga Prefeitura de Niterói, destacamos momentos marcantes da atuação da OAB Niterói em prol da advocacia e da sociedade.

🤝 Reunimos representantes de diversos segmentos para refletir sobre respeito, inclusão e direitos humanos. A advocacia tem papel essencial na defesa da dignidade da pessoa humana, e a OAB Niterói segue comprometida com o diálogo e a construção de uma sociedade mais justa.

⚖️ Também celebramos um dos momentos mais importantes da trajetória profissional de qualquer advogado: o compromisso assumido ao ingressar nos quadros da Ordem. Receber novos colegas é renovar a força da advocacia e fortalecer nossa missão institucional.

ComissõesOAB PedroGomes PalácioAraribóia

Artigo A Morosidade Processual e Seus Impactos na SociedadeA lentidão da Justiça brasileira continua sendo um dos maiore...
03/06/2026

Artigo
A Morosidade Processual e Seus Impactos na Sociedade

A lentidão da Justiça brasileira continua sendo um dos maiores desafios enfrentados por advogados, partes processuais e pela própria sociedade. A chamada morosidade processual, caracterizada pela demora excessiva na tramitação dos processos judiciais, compromete não apenas a efetividade das decisões, mas também a confiança da população no Poder Judiciário.
Os prejuízos causados pela demora na solução das ações atingem diretamente autores, réus, testemunhas e familiares. Processos que se arrastam por anos acabam gerando desgaste emocional, perdas financeiras e, muitas vezes, a sensação de injustiça.
Em diversas situações, provas importantes desaparecem, testemunhas deixam de recordar fatos essenciais e até mesmo ocorre o falecimento das partes envolvidas, comprometendo o desfecho adequado das demandas judiciais.
Outro aspecto preocupante é a perda do valor reparatório das indenizações. Após longos períodos de espera, muitas decisões judiciais deixam de produzir o impacto esperado, seja pela desvalorização monetária, seja pelo tempo excessivo decorrido até a efetiva reparação do dano sofrido.
A advocacia também sofre diretamente com esse cenário. Advogados enfrentam dificuldades constantes para manter o andamento dos processos, além de lidarem com a pressão de clientes que, muitas vezes, atribuem ao profissional a responsabilidade pela demora judicial. O desgaste psicológico é significativo, especialmente diante das cobranças excessivas e da falta de compreensão sobre o funcionamento do sistema processual.
Além disso, a remuneração do advogado frequentemente depende da conclusão da causa, o que faz com que a lentidão processual afete diretamente o sustento desses profissionais. Custos com deslocamentos, diligências e acompanhamento processual acabam se acumulando durante anos sem a devida compensação financeira.
O próprio Poder Judiciário também é impactado pela falta de celeridade. Quando a Justiça demora, perde credibilidade perante a sociedade. A Constituição Federal garante, em seu artigo 5º, inciso LXXVIII, o direito à razoável duração do processo e à eficiência da prestação jurisdicional. No entanto, a realidade prática ainda está distante desse ideal.
Especialistas apontam que a responsabilidade pela morosidade não recai exclusivamente sobre magistrados. A falta de servidores, estruturas inadequadas, excesso de demandas e problemas administrativos nos cartórios contribuem significativamente para o acúmulo processual.
Nesse contexto, ganha destaque o trabalho da Comissão de Celeridade Processual da OAB, que atua na orientação dos advogados para utilização dos meios legais disponíveis com o objetivo de impulsionar os processos. Entre as medidas adotadas estão o uso do balcão virtual, contatos com cartórios e despachos junto aos magistrados. Importante ressaltar que despachar com o magistrado é uma das prerrogativas da advocacia, constituindo um direito de todo advogado. Além da apresentação de petições, é assegurado ao advogado a possibilidade de esclarecer os fatos pessoalmente, de forma oral, perante os magistrados. Da mesma forma, é dever dos juízes recebê-los, inclusive para conferir maior celeridade e eficiência aos processos, desde que seja assegurado tratamento isonômico a todos os advogados, sem qualquer tipo de privilegio ou prioridade indevida.
A comissão, contudo, não possui função de interferir nas decisões judiciais. Seu papel é institucional e voltado à mediação administrativa, buscando garantir que os processos tramitem dentro de prazos razoáveis e respeitando os princípios constitucionais da eficiência e da duração razoável do processo.
A busca por uma Justiça mais rápida e eficiente não interessa apenas aos operadores do Direito. Trata-se de uma necessidade de toda a sociedade, que depende de um Poder Judiciário forte, confiável e capaz de oferecer respostas em tempo adequado. Afinal, Justiça tardia, muitas vezes, deixa de ser Justiça.
Autor: Marcos Antônio de Mesquita Pinto Furtado Filho, delegado da Comissão de Celeridade Processual da OAB Niterói

OAB Niterói encerra o mês de maio com Roda de Conversa sobre o posicionamento da mulher no mercado de trabalho e homenag...
03/06/2026

OAB Niterói encerra o mês de maio com Roda de Conversa sobre o posicionamento da mulher no mercado de trabalho e homenagem às mães

A OAB Niterói, presidida por Pedro Gomes, encerrou a programação do mês de maio com uma inspiradora Roda de Conversa sobre o tema “Posicionamento da Mulher no Mercado de Trabalho”, realizada no último sábado, dia 30. O encontro reuniu advogadas, advogados e convidados em um ambiente de acolhimento, troca de experiências e valorização do protagonismo feminino.

Promovido pela Comissão OAB Mulher, presidida por Isabela Losso, em parceria com as Comissões de Celeridade Processual, liderada por Ronaldo Vinhosa, e OAB Jovem, presidida por Gabriel Nogueira, o evento aconteceu no Dojô Losso, contou com uma emocionante homenagem às mães e a presença marcante da vice-presidente da OAB Niterói, Matilde Slaibi.

A palestrante convidada foi Ana Paula Pinho, diretora de Gestão da multinacional Manuchar Comércio Exterior, que compartilhou sua trajetória profissional, os desafios enfrentados ao longo da carreira e os aprendizados acumulados em sua experiência no mundo corporativo.

Segundo Isabela Losso, o encontro proporcionou reflexões importantes sobre liderança, desenvolvimento profissional e a presença feminina em espaços de decisão.

“A Roda de Conversa teve como tema o posicionamento da mulher no mercado de trabalho, oportunidade em que Ana Paula Pinho apresentou sua experiência e os conhecimentos adquiridos ao longo de sua trajetória profissional. Foi uma manhã enriquecedora, que contou ainda com a ilustre presença da vice-presidente da OAB Niterói, Matilde Slaibi. Em homenagem ao Mês das Mães, também entregamos moções às participantes das comissões e flores para todas as mães presentes”, destacou a presidente da Comissão OAB Mulher.

A mediação do encontro ficou a cargo da delegada da Comissão OAB Mulher, Quésia Cabral. Também estiveram presentes a delegada Angélica Gonçalves, da mesma comissão; os delegados Bruno Grillo e Marcos Mesquita, representando a Comissão de Celeridade Processual; além da vice-presidente da Comissão OAB Jovem, Aline Monteiro Rangel.

O evento foi encerrado com uma emocionante homenagem às mães. Além da entrega de rosas e moções de reconhecimento, os participantes acompanharam a declamação da poesia “Amor de Mãe”, de autoria de Ronaldo Vinhosa.

Em um dos trechos apresentados, o autor destacou:
“Existem sentimentos que não cabem completamente nas palavras. E talvez o amor de mãe seja um deles. Porque mãe não é apenas presença. Mãe é abrigo, é força, é renúncia e amor, permanecendo mesmo nos dias difíceis.”

O momento emocionou os presentes e marcou o encerramento das atividades do mês de maio na OAB Niterói, reafirmando o compromisso da instituição com a valorização da mulher, o fortalecimento da advocacia e o reconhecimento da importância das mães na sociedade.
Fotos: _

Seminário na OAB Niterói debateu desafios jurídicos e estratégicos do setor minerárioA OAB Niterói, presidida por Pedro ...
03/06/2026

Seminário na OAB Niterói debateu desafios jurídicos e estratégicos do setor minerário

A OAB Niterói, presidida por Pedro Gomes, promoveu no último dia 1º de junho, em seu auditório, o seminário “Reflexões Jurídicas sobre o Setor Minerário como Vetor de Desenvolvimento e seus Desafios Jurídicos”. O encontro reuniu especialistas de diferentes áreas para discutir questões regulatórias, ambientais, econômicas e tecnológicas ligadas à mineração, atividade considerada estratégica para o desenvolvimento nacional.

A vice-presidente Matilde Slaibi esteve à frente do evento, organizado pela Comissão de Direito Minerário, presidida por Ademir Freitas. A iniciativa reforçou o compromisso da entidade com a qualificação da advocacia e a promoção de debates sobre temas de grande relevância para a sociedade e para o desenvolvimento econômico do país. O cerimonial foi conduzido por Júnior Rodrigues, diretor tesoureiro da OAB Niterói e diretor-geral da ESA.

Segundo Ademir Freitas, o seminário proporcionou atualização profissional em temas fundamentais para a atuação jurídica no setor.

“O encontro proporcionou atualização profissional em temas relevantes, como regulação, licenciamento ambiental e sustentabilidade. Também fortaleceu a advocacia especializada e incentivou a troca de conhecimentos entre profissionais e estudantes”, destacou.

O primeiro painel abordou aspectos relacionados à regulação e à fiscalização da atividade minerária. Marcelo Parente, geólogo e coordenador de Geologia de Recursos Minerais do Departamento de Recursos Minerais do Estado do Rio de Janeiro, apresentou a palestra “Regulamentação e Segurança Jurídica – O papel da Agência Nacional de Mineração, a Estabilidade Regulatória e o novo Panorama de Fiscalização”. Em seguida, Eduardo Freitas, economista e gerente regional da Agência Nacional de Mineração no Estado do Rio de Janeiro, tratou dos “Desafios de Fiscalização e Arrecadação – A eficácia da fiscalização, a Lei CFEM e a Regulamentação de Receitas”.

No segundo painel, os debates concentraram-se na sustentabilidade e na importância estratégica dos minerais críticos. Rodrigo Puccini, geólogo e diretor de Mineração do Departamento de Recursos Minerais do Estado do Rio de Janeiro, falou sobre os desafios de conciliar a exploração mineral com a responsabilidade socioambiental, além de abordar a transição energética global e o papel dos minerais críticos nesse cenário. Na sequência, Guilherme Arruda, advogado da União integrante dos quadros da AGU, apresentou reflexões sobre o tema “Minerais Críticos e Soberania Nacional”.

Encerrando o seminário, o terceiro painel destacou a inovação tecnológica e a segurança jurídica na atividade minerária. Lilian Arruda, geógrafa do Departamento de Recursos Minerais do Estado do Rio de Janeiro, apresentou o tema “Geotecnologias Digitais como Ferramentas para Resolução de Conflitos no Setor Mineral”. Rodrigo Puccini retornou ao debate para abordar os desafios e oportunidades da integração entre dados espaciais e sistemas legais. Já Helvio Telles, jurista e consultor de mineração, discorreu sobre “Segurança Jurídica na Pesquisa e Lavra”, ressaltando a importância da estabilidade normativa para o desenvolvimento do setor.

“Sem pesquisa não existe jazida conhecida. Sem lavra não existe produção mineral. E sem segurança jurídica não existe confiança para investir em nenhuma das duas etapas”, afirmou.

Ao final do encontro, Ademir Freitas destacou que a realização do seminário evidencia o compromisso da OAB Niterói com a formação contínua da advocacia e com o fortalecimento de áreas emergentes e estratégicas de atuação profissional.

“A discussão de temas atuais amplia as oportunidades para a advocacia especializada, fortalece o papel institucional da classe e reafirma a importância da OAB Niterói como espaço de formação, desenvolvimento profissional e produção de conhecimento jurídico”, concluiu.
Fotos:

Endereço

Avenida Ernani Do Amaral Peixoto 507
Niterói, RJ
24020072

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