25/01/2018
Novos tempos.
Mais um ano começou e se não prestarmos bem atenção tudo vai continuar na mesma. Mas sempre haverá algo novo no ar. Estamos em pleno convívio com novas regras da justiça do trabalho e, consequentemente, nos adaptando. O novo sempre assusta mas em algum momento se ajusta. Se não bastassem as alterações que constantemente ocorrem em termos de legislações que certamente afeta o exercício da profissão, os tempos difíceis nos impõe repensar o ofício de advogado, definindo o próprio mercado.. Há pouco mais de 20 anos, num curso do qual participava, o palestrante alertou para as questões relacionadas a emprego, os quais certamente se não acabasse, mudaria drasticamente de perfil. As pessoas teriam que criar seu próprio mercado. Acho que não precisava ser vidente para prever isto, creio eu, porque de fato aconteceu. Naquela época achávamos que o palestrante estava maluco. Agora estamos vivendo isto na advocacia, pois, além de obrigar o advogado a se reinventar, por exemplo na elaboração das peças, já que não se concebe mais peças longas, pois o acumulo de demanda nos tribunais cria dificuldades quanto a sua leitura. Tudo tem que ser mais celere. É preciso elaborar documentos mais enxuto, conciso, objetivo sem prejuízo às teses defendidas. Nesse aspécto, e devido as dificuldades que o exercício da advocacia nos impõe neste momento, temos que buscar alternativas que nos permita exercê-la com resultado, ou seja, temos que criar nosso próprio mercado, seja na área cível seja na área trabalhista. É o momento de se reciclar, de se atualizar...O momento é de reflexão. Boa sorte.