05/03/2026
Repost por Dr. Daniel Becker. Contexto: Sobre o estupro coletivo de uma jovem adolescente emboscada pelo namorado e 04 amigos. Objetivo: fazer chegar ao máximo de pessoas, a orientação do médico, Dr. Daniel Becker.
Sem dúvidas, é preciso reunir esforços para combater, exemplarmente, crimes de estupro, violência doméstica, feminicídio e todas as formas de violência contra as minorias.
E, como também, é preciso, pra ontem, legislar sobre a criminalização da misoginia, com atenção especial na disseminação de ódio à mulher por meio virtual.
Outro aspecto fundamental é impor limites nas redes sociais sobre conteúdos de pornografia, red pills, incels, e gêneros do tipo, com maior facilidade de responsabilização das plataformas e de controle parental, como já prevê o ECA digital,
Ah, sem esquecer de responsabilizar escolas ao não cumprirem a lei de bullying e não agirem quando os limites forem ultrapassados nos espaços da escola (presencial e virtual) com incitação ao ódio gratuito às mulheres, prática de crimes etc.
Aos pais: eduquem-se, reeduquem-se, reaprendam a viver no mundo para educarem seus filhos! Não é normal o que estamos vendo diariamente!
Redução da menoridade penal? Talvez! Prisão perpétua para crimes assim, como estupro, estupro coletivo, feminicio? Sim!
Mães e pais: vigiar 👀 o que seus filhos fazem nas redes sociais não é invasão de privacidade! É dever! É obrigação! É o mínimo que vocês devem fazer para evitar perder seus filhos para a perversidade, a falta de empatia, a frieza, a arrogância, a empáfia, a impunidade e a criminalidade.
Se seu filho te odeia por isso, paciência! Seja mãe, seja pai , coloque-se no seu lugar de autoridade e orientador, não de coleguinha do seu filho! Ele precisa aprender o que é respeito, amar é algo sofisticado e talvez ele não te ame. E está tudo bem! Mas não condene seu filho a sua omissão por preguiça de aguentar desaforo, reclamação e birra! Seja pai! Seja mãe!