24/07/2026
Quando entra uma vítima numa porta de entrada, seja no postinho, seja na delegacia, seja no CRAS, seja atendida pela polícia militar, não é a Procuradoria Especial da Mulher, não é o CRAS.
É a rede de proteção, todos juntos, pra atender essa vítima.
Não tem isso de dizer:
‘essa competência não é daqui’.
Na hora de atender uma vítima, não tem competência.
Vocês têm que simplesmente acolher.
Porque quando entra uma vítima, ela não tem que ir sozinha pra delegacia.
É a rede.
Quem está, naquele exato momento, na rede de proteção, é quem tem que atender.
1. Na hora da vítima, não existe setor. Existe rede.
2. Na hora da vítima, não tem competência. Tem acolhimento.
3. Mulher em risco não precisa de setor. Precisa de rede.
4. Vítima não precisa de encaminhamento. Precisa de resposta.
5. Na hora da violência, equipamento isolado falha. Rede protege.
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