03/08/2026
O Brasil ultrapassou a marca de 1.000 feminicídios em 2025 e o grito de “basta” ainda ecoa em cada estado. 📣
No dia 7 de dezembro de 2025, o país parou. Vinte estados e o Distrito Federal foram às ruas em um movimento histórico contra a barbárie que nos tira a vida todos os dias.
Em Brasília, o protesto na Torre de TV deu rosto e nome às 26 mortes registradas na capital ao longo daquele ano. O estopim recente foi o caso revoltante da cabo Maria de Lourdes Freire Matos, de apenas 25 anos, assassinada dentro de um quartel do Exército.
O coletivo “Levante Mulheres Vivas” ocupou os espaços para cobrar o que é básico: justiça e políticas públicas que funcionem antes do pior acontecer.
Como advogada e neurocientista do comportamento, vejo diariamente que o crime físico é apenas o estágio final de um ciclo de abusos que a lei já permite interromper.
Você NÃO precisa esperar uma agressão física para buscar ajuda. A lei prevê medidas protetivas de urgência para situações que muitos ainda ignoram:
• Perseguição constante (presencial ou digital)
• Ciúme excessivo que gera isolamento
• Controle patrimonial (mexer no seu dinheiro ou bens para te prender)
A prevenção salva vidas. Se você está vivendo isso ou conhece alguém que precise de socorro, não silencie. Utilize os canais:
📞 180 (Atendimento à Mulher)
📞 190 (Polícia Militar)
📞 197 (Polícia Civil)
No meu escritório, atuamos na intersecção entre a proteção jurídica estratégica e a compreensão profunda dos padrões de comportamento abusivo. Nosso compromisso é garantir que nenhuma mulher enfrente esse caminho sozinha.
👇 Comente JUSTIÇA para que este post alcance mais mulheres que precisam saber que não estão sozinhas.