18/09/2026
Ele entrou bem.
Era prestativo, resolvia tudo e você começou a confiar.
Depois veio o primeiro favor:
“Posso sair mais cedo hoje?”
Depois:
“Posso chegar um pouco mais tarde amanhã?”
Depois você começou a resolver as coisas importantes diretamente com ele.
Deu mais liberdade.
Parou de cobrar algumas regras porque “ele veste a camisa”.
Até que um dia você precisa cobrar.
E ele estranha.
Porque aquilo que para você era confiança, para ele já tinha virado normalidade.
É assim que muito empresário perde o controle da relação com um bom funcionário.
O erro não foi confiar.
O erro foi transformar confiança em ausência de limite.
Funcionário bom não precisa de menos regra.
Precisa de regra clara, responsabilidade clara e reconhecimento claro.
Porque depois de meses permitindo tudo, tentar colocar limite parece perseguição.
E é aí que começam muitos problemas que poderiam ter sido evitados lá atrás.
Empresa profissional não depende de “bom senso”.
Ela tem regra até para quem você confia.