21/01/2026
⚖️ Mais uma vitória em defesa dos direitos da criança!! Nosso escritório está voando ⚖️…
A Justiça reconheceu a paternidade socioafetiva, reafirmando que ser pai vai muito além de laços sanguíneos. Quando existe afeto, cuidado, convivência e responsabilidade, existe filiação — e ela gera direitos e deveres.
Nenhuma criança pode ser tratada como filho por anos e, depois, ser abandonada sob o argumento de ausência de vínculo biológico. O ordenamento jurídico brasileiro protege a criança contra esse tipo de ruptura, colocando seu melhor interesse acima de qualquer conveniência adulta.
📜 A decisão está em total consonância com:
• Art. 227 da Constituição Federal, que garante prioridade absoluta à criança e ao adolescente;
• Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que assegura o direito à dignidade, ao respeito e à convivência familiar;
• Entendimento consolidado do STJ, que reconhece a paternidade socioafetiva como forma legítima de filiação, com efeitos jurídicos plenos.
Porque filiação é responsabilidade, e o afeto também é fonte de direitos.
👶💙 Justiça feita em favor de quem mais precisa ser protegido: a criança.