A vida de cada ser humano é uma verdadeira história e estamos certos de que toda narrativa tem seu começo, meio e fim. No entanto, onde, de fato, começou esta história? E onde ela irá terminar? É justamente na religião que muitos buscam uma explicação para a vida, quando não encontra na ciência uma resposta lógica a respeito do invisível, ou seja, a vida espiritual. Geograficamente falando, os pov
os da terra dividem-se em quatro: orientais, ocidentais, os do norte, e os do sul. Encontramos neste mundo muita controvérsia no que diz respeito à vida religiosa. No Oriente, muitos países adotaram a lei de que, se alguém muda de religião, sofre sanções como: o desprezo da família, perda do emprego, perda da liberdade e até da vida, Ou seja, a religião separa os melhores amigos. Todavia, segundo a mensagem que Augusto Cury escreveu em seu livro:
“Ninguém deve ser condenado por rever sua posição intelectual”. (Cury, O Mestre dos Mestres, pg. 86, 2006)
. Quanto ao Ocidente, a exemplo do Brasil, onde há certa tolerância religiosa, é permitido mudar de religião sem, contudo, sofrer retaliações dos poderes públicos, dos familiares ou da sociedade em geral. O direito de escolher uma religião concorre a todos, não há dúvidas nisso. A indagação é: todos os caminhos levam a Elohim? É exatamente a liberdade para optar por uma determinada doutrina religiosa que pressupõe a resposta sim. Conforme a etimologia, o vocábulo Religião vem do Latim, e quer dizer religare, que em nossa língua portuguesa significa religar, unir-se a Elohim. Se você conhece de fato a sua religião, pode afirmar com certeza se ela te religa ao Eterno Criador. Se não, a partir das análises dos rituais e liturgias de um credo podemos concluir se estamos ou não seguindo em direção a Elohim.