Antonio Alves - Advogado

Antonio Alves - Advogado Especialista em Holding Familiar, Sucessões e Regularização de Imóveis. O seu patrimônio agradece!

24/08/2026

Se o autor da usucapião falece, o processo não precisa recomeçar. Os herdeiros podem ser habilitados para assumir o lugar dele e seguir com a aquisição, seja em cartório ou na Justiça. Passo seguro: pedir a substituição, juntar certidão de óbito e documentos do inventário, e manter vivas as provas da posse contínua (contas, IPTU, vizinhança, fotos). Erros comuns: achar que tudo zera e deixar o caso parado. Salve e compartilhe para orientar mais famílias.

20/08/2026

Doar o imóvel e manter o usufruto parece resolver tudo, mas pode não blindar sua família. Dívidas do filho podem alcançar a propriedade e levá-la aos credores; em alguns casos você permanece no imóvel, porém deixa de ser dono. Caminho seguro: revisar doações existentes, mapear riscos e, quando fizer sentido, organizar o patrimônio em uma estrutura societária familiar (holding familiar) com regras claras de gestão e sucessão. Salve para revisar depois e compartilhe.

19/08/2026

Quando dois dos três irmãos moram no único imóvel deixado, ainda assim a partilha pode ser feita entre os três herdeiros. O passo a passo: formalizar o inventário (cartório ou Justiça), reconhecer a copropriedade em condomínio e decidir, por escrito, se alguém compra a parte dos demais ou se o bem é vendido e o valor rateado. Erros comuns: supor preferência automática de quem mora e tentar negociar sem inventário. Salve e compartilhe para ajudar quem precisa.

18/08/2026

Se quem faleceu deixou contrato de compra e venda assinado, os herdeiros recebem os direitos aquisitivos. O passo a passo começa abrindo o inventário e incluindo esse contrato, reunindo comprovantes de pagamento/posse e seguindo para a escritura. Quando não há colaboração do vendedor, o caminho costuma ser a adjudicação compulsória (ação para obrigar a escritura), e depois a partilha do bem. Salve para revisar e compartilhe com quem está nessa fase.

17/08/2026

Dinheiro aproxima, mas sem regras vira conflito. Deixar “pra depois” entrega decisões importantes a outras pessoas — e custa paz, tempo e dinheiro. Comece simples: liste bens e responsabilidades, defina quem decide o quê e registre por escrito. O que normalmente resolve? Concentrar a gestão num único lugar, com regras claras de administração e sucessão: uma estrutura societária — a holding familiar. Salve para revisar com calma e compartilhe com quem precisa conversar sobre isso.

Um testamento mal elaborado pode gerar o oposto do que se busca: conflito, demora e custo. Isso acontece quando o docume...
14/08/2026

Um testamento mal elaborado pode gerar o oposto do que se busca: conflito, demora e custo. Isso acontece quando o documento promete bens que já não existem (vendidos ou doados), desrespeita a legítima de filhos/cônjuge/pais ou não conversa com doações em vida. Quem é afetado e quando: a família na abertura do inventário e quem já fez ou pretende fazer doações — mesmo com testamento público. Efeitos práticos: cumprimento inviável, meses extras de processo, discussão de redução/colação e novas custas. Direção segura: 1) mapear bens, dívidas e doações com certidões; 2) revisar o testamento à luz da legítima e do regime de bens; 3) atualizar o plano sucessório e guardar os registros. Organização evita desgaste.

Se o falecido deixou testamento, mas doou em vida tudo o que estava no documento, a fase de cumprimento não acontece: o ...
13/08/2026

Se o falecido deixou testamento, mas doou em vida tudo o que estava no documento, a fase de cumprimento não acontece: o testamento se torna ineficaz no que não tem mais bem. Custo real: processo que se arrasta, custas e frustração. Direção segura: registre/abra o testamento, levante todas as doações e verifique se houve excesso sobre a legítima — quando há, avalia-se redução/colação. Doações válidas respeitando a lei prevalecem. Salve para revisar e compartilhe.

12/08/2026

Decisão séria pede diagnóstico: fatos, certidões e números na mesa. Quando isso é ignorado, o resultado é sempre o mesmo: retrabalho, custo e desgaste. Postura segura: faça um checklist de documentos e certidões, valide os números do caso e alinhe prazos e custos com base no que existe — não no que você imagina. Registrar decisões evita ruído e protege relações. Responsabilidade também é cuidado com a família.

11/08/2026

Quando você não estiver mais aqui, nada passa sozinho: casa, conta, carro e empresa não mudam de titular por mágica. Sem planejamento, o patrimônio trava, a venda do imóvel não acontece e a família encara custas e tempo. Direção segura: mapeie bens e dívidas, organize documentos e estruture o seu patrimônio em uma holding familiar, que proporciona maior segurança ao seu patrimônio e a transmissão em vida. Salve e compartilhe.

10/08/2026

Carro com bloqueio e posse longa? Dá para discutir usucapião de bem móvel se você cumprir os requisitos legais. Na prática: comprove posse contínua de 3 ou 5 anos, junte IPVA, seguro e manutenção, e peça em juízo com citação do financiador. Onde trava: achar que o bloqueio some sozinho ou ir sem provas robustas. Limite: o crédito do banco não desaparece — precisa ser enfrentado no processo. Salve e compartilhe.

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