29/04/2026
A inadimplência tributária deixou de ser analisada apenas como um passivo, agora ela é interpretada como comportamento.
Com a LC nº 225/2026 e a Portaria RFB/PGFN nº 6/2026, o Fisco passa a diferenciar contribuintes que enfrentam dificuldades daqueles que utilizam o não pagamento de tributos como estratégia de negócio.
O conceito de devedor contumaz inaugura um modelo mais sofisticado de fiscalização, baseado em critérios objetivos e com consequências que vão muito além da cobrança: impacto reputacional, restrições operacionais e riscos à própria continuidade da atividade empresarial.
Mais do que nunca, a atenção deve estar na consistência das informações fiscais, na gestão de passivos e na coerência do histórico tributário.
Conte com assessoria especializada para avaliar sua exposição e estruturar uma atuação preventiva.
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Tax non-compliance is no longer assessed merely as a liability — it is now interpreted as behavior.
With Complementary Law No. 225/2026 and Joint Ordinance RFB/PGFN No. 6/2026, the Brazilian Tax Authorities now distinguish between taxpayers facing genuine financial difficulties and those who use non-payment of taxes as a business strategy.
The concept of the “habitual tax debtor” (devedor contumaz) introduces a more sophisticated enforcement model, based on objective criteria and with consequences that go far beyond collection: reputational impact, operational restrictions, and risks to business continuity.
More than ever, attention must be given to the consistency of tax and accounting information, liability management, and the overall tax behavior profile.
Rely on specialized advisory to assess your exposure and implement a preventive strategy.