professorarenataarantes

professorarenataarantes Professora de Direito e Processo Civil
Advogada no Gatto&Arantes Advogadas

14/11/2025

Se um pai não cumpre a obrigação de pagar pensão, o prejuízo não é só financeiro.
A criança sente o peso da ausência no prato de comida, no material escolar, nas roupas que deixam de ser compradas. Mas também carrega o peso emocional de perceber que não é prioridade para quem deveria estar ao seu lado.

O abandono material é acompanhado, inevitavelmente, do abandono afetivo. Porque a negligência com o sustento revela falta de compromisso com a vida e o bem-estar do filho.
E, para a criança, isso se traduz em insegurança, tristeza e perda de confiança.

A pensão não é um “favor” que o pai faz. É um dever legal e moral, pensado para garantir direitos básicos e dar dignidade.
Cumprir esse dever é mais do que colocar dinheiro na conta: é demonstrar cuidado, presença e responsabilidade.

13/11/2025

A ausência paterna não é um detalhe.
É uma ferida silenciosa que atravessa gerações.

Enquanto uma mãe se desdobra para suprir o que deveria ser compartilhado, uma criança aprende cedo demais, o que é lidar com a falta.

E o mais cruel é que a sociedade ainda chama isso de “normal”.
Não é.
A ausência paterna tem custo, peso e consequência.
E quem paga essa conta não escolheu fazê-lo sozinha.

12/11/2025

Guarda compartilhada não signif**a que um manda e o outro obedece.
As grandes decisões, como viagens, escola e saúde, precisam de consenso.
Quando isso não existe, a Justiça pode ser chamada para proteger o melhor interesse do filho.
Antes de agir sozinha, entenda seus direitos e evite problemas maiores.

Família é quem f**a, quem cuida, quem se importa.A lei já reconhece o que a vida sempre mostrou: a presença vale mais do...
10/11/2025

Família é quem f**a, quem cuida, quem se importa.
A lei já reconhece o que a vida sempre mostrou: a presença vale mais do que a biologia.
A filiação socioafetiva é prova disso porque amor também é vínculo jurídico.
Se você vive uma relação construída no afeto, saiba que ela pode e deve ser reconhecida.

07/11/2025

Quando uma criança demonstra medo do próprio pai, o que ela precisa é de escuta, acolhimento e investigação, não de julgamentos precipitados.

Não é alienação parental quando esse medo nasce de quem grita, abandona, manipula ou ameaça.
Não é alienação quando o afastamento é a forma que a criança encontrou pra se proteger.
E não é justo transformar a mãe em ré toda vez que ela acredita no que o filho sente.

Essa inversão é perigosa.
Invisibiliza o sofrimento infantil.
E protege quem, na verdade, deveria ser responsabilizado.

Alienação parental não é desculpa pra ignorar os sinais de violência.
E não se combate alienação… alienando a dor da criança.

Porque uma mãe esgotada não é descuidada.É alguém tentando sustentar tudo, sozinha.A saúde emocional da mãe afeta direta...
05/11/2025

Porque uma mãe esgotada não é descuidada.
É alguém tentando sustentar tudo, sozinha.

A saúde emocional da mãe afeta diretamente o desenvolvimento do filho.
E ignorar isso é uma forma silenciosa de negligência social.

Uma mulher sobrecarregada, sem rede de apoio, sem descanso e sem escuta,
carrega o peso de duas vidas, sem poder desabar.

Mas mãe não é invencível.
E cuidar dela não é luxo.
É necessidade.

Quando uma mãe tem suporte, a criança tem segurança.
Quando uma mãe é respeitada, a criança aprende sobre respeito.
Quando uma mãe é protegida, a infância floresce.

A criança não precisa de uma mãe perfeita.
Precisa de uma mãe amparada.
E isso é responsabilidade de todos: família, Estado e sociedade.

Cuidar da mãe é investir na saúde de uma geração inteira.

03/11/2025

Violência patrimonial é real.
E tantas mulheres ainda vivem isso em silêncio,
achando que faz parte da relação.

Não faz. É abuso. É violência doméstica.
E você não precisa aceitar.

Me siga para entender seus direitos e saber como se proteger.

31/10/2025

Antes de julgar uma mãe cansada, pergunte quantas vezes ela não teve escolha a não ser continuar.

É fácil criticar quem desabafa.
Difícil é aguentar a solidão de criar um filho sozinha.

Essa mulher merece apoio, não julgamento.
Respeito, não comparações.
Ela não é fraca, nem desequilibrada:
ela está exausta — porque segurou tudo por tempo demais.

Se você é essa mãe, saiba:
você não precisa ser forte o tempo todo.
Você só precisa ser humana.

E isso já é mais do que o suficiente.

Quando um pai some, o silêncio dele grita.Grita nas perguntas sem resposta.Nas tarefas de escola sem quem assine.Nas noi...
29/10/2025

Quando um pai some, o silêncio dele grita.

Grita nas perguntas sem resposta.
Nas tarefas de escola sem quem assine.
Nas noites em que a criança espera e ninguém chega.

O abandono não precisa de palavras.
Ele se faz presente no vazio da rotina.

Enquanto o mundo segue,
uma mãe tenta preencher sozinha o que era pra ser dividido.
Explica o que não tem explicação.
Conforta o que não tem conserto.

E mesmo assim, segue.
Porque o amor dela não some.
Ele se refaz, dia após dia, em meio ao que falta.

Mas é preciso dizer:
essa ausência não é neutra, nem inofensiva.
Ela deixa marcas e tem consequência jurídica.

Pai presente não é favor.
É dever.
E quando ele some, o silêncio vira prova.

24/10/2025

A convivência com o pai não deve ser definida pelo humor dele, mas pelo que faz bem pra criança.

Regular a convivência não é sobre brigar.
É sobre garantir um espaço seguro, previsível e respeitoso para o seu filho crescer.

Se você vive com a incerteza de quando o pai vai aparecer ou sumir de novo, saiba:
é possível, sim, pedir a regularização da convivência.

Pra que o vínculo, se existir, seja construído com constância.
E não com reaparecimentos que desestabilizam a criança.

Converse com um advogado de família.
A infância do seu filho merece previsibilidade, e você merece paz.

Ser mãe não é calar.É agir quando o instinto grita que algo está errado.Muitas mulheres são acusadas injustamente de ali...
23/10/2025

Ser mãe não é calar.
É agir quando o instinto grita que algo está errado.
Muitas mulheres são acusadas injustamente de alienação parental
quando, na verdade, estão apenas tentando proteger seus filhos.
A diferença está na intenção e na prova.
E é por isso que ter orientação jurídica faz toda a diferença.
Nem toda proteção é abuso, mas todo silêncio pode ser perigoso.

Guarda e poder familiar não são a mesma coisa.O poder familiar vem do vínculo de filiação e existe independentemente da ...
22/10/2025

Guarda e poder familiar não são a mesma coisa.
O poder familiar vem do vínculo de filiação e existe independentemente da convivência.
A guarda define quem cuida no dia a dia, mas não tira do outro o direito (e o dever) de participar das decisões importantes.
Ignorar isso é o que faz muitos conflitos virarem processos.
Entender a diferença é o primeiro passo para proteger a criança e evitar abusos.

Endereço

Avenida Comendador Leão, 456, Poço
Maceió, AL
57025000

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