Dra. Miriane Ferreira

Dra. Miriane Ferreira Advogada Mestre em Direito
Especialista em Família e Sucessão
Atendimento: WhatsApp 43 99170 1003
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Ela pediu proteção antes. Ouviu que faltava prova.Depois disso passou cinco dias acorrentada dentro de uma casa em Águas...
23/08/2026

Ela pediu proteção antes. Ouviu que faltava prova.

Depois disso passou cinco dias acorrentada dentro de uma casa em Águas Lindas de Goiás.

Quando a polícia chegou e o prendeu, ele garantiu, algemado, que vai matá-la quando sair.

A prova que faltava era essa.

Se você está passando por isso, ou conhece alguém que está: 180 para denúncia, 190 para emergência.

O folclore tem muita lenda famosa, mas nenhuma assombra tanto quanto os mitos que a gente escuta por aí no Direito. Pens...
22/08/2026

O folclore tem muita lenda famosa, mas nenhuma assombra tanto quanto os mitos que a gente escuta por aí no Direito.

Pensou que era regra, mas era só achismo? Deslize para o lado para conferir os maiores mitos do Direito.

Anota essas duas datas: 27 e 28 de agosto.A Lawletter apresenta o Além do Direito, um evento 100% online que reúne grand...
20/08/2026

Anota essas duas datas: 27 e 28 de agosto.
A Lawletter apresenta o Além do Direito, um evento 100% online que reúne grandes nomes para discutir as transformações que já estão mudando o mercado jurídico.
É sobre o que vem pela frente e o que pode definir a nossa profissão nos próximos anos.
Serão dois dias inteiros de muito conteúdo.
As inscrições já estão abertas.

Namoro qualif**ado não está em lugar nenhum da lei. É um nome que a jurisprudência criou.E toda vez que ele aparece, que...
20/08/2026

Namoro qualif**ado não está em lugar nenhum da lei. É um nome que a jurisprudência criou.

E toda vez que ele aparece, quem sai sem meação, sem herança e sem nada é a mulher.

Até quando um nome inventado vai valer mais do que uma vida inteira construída junto?

Ele não perdeu o controle em nenhum momento.Quem perde o controle não escolhe o alvo. Ele escolheu, todas as vezes, quem...
18/08/2026

Ele não perdeu o controle em nenhum momento.

Quem perde o controle não escolhe o alvo.

Ele escolheu, todas as vezes, quem não podia revidar.

18/08/2026

Estão querendo nos fazer de loucas!

16/08/2026

Duas notícias boas na mesma e as duas são de vocês.
O deputado Antonio Carlos Rodrigues anunciou que vai retirar o PL 1072, o projeto que impedia o reconhecimento da união estável depois do falecimento. E a senadora Soraya Thronicke sinalizou que, no parecer dela, o cônjuge continua sendo herdeiro necessário.

Foram vocês que comentaram, marcaram, escreveram nos perfis com nome e sobrenome, assinaram, mandaram para a amiga, para a mãe, para a vizinha que achava que isso não era com ela.

Um projeto que podia virar lei sem passar pelo plenário, sem que o país f**asse sabendo, foi parado. E uma relatoria que caminhava num sentido começou a caminhar no outro.
Obrigada a cada uma de vocês.

E preciso ser exata: tudo o que temos até agora são publicações. Nada está protocolado. Enquanto não estiver no papel, dentro do processo, nada está garantido. Continuo acompanhando e mostro tudo aqui.

Falta ainda a senadora se manifestar sobre a impossibilidade de renúncia antecipada ao direito. Manter o cônjuge no rol e permitir que ele renuncie antes, em pacto, é dar com uma mão e tirar com a outra.

A luta não acabou. Mas hoje eu queria que vocês soubessem de uma coisa.
Quando estamos dispersas, cada uma vivendo a própria luta em silêncio, somos sempre nós que perdemos. Quando aparecemos e cobramos publicamente, a conversa muda de lugar.

Juntas e organizadas, nós nunca somos a parte mais fraca.

15/08/2026

Existe um projeto na Câmara que pode fazer uma mulher perder tudo o que construiu em vinte anos de união. E ele pode virar lei sem passar pelo plenário.

É o Projeto de Lei 1.072/2025, do deputado Antonio Carlos Rodrigues (PL/SP). Ele proíbe que a união estável seja reconhecida depois da morte do companheiro e exige registro em cartório.

Hoje, quem viveu a união consegue prová-la na Justiça: fotos, contas no mesmo endereço, testemunhas, filhos. Uma vida inteira deixa prova. Se esse projeto passar, sem papel não há união. E sem união não há meação, não há herança, e a pensão por morte f**a em risco.

No meu escritório eu vejo isso há anos: mulheres que viveram quinze, vinte anos com um companheiro e nunca formalizaram. Não porque não quiseram. Porque ele não quis. A recusa em ir ao cartório faz parte do mesmo padrão de controle.

Hoje, não assinar é uma recusa. Depois dessa lei, passa a ser estratégia.

O nosso pedido é a dois deputados.

Antonio Carlos Rodrigues (PL/SP), autor. Que retire o projeto, com o pedido ao presidente da Câmara. Pode fazer isso sozinho, hoje.

Filipe Martins (PL/TO), relator. Que apresente parecer pela rejeição do PL 1.072/2025.
Queremos de cada um deles um compromisso público, no perfil deles, por escrito, sobre dois pontos:

1. Que vão recuar do PL 1.072/2025 — um retirando, o outro rejeitando.
2. Que não apoiarão a retirada da viúva do rol de herdeiros necessários na reforma do Código Civil.

É ano eleitoral. Quem pede o seu voto tem que dizer o que pensa antes de pedir.

Uma auxiliar de cozinha de 41 anos passou anos apanhando e ouvindo ameaças do ex-marido. Quando saiu, descobriu que tinh...
14/08/2026

Uma auxiliar de cozinha de 41 anos passou anos apanhando e ouvindo ameaças do ex-marido. Quando saiu, descobriu que tinha saído doente: depressão grave, sem conseguir trabalhar.

Pediu auxílio ao INSS e ouviu não, por falta de contribuições. Doença comum exige tempo mínimo. Só que a mesma lei diz outra coisa sobre acidente: acidente de qualquer natureza não exige carência nenhuma.

Foi o que a Justiça Federal do Rio Grande do Sul reconheceu. Aquelas agressões não eram doença dela, eram algo causado por outra pessoa. Benefício concedido com pagamento imediato, aplicando o Protocolo de Julgamento com Perspectiva de Gênero do CNJ.

E não é caso isolado. Em dezembro, o STF decidiu por unanimidade, com repercussão geral, que a mulher afastada do trabalho por violência doméstica tem a renda garantida. Com carteira assinada, o empregador paga os primeiros quinze dias e o INSS assume depois. Sem empregador, o INSS paga tudo, sem carência.

Um detalhe que muda tudo: esse afastamento é determinado pelo juízo da Lei Maria da Penha, dentro do processo da protetiva. Não se pede sozinha no INSS. Já quando o caso é adoecimento sem contribuição suficiente, como o do Rio Grande do Sul, aí o caminho é previdenciário.

E o agressor pode ser cobrado. Desde 2019, o SUS pode exigir dele o custo do tratamento, e a Previdência pode reaver o que pagou. Usa-se pouco, mas existe.

Eu ouço essa conta no escritório há anos: se eu sair, ele não me deixa em paz; se ele não me deixa em paz, eu adoeço; se eu adoeço, não trabalho; se não trabalho, meus filhos não comem. É ela que prende tanta mulher dentro de casa.
Se você vive isso, procure orientação. Risco imediato, 190. Orientação, 180: gratuito, sigiloso e não aparece na conta.

13/08/2026

Um dos autores do projeto que retira a viúva da herança publicou ontem, no Conjur, que quem critica a proposta é influenciador travestido de advogado vendendo medo.

Não é preciso ter razão para escrever bem. E não basta ter prestígio para ter razão.

Neste vídeo eu respondo com o que sempre uso aqui: documento. O projeto de lei, o parecer da comissão, e o próprio artigo dele.

Divergir não é desinformar. Se o debate público só admite uma opinião, o problema deixou de ser sucessório.

Assine o abaixo-assinado. Link na descrição do perfil.

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