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Empresas do Simples Nacional precisam olhar com muita atenção para setembro de 2026.A possibilidade de decisão sobre a p...
30/08/2026

Empresas do Simples Nacional precisam olhar com muita atenção para setembro de 2026.

A possibilidade de decisão sobre a permanência ou mudança de regime não deve ser tratada apenas como uma escolha de alíquota. Para muitas empresas, o problema hoje não é somente “quanto de imposto paga”, mas se o caixa consegue sustentar, ao mesmo tempo, a operação, os tributos correntes e as parcelas de dívidas já negociadas.

Esse ponto é ainda mais sensível para quem possui dívida ativa parcelada ou transacionada e já enfrenta dificuldade para pagar a parcela do acordo + o DAS do Simples Nacional do mês.

A partir de 2027, com as mudanças na sistemática de apuração e com o avanço da Reforma Tributária, a pressão sobre o fluxo de caixa pode aumentar, principalmente em empresas que vendem a prazo. O imposto pode ser exigido antes de o dinheiro da venda efetivamente entrar no caixa.

Na prática, uma empresa que hoje já precisa escolher entre pagar fornecedor, folha, parcela da dívida tributária e imposto corrente pode entrar em um ciclo ainda mais perigoso: mantém a negociação antiga, mas começa a formar uma nova dívida tributária.

E isso precisa ser analisado antes de setembro.

Não basta perguntar: “O Simples Nacional ainda é o regime mais barato?”

É preciso avaliar faturamento, margem, vendas a prazo, prazo médio de recebimento, capital de giro, carga tributária efetiva, dívidas negociadas, capacidade de pagamento e o impacto do modelo de 2027.

Parcelar uma dívida sem corrigir a causa que levou ao endividamento apenas reorganiza o passivo. Não resolve o problema financeiro da empresa.

Setembro pode ser um ponto decisivo para muitas empresas do Simples Nacional.

Planejamento tributário, gestão da dívida e fluxo de caixa precisam ser analisados juntos.

Salve este conteúdo e envie para um empresário do Simples Nacional que precisa se preparar para 2027.

26/08/2026

"Quanto de desconto eu consigo?"

É quase sempre a primeira pergunta de quem me procura por causa de uma dívida tributária. E é a pergunta errada.

O que decide uma transação não é o desconto. É a capacidade de pagamento: a análise técnica de quanto a empresa realmente consegue pagar sem inviabilizar a própria operação. Não é o quanto se quer pagar — é o que os números sustentam.

É essa análise que baliza as parcelas, os prazos e o que é viável dentro das regras. Um acordo montado sem ela costuma parecer excelente no primeiro mês e virar uma conta que estrangula o caixa três meses depois. A empresa volta à inadimplência — agora com menos margem, menos prazo e menos poder de negociação do que tinha antes de assinar.

A mesma dívida pode gerar um acordo que sustenta a empresa ou um acordo que a inviabiliza. A diferença não está no desconto. Está nessa conta, feita antes.

Então f**a a pergunta: você sabe quanto a sua empresa consegue pagar por mês, com os números na mão, sem comprometer a operação?

Antes de aceitar qualquer proposta, é a capacidade de pagamento que precisa estar na mesa. Antes de pagar ou parcelar, faça um diagnóstico.

📍 Comente CAPACIDADE e receba o material que explica quais números da empresa entram nessa análise.

Conteúdo de caráter informativo. Cada caso exige análise individual.

Heysa Helena de Sales | Advocacia Tributária

Recebi com muita alegria o convite para participar do Talk que acontecerá durante o Congresso Brasileiro de Direito Trib...
25/08/2026

Recebi com muita alegria o convite para participar do Talk que acontecerá durante o Congresso Brasileiro de Direito Tributário Municipal e os Impactos da Reforma Tributária, que será realizado nos dias 26, 27 e 28 de agosto, em Búzios.

Será uma satisfação integrar esse encontro e contribuir para uma discussão tão atual e necessária, especialmente em um momento de profundas transformações no sistema tributário brasileiro.

No Talk, teremos a oportunidade de compartilhar experiências práticas, perspectivas e caminhos para o fortalecimento da Administração Tributária Municipal, com foco em gestão, eficiência, modernização e nos desafios que surgem a partir da Reforma Tributária.

Mais do que acompanhar mudanças legislativas, este é o momento de compreender seus impactos, antecipar cenários e construir soluções capazes de tornar a gestão tributária mais estratégica, segura e eficiente.

Agradeço à organização pelo convite e pela oportunidade de dividir esse espaço com profissionais de referência na área.

Nos vemos em Búzios!

Parcelar uma dívida tributária não signif**a, necessariamente, resolver o problema.Quando a decisão é tomada apenas para...
24/08/2026

Parcelar uma dívida tributária não signif**a, necessariamente, resolver o problema.

Quando a decisão é tomada apenas para aliviar a pressão imediata, sem avaliar o impacto das parcelas no fluxo de caixa, a empresa pode trocar uma urgência por um compromisso que não conseguirá sustentar.

E o resultado pode ser ainda mais delicado: rompimento do parcelamento, retomada da cobrança e um passivo que continua comprometendo a operação.

Por isso, antes de escolher um parcelamento, é preciso olhar para o cenário completo:

• qual é a origem e a situação de cada débito;
• quanto a empresa realmente consegue pagar sem comprometer o caixa;
• quais alternativas estão disponíveis para aquele passivo;
• e qual estratégia é sustentável no médio e longo prazo.

A pergunta não deve ser apenas “em quantas vezes dá para parcelar?”.

A pergunta correta é: “qual solução permite regularizar esse passivo sem criar um novo problema financeiro?”

Se sua empresa possui débitos tributários, procure orientação jurídica antes de assumir um parcelamento apenas pela facilidade oferecida.

Salve esta publicação para consultar antes de tomar essa decisão.

Heysa Helena de Sales | Advocacia Tributária

17/08/2026

Receita Federal e PGFN parecem a mesma cobrança. Não são.

São duas fases diferentes da dívida tributária, cada uma com prazos, regras e instrumentos de transação próprios — o que serve pra RFB não serve do mesmo jeito pra PGFN.

Confundir as duas faz a empresa pedir a modalidade errada pro estágio em que o débito realmente está. Resultado: perde tempo e entra na negociação em desvantagem.

Você sabe hoje em que fase está cada débito da sua empresa?

Antes de decidir, faça um diagnóstico.

Comente FASE que eu te mando um resumo de como diferenciar as duas cobranças no direct.

ASSINATURA

Heysa Helena de Sales | Advocacia Tributária

O verdadeiro legado de um pai não se mede apenas pelo patrimônio que ele constrói, mas pelos valores que transmite, pela...
09/08/2026

O verdadeiro legado de um pai não se mede apenas pelo patrimônio que ele constrói, mas pelos valores que transmite, pela segurança que oferece e pelo exemplo que deixa.

Ser pai é cuidar do presente enquanto se prepara o futuro. É ensinar pelo exemplo, proteger com amor e construir uma história capaz de atravessar gerações.

Neste Dia dos Pais, a Souza & Sales Advogados Associados homenageia aqueles que transformam cuidado em proteção, presença em segurança e amor em legado.

Feliz Dia dos Pais! 🤎

08/01/2026

A PGFN prorrogou o prazo da adesão da Transação Tributária até 30 de janeiro de 2026.

Se você está com dívida ativa e já começou 2026 sentindo o peso no caixa, essa é a janela para regularizar com condições melhores.

Se você quiser, me chama no direct com a palavra “TRANSAÇÃO” que agendamos uma análise.

08/01/2026

Se você é pessoa física, a reforma tributária (IBS/CBS) não muda diretamente o seu Imposto de Renda — mas o recado é outro: o “custo Brasil” muda e a Receita tende a f**ar ainda mais em cima da renda e do patrimônio. Então, os IMPACTOS práticos pra PF são de atenção máxima:

1) PF que recebe da própria PJ vai precisar de estratégia (e não gambiarra)
Se você tira dinheiro da empresa como “dá”, mistura contas, faz retirada sem critério… isso vira risco. Com ambiente mais fiscalizado, o IR pode pesar mais no seu bolso.

2) Investimentos e renda passiva: tendência é aumentar o cuidado com tributação
Dividendos, ganhos de capital, aplicações… o ponto é: a conta do Estado não diminui. Se não organizar, você paga mais do que deveria — ou paga com multa depois.

3) Patrimônio e sucessão entram no radar com mais força
Quem tem imóvel, empresa, investimentos, herança futura: planejamento patrimonial e sucessório deixa de ser luxo. Sem estrutura, você pode perder eficiência fiscal e expor patrimônio.

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