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As mulheres
24/10/2022

As mulheres

18/07/2020
07/04/2020
Considerando que estamos em uma pandemia, faça sua parte.O isolamento social nesse momento, por mais difícil que seja, é...
19/03/2020

Considerando que estamos em uma pandemia, faça sua parte.
O isolamento social nesse momento, por mais difícil que seja, é um ato eficaz contra a propagação do vírus.
Faça por você, faça pelos seus.
TRATA-SE DE SOBREVIVÊNCIA!
Lembrando que o grupo de risco compreende idosos, hipertensos e pessoas com doenças respiratórias.
Levemos com a seriedade que a pandemia pede, lembrando da letalidade do vírus.

⚠️ @ Pereira Martins Advocacia
06/02/2020

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   with ・・・O BEIJO Fabrício Carpinejar O coração nem sempre é o mocinho da história, às vezes é o bandido, às vezes aten...
05/02/2020

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O BEIJO
Fabrício Carpinejar
O coração nem sempre é o mocinho da história, às vezes é o bandido, às vezes atenta contra a nossa própria vida.
Ele, exclusivamente, não traz felicidade. Depende da escolta do respeito, da educação, da lealdade, da paciência, de sentimentos diversos que asseguram a condição de ser amado sem se maltratar.
Devoção, isolada do mundo, pode virar cativeiro.
No tribunal do Júri de Venâncio Aires, uma mulher beija o homem que acaba de ser condenado a cinco anos de prisão por tentativa de feminicídio, após disparar sete tiros contra ela e acertar cinco.
A fotografia, publicada na segunda-feira (29) em Zero Hora, de Álvaro Pegoraro, quebra a cabeça do que esperamos de um romance.
Sugere um casal com final feliz, mas é apenas um casal adoecido pela neurose, pela obsessão, pela cegueira do triste começo e sangrento meio.
A vítima pode até querer dar uma prova que perdoou o crime, oferecer uma manifestação suprema de redenção, capaz de pairar além dos acontecimentos.
Só que ninguém está acima do bem e do mal, mas sujeito às regras da preservação.
Afeto sincero protege, não mata. Qualquer realidade diferente disso é uma mentira inventada.
Essa disponibilidade de aceitar tudo, de ser enganado pela saudade (que na verdade é submissão psicológica), de jurar que pode cuidar do agressor, costuma ser o erro da reincidência: o messianismo da paixão. Tentar ser melhor do que realmente é a ponto de suportar o pior do seu parceiro.
Não tente regenerar o algoz. Não busque convertê-lo. Não acredite na mudança mágica de personalidade.
Não há como apagar a própria vida para acender uma outra.
A imagem surge como uma versão contemporânea do beijo forçado entre um marinheiro e uma enfermeira, na Times Square, em Nova York (EUA), em comemoração ao final da 2ª Guerra Mundial, em flagrante de Alfred Eisenstaedt. Descobriu-se que, embriagado, o marinheiro agarrou a enfermeira que passava pela rua.
Em ambos os retratos, reina uma coerção masculina, e a evidência de que a violência dentro ou fora de casa será uma guerra perdida para o amor.

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05/02/2020

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O BEIJO
O coração nem sempre é o mocinho da história, às vezes é o bandido, às vezes atenta contra a nossa própria vida.
Ele, exclusivamente, não traz felicidade. Depende da escolta do respeito, da educação, da lealdade, da paciência, de sentimentos diversos que asseguram a condição de ser amado sem se maltratar.
Devoção, isolada do mundo, pode virar cativeiro.
No tribunal do Júri de Venâncio Aires, uma mulher beija o homem que acaba de ser condenado a cinco anos de prisão por tentativa de feminicídio, após disparar sete tiros contra ela e acertar cinco.
A fotografia, publicada na segunda-feira (29) em Zero Hora, de Álvaro Pegoraro, quebra a cabeça do que esperamos de um romance.
Sugere um casal com final feliz, mas é apenas um casal adoecido pela neurose, pela obsessão, pela cegueira do triste começo e sangrento meio.
A vítima pode até querer dar uma prova que perdoou o crime, oferecer uma manifestação suprema de redenção, capaz de pairar além dos acontecimentos.
Só que ninguém está acima do bem e do mal, mas sujeito às regras da preservação.
Afeto sincero protege, não mata. Qualquer realidade diferente disso é uma mentira inventada.
Essa disponibilidade de aceitar tudo, de ser enganado pela saudade (que na verdade é submissão psicológica), de jurar que pode cuidar do agressor, costuma ser o erro da reincidência: o messianismo da paixão. Tentar ser melhor do que realmente é a ponto de suportar o pior do seu parceiro.
Não tente regenerar o algoz. Não busque convertê-lo. Não acredite na mudança mágica de personalidade.
Não há como apagar a própria vida para acender uma outra.
A imagem surge como uma versão contemporânea do beijo forçado entre um marinheiro e uma enfermeira, na Times Square, em Nova York (EUA), em comemoração ao final da 2ª Guerra Mundial, em flagrante de Alfred Eisenstaedt. Descobriu-se que, embriagado, o marinheiro agarrou a enfermeira que passava pela rua.
Em ambos os retratos, reina uma coerção masculina, e a evidência de que a violência dentro ou fora de casa será uma guerra perdida para o amor.

   with ・・・Nenhuma a menos! Faremos um ato em repúdio ao Feminicidio. Esse ato é sobre a Maria Glória Poltroniere Borges...
30/01/2020

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Nenhuma a menos! Faremos um ato em repúdio ao Feminicidio. Esse ato é sobre a Maria Glória Poltroniere Borges, a Magô, mas também é sobre a Jaciara Kogler, morta com 25 facadas pelo ex marido, semana passada em Sarandi, é sobre cada mulher que a cada 11 minutos sofre violência no Brasil. Sobre as meninas crianças e adolescentes que são 70% das vítimas de estupro. Sobre as mulheres negras, que tem 54% mais de chance de serem violentadas do que as brancas. Esse ato é sobre o patriarcado e nossa recusa em aceita-lo. Vamos às ruas pra manifestar a nossa REVOLTA, todas e todos. Compartilhe e compareça!

O Baque Mulher levará a força dos seus tambores. Eles não se calam diante das injustiças, e você, tá de que lado?

Entender as definições sobre identidade de gênero e sexualidade é importante, mas fundamental é ter respeito.Respeito TR...
29/01/2020

Entender as definições sobre identidade de gênero e sexualidade é importante, mas fundamental é ter respeito.
Respeito TRANSforma o mundo!💟

29 de janeiro - Dia da visibilidade trans.

27 de janeiro - Dia internacional em memória das vítimas do holocausto. “O QUE FOI FEITO NÃO PODE SER DESFEITO, MAS PODE...
27/01/2020

27 de janeiro - Dia internacional em memória das vítimas do holocausto.
“O QUE FOI FEITO NÃO PODE SER DESFEITO, MAS PODEMOS PREVENIR QUE NÃO ACONTEÇA NOVAMENTE - Anne Frank.

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10/12/2019

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